quinta-feira, 12 de maio de 2016
Tchau Dilma, já vai tarde!
terça-feira, 12 de abril de 2016
Michel Temer e a mensagem de whatsapp que vazou (de propósito?)
terça-feira, 29 de março de 2016
O ESCÂNDALO DAS CALCINHAS
Durante a ditadura militar, presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo foi cassado por usar verbas do gabinete em viagens e compras no exterior.
Em três de dezembro de 1976 o Diário Oficial da União publicou ato do governo militar, presidido pelo general Ernesto Geisel, suspendendo os direitos políticos e cassando o mandato do deputado estadual Leonel Julio, do então MDB, naquilo que ficou conhecido como “o escândalo das calcinhas”.
O deputado Leonel Julio, eleito pela região periférica de Ermelino Matarazzo, tornou-se presidente da Assembleia paulista como resultado de entendimento entre diversas correntes políticas do MDB (oposição ao regime militar) e da ARENA (partido de apoio ao regime militar), únicos partidos permitidos naquele tempo. Leonel, um homem pacato, de relacionamento afável com todos, surgiu como um terceiro nome que não tinha grandes rejeições. Acabou eleito para acomodar o desajuste interno e tentou estar à altura do cargo, a despeito de sua condição humilde de parlamentar educado, mas sem grande base cultural.
Deslumbrado pelo poder e pela importância do cargo, Leonel, dizia-se então, mal assessorado, realizou viagens e compras com verbas da Assembleia e comitivas exageradas. Claro que perto dos escândalos de hoje em dia aquilo seria considerado hoje coisa extremamente pequena. Num dos retornos, Lionel mandou chamar vários jornalistas setoritas (que cobrem um setor apenas - no caso a ALESP) à sala de reuniões da presidência, numa mesa abarrotada de presentes, do tipo perfumes, canetas, chaveiros, enfim, lembrança de viajante da época em que o país era mais província ainda, super fechado economicamente e onde uma caneta importada tinha status de presente de casamento, pedindo a cada um que escolhesse o que desejasse.
Alguns jornalistas explicaram de forma educada que sua funções não permitiriam aceitar (coisa daqueles tempos de um pouco mais de recato!), o que até deixou o deputado surpreso, aparentemente ofendido.
A questão ficou feia quando através de denúncia de pessoas de dentro do próprio gabinete da mesa diretora, os jornalistas receberam cópias de notas fiscais de compra de calcinhas femininas no exterior, em grande quantidade. E a revelação caiu como bomba entre os jornalistas. Como notícia o fato era importante, grave, por se tratar de dinheiro público.
Publicadas as matérias nos principais meios de comunicação, Leonel Julio foi cassado quase que sumariamente, por ordem do regime.
Hoje o Brasil é um outro país onde há total liberdade de expressão e do direito de defesa. Isso mostra como há políticos que usam de um direito universal das democracias para protelar processos no sistema judiciário. Em todos os casos, nessas situações, cobra-se de políticos e administradores a correção e atitude honrosa de se afastar por decisão própria da função pública enquanto se defende de acusações. Temos o Estado Democrático de Direito conquistado, mas políticos continuam a se apropriar do que é público. Políticos de todas as matizes ideológicas, sem exceção.
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
Lula é maior ladrão do Brasil segundo o Google
sábado, 18 de abril de 2015
Dilma mentiu sobre os empréstimos do BNDES à Cuba!
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
BOMBA! Vaza na internet o primeiro programa do horário eleitoral na TV com Eduardo Campos.(Dilma e o PT são o alvo)
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
Lula e o PT tentaram colar pecha de "Novo Collor" em Eduardo Campos - Tática suja do PT teve até agentes da Abin xeretando a vida do falecido candidato.
Em março passado, num encontro com empresários do Paraná, Lula atacou Eduardo Campos com uma baixaria digna do seu mau-caratismo que sempre orienta os assassinatos de reputações cometidos pela militância petista. Lula, em certo momento, comparou o pré-candidato de oposição Eduardo Campos (PSB) ao ex-presidente Fernando Collor de Mello. Ao defender a necessidade de manter as políticas de governo por mais quatro anos, e sobre como seria ruim haver uma interrupção do governo Dilma, declarou: "A minha grande preocupação é repetir o que aconteceu em 1989: que venha um desconhecido, que se apresente muito bem, jovem e nós vimos o que deu". Os presentes ficaram chocados com a comparação rasteira entre Collor e Campos. Pela comparação e também pelo fato de que, hoje, o alagoano é um dos maiores aliados do governo no Senado. Ontem Lula não quis gravar vídeo. Fez uma nota. Campos jamais deixou de reconhecer que devia muito ao petista. Lula, em nome do projeto de poder do PT, já trabalhava com todas as forças para desqualificar o jovem político, tragicamente falecido no dia de ontem.
