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domingo, 27 de junho de 2010

O governo do desperdício e da morte


O povo morre na precariedade do país e Lula-Dilma esbanjam bilhões em Copa de Futebol e Olimpíadas, festas efêmeras.



O governo Lula está há quase oito anos no poder. Ainda assim, trata suas tragédias como culpa dos governos passados, enquanto toma como suas as virtudes implantadas por outros governos. Pré Sal? Começou a ser pesquisado ainda nos anos 1980, sendo fruto de intenso trabalho da Petrobrás durante décadas. Esse é apenas um dos tantos acertos de outros governos que Lula e Dilma se apropriam gatunamente.

Enquanto isso vemos tragédias - como as ocorridas semana passada em estados nordestinos - serem uma rotina em nosso noticiário. Essas enchentes, como as de Santa Catarina, Rio e São Paulo, estão frescas em nossas memórias. Mas, e a enormidade de mortos a cada dia nas péssimas e esburacadas rodovias federais? Alguém contabiliza essas mortes nas costas de um Lula que só pensa em política e larga a gestão de seu governo na mão da gatunagem do PMDB? Aquele PMDB mais nefasto, dos coronéis Sarney, Renan e cia? Unido a Collor e outros falastrões, Lula governa de olho tão e somente na sua POPULARIDADE. Os brasileiros que morrem dia após dia que se explodam!

O que falar de um presidente que mobiliza uma máquina azeitada em milhões de dólares em gastos de propaganda para trazer ao nosso país festas caríssimas, as quais pagaremos fortunas para que sejam efetivadas, como Copa do Mundo de futebol e Olimpíadas? Vamos torrar bilhões e mais bilhões para um mês de festa e arroubos verborrágicos de um homem de pequena estatura gerencial, e deixamos pobres morrendo em palafitas, favelas e morros, de dengue, de diarréia e nas enchentes. Caminhoneiros se matando em rodovias que só existem no mapa e crianças morrendo de desnutrição nas filas de péssimos hospitais públicos. Jovens perdendo suas vidas no crack e outras drogas, famílias sendo vítimas de todo tipo de violência pois o governo federal que prometeu em 2003 vinte presídios de segurança máxima para encarcerar os bandidões só entregou dois, capengas ainda.

Um país desperdiçando oportunidades e torrando bilhões em propaganda – mais de dois bilhões de reais por ano. Dinheiro que poderia estar sendo investido na saúde, educação, segurança pública. E Lula segue engabelando a todos com seus números farsantes de um PAC que não existe, um PAC que contabiliza como “investimento” do governo até o empréstimo que cada brasileiro faz para comprar sua casa própria – isso mesmo! Você compra um apartamento para pagar em 25 anos e esse dinheiro entra nas contas como investimento do PAC.

Que pobre país sem vergonha na cara.

domingo, 9 de maio de 2010

Governo Lula - bilhões de reais para contar mentiras. E tem quem acredita uai!

Reportagem de Bernardo Mello Franco, na Folha de domingo, 9 de maio de 2010, dá conta do ridículo a que chegou o governo Lula com a sua, se me permitem, tara pelo ineditismo. Propaganda oficial conduzida pela Secom, do companheiro Franklin Martins, veiculada em jornais de todos os estados e com conteúdo regional, infla números, expropria obras alheias e ainda violenta a geografia! Escolas técnicas inauguradas em governos anteriores — uma delas é de JK!!! — aparecem como obras do governo Lula. A cidade de Campinas, a segunda maior de São Paulo (só perde para a capital), foi parar no Norte do Estado, a uns 400 quilômetros de sua real localização. Tudo feito como muito profissionalismo… Leiam:


A pressa para divulgar ações em ano eleitoral levou o governo a inflar estatísticas e tropeçar na geografia, em campanha publicitária de R$ 60 milhões paga pela Secom (Secretaria de Comunicação Social) da Presidência da República. A propaganda oficial atribui ao governo Lula a inauguração de escolas técnicas federais criadas muito antes da posse do presidente, em 2003. Além disso, usa mapas com indicações trocadas -no do Estado de São Paulo, por exemplo, há cidades indicadas a cerca de 400 quilômetros do local correto.

