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domingo, 10 de outubro de 2010

Dilma e PT mentem na TV e na Internet, mas posam de vítimas

*A imagem acima é uma fotomontagem de humor


Nesse segundo turno os dois primeiros programas de TV da candidatura de Dilma Rousseff à presidência mostram que houve uma radicalização na estrutura de produzir mentiras sobre o adversário e maquiar os dados do atual governo.

No primeiro turno esse expediente também foi utilizado, mas com menor intensidade, já que Lula e seus petistas amestrados tinham certeza que Dilma seria a vitoriosa no dia 3 de outubro, considerando os adversários "cachorro morto". Mesmo assim houve estocadas de baixo nível.

Agora, com o desespero batendo a porta, o QG petista mostra a população em geral uma característica já muito conhecida por quem acompanha política: Fazer jogo sujo e acusar o adversário do mesmo. Bater e posar de coitadinho. É marca registrada do Partido dos Trabalhadores fazer isso quando acuados.

Em relação a José Serra, Dilma tenta a todo custo colar no tucano a culpa pela onda de indagações que circula por todas as redes de convívio social, reais e virtuais, a respeito do seu passado.

As pessoas estão aproveitando esse segundo turno para estudar melhor as características e currículo de cada candidato, e por isso as conversas acontecem. Na internet, redes ligadas a um ou outro setor se mobilizam quando descobrem coisas das quais discordam e que era, sistematicamente, escondido no primeiro turno da eleição.

Dilma participou da luta armada nos anos 1970 e foi presa por isso. Estávamos em uma época de excessões, sob regime militar. Porém, Dilma pegou em armas para defender a instalação, no Brasil, de uma ditadura socialista, nos moldes do que havia na extinta União Soviética. Dilma NÃO LUTOU PELA DEMOCRACIA. Isso é história com H, não é boato.

Também é histórica sua posição favorável ao aborto legalizado. Dilma deu várias entrevistas confirmando isso. A imprensa, curiosamente, ainda diz ser "suposto" esse apoio de Dilma a descriminalização do aborto. Está em vídeos, em revistas e em jornais, basta procurar. Dilma é quem mente ao não assumir o que antes falou. Muda de assunto, desconversa, mas até agora não deu uma declaração convincente e clara sobre o assunto. O busilis não é ser a favor do aborto, é mentir que não é!

O povo entende cada vez mais que uma Dilma presidente terá mais facilidade no congresso para aprovar toda sorte de alterações nas leis. PT e PMDB cresceram em números absolutos nas bancadas da câmara federal e do senado. Nem Lula teve essa mordomia.

O problema é que Dilma não controla o PT como Lula. Lula é maior que o PT, Dilma é marionetada pelo PT. E o partido tem entre suas propostas várias que vão em desencontro com o que pensa a maioria da população: Legalização do aborto, legalização do casamento homossexual, diminuição das garantias de propriedade privada, controle dos meios de comunicação. Isso tudo não é boato, é fato e está no programa do partido, no seu website, nos livros, nos relatórios do congresso.

A tentativa de na TV enlamear com mentiras o passado tucano, atacando FHC, é apenas uma cortina de fumaça que os petistas lançam para encobrir suas reais intenções.

Claro que isso não significa que, eleita, Dilma vai logo no primeiro dia de governo por em prática tudo aquilo que ela e seu partido desejam. Mas durante seu mandato, esse assunto será sim, tentado. E a cada tentativa, haverá crises institucionais que paralizarão a agenda do país. Esse é o maior risco de eleger uma marionete, um mamulengo de Lula, mas que é realmente controlado pelo PT.