Do blog do Coronel
ABIN XERETA NO MÊS DE ABRIL
A VEJA desta semana traz uma reportagem do balacobaco, de autoria de Hugo Marques e Rodrigo Rangel. A Polícia Militar de Pernambuco prendeu quatro agentes da Abin que atuavam disfarçadamente no Porto de Suape, em Pernambuco, com o objetivo de espionar as ações do governador do Estado, Eduardo Campos (PSB), pré-candidato à Presidência da República. Atenção! Não há nada de errado em haver agentes do serviço de Inteligência acompanhando movimentos sociais que potencialmente perigosos para a segurança pública ou do estado. As melhores democracias do mundo fazem isso. Ocorre que não é esse o caso. Leiam trecho da reportagem. A íntegra segue na edição impressa.
"É colossal o esforço do governo para impedir que decolem as candidaturas presidenciais do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e da ex-senadora Marina Silva (sem partido). Nos últimos meses, a presidente Dilma Rousseff reacomodou no ministério caciques partidários que ela havia demitido após denúncias de corrupção, loteou cargos de peso entre legendas desgarradas da base aliada e pressionou governadores do próprio PSB a minar os planos de Campos. Sob a orientação do ex-presidente Lula, Dilma trabalha para Montar a maior coligação eleitoral da historia e, assim, impedir que eventuais rivais tenham com quem se aliar. A maior parte dessa estratégia é posta em pratica a luz do dia, como a volta dos “faxinados” PR e PDT a Esplanada, mas ha também uma face clandestina na ofensiva governista, com direito a espionagem perpetrada por agentes do estado. Um dos alvos dessa ação foi justamente Eduardo Campos, considerado pelo PT um estorvo à reeleição de Dilma pela capacidade de dividir com ela os votos dos eleitores do Nordeste, região que foi fundamental para assegurar a vitória da presidente em 2010.
(…)
O Porto de Suape, no Recife, carro- chefe do processo de industrialização de Pernambuco, serviu de arena para o até agora mais arrojado movimento envolvendo essa disputa pré-eleitoral. No dia 11 de abril, a Policia Militar deteve quatro espiões da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) que fingiam trabalhar no local, mas há semanas se dedicavam a colher informações que pudessem ser usadas contra Campos. A Secretaria de Segurança Pública estadual já monitorava os agentes travestidos de portuários fazia algum tempo. Disfarçados, eles estavam no estacionamento do porto quando foram abordados por seguranças. Apresentaram documentos de identidade e se disseram operários. Acionada logo depois, a PM entrou em cena. Diante dos policiais, os espiões admitiram que eram agentes da Abin, que estavam cumprindo uma missão sigilosa e pediram que não fossem feitos registros oficiais da detenção. 0 incidente foi documentado em um relatório de uma página, numa folha de papel sem timbre, arquivada no Gabinete Militar do governador. Contrariado com a espionagem, Eduardo Campos ligou para o chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, general Jose Elito Siqueira, a quem o serviço secreto do governo está subordinado.
Em uma reunião com aliados do PPS, o governador contou que o general garantiu que não houve espionagem de cunho político, ou de viés eleitoral, mas apenas um trabalho rotineiro. “Nos fazemos apenas monitoramento de cenários para a presidenta”. ponderou o chefe do GSI. Apesar da gravidade do incidente, o caso foi dado como encerrado pelos dois lados. Poucas pessoas souberam da história. A elas, Campos explicou que não queria tornar público o episódio para não “atritar” ainda mais a relação com o Palácio do Planalto nem causar um rompimento entre as partes. Mas houve desdobramentos. “Tive de prender quatro agentes da Abin que estavam me monitorando”. Revelou Eduardo Campos. E ainda desabafou: “Isso é coisa de quem não gosta de democracia, de um governo policialesco”. Pediu aos aliados que o assunto fosse mantido em segredo. “Não tenho nada a dizer sobre isso”, desculpou-se na semana passada o deputado Roberto Freire, presidente da legenda, que estava presente a reunião.
Os agentes detidos no Porto de Suape trabalham na superintendência da Abin em Pernambuco. São eles: Mario Ricardo Dias de Santana, Nilton de Oliveira Cunha Junior, Renato Carvalho Raposo de Melo e Edmilson Monteiro da Silva. No dia da detenção, usavam um Palio (JCG-1781) e um Peugeot (KHI-1941). A placa do Pálio é fria, não existe. Já a do Peugeot é registrada em nome da própria Abin. Na semana passada, o agente sênior Mario Santana se aposentou. Nilton Junior e Renato de Melo davam expediente normalmente na superintendência. Já Edmilson Silva, na quinta-feira, estava escalado para o plantão noturno. Nada mais natural. Edmilson Silva tem uma dupla jornada de trabalho. Além de espião, é vereador, eleito pelo PV, no município de Jaboatão dos Guararapes. Vive, portanto, urna situação curiosa. Durante o dia, como vereador, é um defensor das liberdades. Às escuras, como araponga, une-se aos colegas de repartição para violá-las. “Fui ao Porto de Suape algumas vezes apenas para visitar amigos”, disse a VEJA o agente-vereador."