Os erros estão espalhados em anúncios de meia página publicados anteontem nos principais jornais do país, inclusive na Folha. As peças foram regionalizadas para divulgar obras em cada um dos 26 Estados e no Distrito Federal. O material apresenta como novas escolas técnicas abertas em governos anteriores ou que ainda estão em construção. O anúncio publicado nos jornais de Brasília, por exemplo, traz um mapa com cinco unidades assinaladas. Quatro não existem e uma foi inaugurada em 1958, pelo então presidente Juscelino Kubitschek.

Abaixo do mapa, um texto de apoio informa que a Escola Técnica de Planaltina “já prepara jovens para o mercado de trabalho”. Como a unidade existe desde 1958, os primeiros jovens formados já devem ter celebrado os 70 anos de idade. O Planalto é reincidente no erro. Em fevereiro do ano passado, quando Lula reabriu a escola, o material de divulgação omitia tratar-se de uma obra de JK, como o presidente reconheceu no discurso. Sobre as escolas em construção, o texto diz que serão abertas “até o final da expansão da rede”, sem indicar data. No mapa, não há qualquer observação de que elas ainda não existem.

O problema se repete no anúncio dos jornais cariocas. Lá, aparece como nova a unidade do Centro Federal de Educação Tecnológica em Maria da Graça, no subúrbio do Rio. O site do Cefet informa que ele existe desde 1997 e foi apenas transformado em “unidade descentralizada” em 2006. Além de inflar dados, os mapas erram a localização de cidades e confundem bairros com municípios. No de São Paulo, Campinas virou um pontinho no norte do Estado. Caraguatatuba, cujo nome oficial contém “Estância Balneária”, foi “promovida” do litoral para o topo da Serra do Mar. No mapa do Rio, bairros como Realengo foram sinalizados com o padrão gráfico de cidades.


Extraído do blog do RA


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E tem gente que fala por aí que esse governo é único... É o único que gastou tantos milhões, na soma BILHÕES, para contar lorota, gargantisse, conversa mole, enrolação, papo furado, conversa pra boi dormir. Mentiras e mais mentiras pagas com dinheiro do NOSSO BOLSO!

segunda-feira, 29 de março de 2010

Lula mente, como sempre...

Lula nunca teve projeto, a não ser de poder.

Olhem só o que Lula disse, hoje, no lançamento do PAC 2:

"Estamos construindo uma prateleira de projetos para que os próximos governantes não peguem o país como nós pegamos. Não tinha projeto, tinha que começar do zero".

Vejam só a cara de pau do presidente mentiroso. O PAC 1 foi lançado em janeiro de 2007. Lula já estava no poder há 4 anos, um mandato inteiro. Perdeu o primeiro mandato só com Mensalão, corrupção, eleição. Aí resolveu sair correndo a fazer projetos. Hoje, com 7 anos de mandato, o trem-bala São Paulo-Rio, lançado em 2007, não tem projeto definido. Centenas de obras do PAC 1 não sairam do papel. Não foi por falta de tempo não. Foi pela incompetência da cumpanherada que tomou conta da máquina pública. Gente sem instrução. Gente sem capacidade de gestão. Gente que mente que tem diploma de doutor. É a incompetência petista no comando da Nação. Não conseguem fazer projeto, quanto mais obra. O PAC 2 é uma prateleira de mentira! O único projeto que Lula tem é de se perpetuar no poder, botando no seu lugar uma regra três, uma esquenta-cadeira, uma boneca inflável biônica, para voltar em 2014.

do blog do Coronel

quarta-feira, 17 de março de 2010

Lula, o governo da lorota.