Se eles choramingam golpes baixos, pode ter certeza que estão preocupados com a possibilidade cada vez maior de perderem as eleições. Eles acusam golpe baixo por serem, eles, os especialistas nesse tipo de jogo sujo. Basta lembrar os casos de dossiês e a leva de petistas profissionais enfiados nas redes de comunicação social da internet espalhando o "copia e cola" com a ladainha de sempre. Também os blogueiros pagos com patrocínio de empresas estatais que só servem para espalhar o ódio e a divisão entre brasileiros e os "institutos" de pesquisa que só vendem resultados, não aferem nada. A máquina corrupta deles é grande, mas nem assim está dando conta. Aguardem que vem muito jogo sujo pesado e dissimulação. É o desespero batendo.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Campanha de Dilma também violou dados da filha de José Serra



Os crimes na Receita Federal, controlada hoje por um petista de carteirinha não param de aparecer. Nessa terça-feira, 31 de agosto, mais uma violação criminosa de sigilo fiscal foi descoberta. Trata-se nada menos que os dados de imposto de renda de Verônica Serra, filha de José Serra, candidato a presidência da República pela oposição com mais chances de vitória.

Já haviam descoberto que o comitê de campanha de Dilma Rousseff, a candidata fabricada pelo PT para suceder o presidente Lula tinha montado um grupo de espionagem para produzir dossiês contra os adversários. Foram pegos com as calças na mão quando um ex-delegado da Polícia Federal denunciou o esquema sujo. O assessor de comunicação de Dilma, Lanzetta, caiu com a descoberta, e Dilma jurou que, de novo, não sabia de nada.

Na sequência, dados fiscais do vice-presidente do partido de oposição ao PT, Eduardo Jorge, começaram a pipocar em blogs e sites ligados ao partido dos trabalhadores (ou será partido dos trambiqueiros?). Um repórter do Jornal Folha de São Paulo recebeu os dados de pessoa de dentro da campanha de Dilma. Chamado no Congresso Nacional para se explicar, o responsável pela Receita Federal, Otacílio Cartaxo, negou-se a dar explicações e disse que uma auditoria interna iria achar os responsáeis pelo vazamento criminoso. A piada é que Cartaxo alegou "sigilo" nas investigações! Ou seja, os dados dos contribuintes não tem sigilo algum, mas as investigações que certamente levam ao PT e a campanha de Dilma Rousseff devem ficar guardados longe da imprensa, pelo menos até o dia da eleição.

Quase um mês depois, após longa e dura batalha nos tribunais, Eduardo Jorge conseguiu acesso a auditoria interna sobre a violação do seu próprio sigilo e descobriu-se que outros membros do partido de oposição também tiveram seus dados crminosamente violados. Todos na regional da receita de Mauá, cidade que faz parte do ABC paulista, local de nascimento do PT e onde se encontram centenas de militantes do partido. Mais grave ainda, entre as pessoas suspeitas dos crimes, existem ex-dirigentes do sindicato dos funcionários da receita, orgão com estreita ligação com o petismo.

Tudo muuito claro, límpido e transparente, menos para a auditoria interna da receita. Estamos vivendo um momento gravíssimo em nosso país, onde integrantes de um partido que se encontra no poder espalharam-se pela máquina pública federal e cometem crimes atrás de crimes com viés eleitoreiro, sujando as mãos para eleger a qualquer custo seus candidatos.

A descoberta hoje do ataque a filha de José Serra é a mais sórdida estratégia que uma campanha política pode realizar. Como mafiosos, tentam atingir uma pessoa atacando ou coagindo seus familiares.

Collor fez um trabalho sujo parecido contra Lula em 1989, colocando na TV assuntos do círculo familiar do atual presidente. Ganhou as eleições de maneira apertada, e fez um governo recheado de corrupção. Se na campanha já jogou sujo era de se esperar um governo nojento, e o foi.

Na época petistas de todos os calibres protestaram, e tiveram apoio da sociedade na sua grita, já que era escancaradamente um jogo eleitoral sórdido.

Hoje o PT faz pior, pois está usando a máquina do Estado. E mais simbólico é que nessa eleição Dilma tem o apoio de Collor e Collor tem o apoio de Dilma. O PT, Dilma, José Dirceu, Antonio Palocci, todo o alto escalão do partido pelo jeito tomou gosto pelo estilo collorido de fazer campanha. Se chegarem ao poder, sem Lula para frear, farão também um governo no estilo collorido, recheado de muito mais escândalos e roubalheiras.

Mudando um pouco o ditado, nesse caso os iguais se atrairam e seguem juntos no escárnio e na picaretagem.