Por Reinaldo Azevedo
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
FACEBOOK FORA DO AR E INTERNAUTAS DESCONFIADOS
CENSURA
Uma das hipóteses prontamente levantada por muitos seria um ataque hacker ou mesmo algum tipo de censura por parte do governo brasileiro, que vem sistematicamente impondo feroz e intimidatória crítica aos opositores da campanha da presidente Dilma Rousseff. Notoriamente a maioria dos usuários do Facebook tem forte rejeição ao petismo e milhares de páginas coletivas dessa rede fazem oposição ao governismo. Para realçar essa pressão governamental contra setores críticos houve o caso, recentemente, do banco Santander, um dos maiores no Brasil e com forte presença na Europa, que sofreu "bullying" do Partido dos Trabalhadores e de setores do governo federal por ter emitido uma nota à alguns clientes alertando para os movimentos da Bolsa de Valores em revés da candidatura oficial. Pressionado, o presidente mundial do grande banco multinacional teve que demitir sumariamente uma economista e emitir nota de agravo à mesma. Na imprensa especializada, essa atitude foi vista como pressão anti-republicana de um governo sobre a liberdade de expressão e péssimo sinal de intervencionismo em um setor da economia privada. Porém, ainda não há explicações e tudo não passa de especulação sobre o que realmente teria ocorrido com a rede de Mark Zuckerberg.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Novo site: Dilma Mente.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
De Lula a ACM: a metamorfose ambulante
domingo, 22 de maio de 2011
Palocci e a estória da carochinha (ou pra boi dormir)
Tirando o fato que Dilma prometeu, para ajudar a conter a inflação, cortar na carne gastos supérfluos - que são muitos - logo no seu primeiro mês de mandato e que hoje vemos, infelizmente, que sua equipe econômica dá cabeçadas em público e os gastos com custeio continuam a todo vapor, aumentando aliás. Investimentos, que não podem nem suportam mais prorrogação, estes sim estão parados ou com contigenciamento de verbas. Criação de cargos comissionados, de repartições novas, gastos desnecessários, estes apontam não ter perdido força alguma. E NÓS É QUE PAGAMOS ESSA CONTA!
Lula deixou uma tremenda herança maldita, na forma de dívidas, programas encrencados e um caminhão de promessas largadas pelo caminho. Lula foi aquele espertalhão que saiu Brasil afora inaugurando placas apenas, terrenos vazios, sonhos irrealizaveis. Isso tudo deixou um rastro de pólvora em forma de despesas futuras.
Dilma, que no início pareceu mostrar indepêndencia, agora, com a crise em torno do seu primeiro ministro Antonio Palocci, deixa transparecer a todos que é mesmo um boneco ainda atrelado ao criador. Poderia ter dado uma mostra de autoridade e demitido o ministro encrencado em explicar a fabulosa quantia de 20 milhões que apareceram em sua conta bancária, mas preferiu se rebaixar a politicagem rasteira pedindo penico a Lula e seu fiel escudeiro para assuntos de comunicação e imprensa Franklin Martins.
Isso só mostra que teremos mais 3,5 anos de governo fraco. Mais um mandato perdido. A montanha de problemas que exigiriam um presidente de pulso firme para enfrentá-los será mais uma vez adiada. Lula passou 8 anos empurrando isso com a barriga. Em seus dois mandatos NENHUMA reforma estrutural foi feita. Dilma mostra-se agora incapaz de fazer algo também. E o Brasil segue capenga, crescendo economicamente, mas jogando seus problemas, que são muitos, debaixo do tapete. Vamos crescendo desorganizadamente, sem planejamento, como um puxadinho sobre outro no fundo do quintal.

CASO PALOCCI:
Só sendo um tremendo otário para se acreditar que palocci amealhou por baixo uns 20 milhões em um ano prestando consultoria. Está na cara que houve tráfico de influência, já que Palocci, mesmo tendo perdido a cadeira de ministro de Lula na esteira do Escândalo do Caseiro Francenildo, era uma espécie de conselheiro privilegiado junto ao presidente barbudo. Palocci voltou a ser deputado federal, participava das mais importantes comissões temáticas do congresso e tinha acesso irrestrito a todos os orgãos governamentais. Conselheiro econômico e político de Lula, entrava em seu gabinete praticamente sem marcar hora.