Infraero investe menos da metade do previsto em 2009

Estimava-se que, em média, a Infraero investisse cerca de R$ 2,7 milhões por dia, durante o ano passado. No entanto, ao fim dos 365 dias, só foi possível alcançar 43% dessa meta, o que equivale a R$ 1,1 milhão diário. Em 2008, o índice percentual de execução do orçamento previsto para investimentos foi ainda menor: apenas 17% dos R$ 2,2 bilhões previstos para o ano foram aplicados. De acordo com o relatório anual de 2009, divulgado pela empresa na semana passada, “a alavancagem do índice de realização dos investimentos”, de 17% para 43%, é resultado de esforço na implantação de uma nova estratégia de planejamento e controle dos investimentos.


Em média, a execução dos investimentos da Infraero permaneceu pela metade nos últimos seis anos. Entre 2004 e 2009, a Infraero investiu R$ 2,1 bilhão de uma dotação de R$ 5,6 bilhões para investimentos – 38% de execução. No ano passado a Infraero investiu R$ 421,3 milhões em obras e equipamentos, de um total de R$ 981,6 milhões previstos para o ano. Neste montante estão incluídos R$ 215,3 milhões aplicados exclusivamente em serviços de engenharia, como a instalação de módulo operacional no aeroporto de Florianópolis (SC), as novas torres de controle dos aeroportos de Fortaleza (CE) e Congonhas (SP) e outras ações.


A Infraero, por meio de sua assessoria, afirma que, em 2008, grandes obras programadas sofreram intervenção por parte do Tribunal de Contas da União. “Para atender às recomendações do tribunal, o cronograma inicial de execução ficou comprometido, ocasionando atrasos que impactaram significativamente na realização prevista para o exercício”, diz em nota. Por consequência, de acordo com a empresa, as realizações de 2009 também ficaram comprometidas, “ocasionando um índice aquém do estimado”.


A estatal vê, no entanto, como significativo o salto de 17% para 43% na realização do orçamento de investimentos e atribui a conquista aos “esforços envidados na busca de soluções dos entraves”. Segundo o relatório da empresa, a gestão financeira, em 2009, esteve concentrada na redução de custos para “minimizar o descompasso entre o crescimento da receita e da despesa operacional e na otimização dos recursos disponíveis, para garantir os investimentos prioritários nas áreas operacionais e de segurança”. Em linhas gerais, segundo avaliação da empresa, 2009 foi um ano em que a Infraero ocupou posição de destaque no desenvolvimento social e econômico do país.


Para a empresa, os trabalhos realizados no ano passado foram pautados em estratégias que se alinham com as do governo federal. “A execução dos investimentos visaram suprir as necessidades impostas pelo aumento da demanda nos aeroportos brasileiros e pela necessidade de manutenção da qualidade, segurança, conforto e eficiência operacional da rede de aeroportos e unidades de navegação”, garante o relatório anual da estatal.


Demanda no setor deve crescer 10%

Na semana passada, durante evento no Aeroporto Internacional do Galeão/Tom Jobim, no Rio de Janeiro, a presidente da Agência Nacional de Aviação Civil, Solange Vieira, disse que o Brasil precisa fazer investimentos na infraestrutura dos aeroportos para que possa suportar a expansão do setor aéreo. Segundo a diretora, o mercado deve registrar um crescimento de 10% em relação ao ano passado, quando já havia contabilizado um acréscimo de 17%.


A infraestrutura aeroportuária brasileira, segundo análise da própria Infraero, pode ser equiparada aos padrões internacionais e está sendo modernizada para atender à demanda dos próximos anos. “Os investimentos devem ser direcionados aos aeroportos com maior grau de comprometimento da capacidade de tráfego de aeronaves, passageiros e carga, bem como àqueles de interesse estratégico do governo federal”, afirma a assessoria.


De acordo com o programa de dispêndios globais das empresas estatais para 2010, a Infraero tem previsão orçamentária de R$ 1,5 bilhão para investimentos em 2010. A expectativa da empresa é superar a média atingida nos últimos anos e executar entre 80% e 90% desse total.

Milton Júnior
Do Contas Abertas

17/03/2010