Tanto poder tinha que se tornou coordenador da campanha eleitoral de Dilma, indicado por Lula. Com sua vitória, assumiu o mais importante ministério e já era nome para disputar o governo do estado de São Paulo em 2014. Dilma eleita, Palocci recebe instantaneamente milhões em sua conta corrente e compra uma mansão em forma de apartamento por declarados 6,5 milhões.
Querer fazer que acreditemos que ele prestou "consultoria", via uma empresa que nunca ninguém ouviu falar até hoje, empresa essa que não tem funcionários, não tem website, não tinha nem mesmo escritório com placa na porta, é de fazer rir. Empresas de consultoria que faturam isso que Palocci faturou tem no mínimo uma centena de funcionários, distribuem boletins mensais na rede, tem dez, vinte anos de trabalhos na praça e estão sempre aparecendo na mídia como fonte e referência a diversos assuntos coligados. Palocci nunca escreveu um livro (salvo uma biografia chapa-branca que nem por ele foi escrita, mas encomendada), não é mestre nem Phd em nada, não tem artigos da sua empresa publicados em local algum, além de ser médico e não economista. Sua única experiência é a política, dos cargos que já ocupou, e seus contatos dentro do governo do qual fazia parte. Resumindo, a única coisa possível que justifique essa dinheirama é tráfico de influência ou mesmo desvio de verbas de campanha, o famigerado caixa 2. Só engana quem se quer enganar.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Para os 50% que não aceitam a esculhambação do Brasil
domingo, 31 de outubro de 2010
Porque José Serra vai ser eleito e os institutos de pesquisa vão novamente errar

- O tracking do PSDB está dando 50% x 50%, mostrando um rigoroso empate técnico.
- Pesquisa de campo do PSDB, divulgada hoje, está dando 52% Serra x 48% Dilma (Veritá).
- Os institutos erraram feio no primeiro turno, não mudaram a sua metodologia e, desta forma, tendem a errar mais feio ainda no segundo turno.
- O nível de abstenção deverá aumentar de 18% no primeiro turno para mais de 20%, pois há eleições de segundo turno para governadores para apenas 15% do eleitorado.
- Em 2006, havia segundo turno de governador para 40% do eleitorado, incluindo estados como Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraná e Rio Grande do Sul.
- Esta abstenção expressiva, que deverá ultrapassar 30 milhões de votos, vai estar concentrada em estados do Nordeste, especialmente, pois não houve debandada de eleitores para viajar nos principais colégios eleitorais da oposição.
- Em qualquer pesquisa, desta forma, pode ser tirado no mínimo 3% da candidata petista, em função da abstenção.
- Nitidamente, há um esforço da imprensa, que pautou todo o seu noticiário eleitoral em cima de pesquisas, de reafirmar a credibilidade dos institutos. Especialmente a Rede Globo, que depende do Ibope para validar as suas audiências. Especialmente a Folha de São Paulo, que é dona do Datafolha.
- Os institutos, amanhã, darão a boca de urna dentro da margem de erro, mantendo a vitória de Dilma Rousseff.
- Existe, sem dúvida alguma, uma tendência ascendente da candidatura de José Serra, sendo que nenhuma pesquisa "pegou" os efeitos do debate da Rede Globo, onde o tucano saiu amplamente vitorioso.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Pesquisas internas tanto do PT quanto do PSDB indicam rigoroso empate: 50% X 50%
As pesquisas internas que tanto PT quanto PSDB fazem diariamente através do sistema de "tracking" indicam hoje (resultados captados quinta-feira 28/10) um rigoroso empate técnico de 50%X50% na intenção de voto dos brasileiros. Vale ressaltar que no primeiro turno, essas mesmas pesquisas acertaram na mosca o resultado de que haveria segundo turno, registrando a ascensão virtiginosa da candidata verde Marina Silva, coisa que os institutos tradicionais de pesquisa não captaram, errando feio no resultado. Os trackings petistas e tucanos apontavam claro segundo turno com uma margem de 2 a 4% a mais na soma dos candidatos oposicionistas - o que realmente ocorreu.
A falha mais escancarada do método tradicional de coleta de dados dos institutos ditos tradicionais (nem vamos falar dos que são meras extensões da candidatura governista, como VOX POPULI) é o sistema de amostragem por cotas. Esse sistema tenta reproduzir uma espécie de maquete do que seria a sociedade brasileira em termos de gênero, grau de instrução, nível de renda e peso populacional de cada região (N-S-NE-SE-CO).
Nos países com democracias maduras e respeitáveis, tais como EUA e Inglaterra, esse sistema foi praticamente abolido pelas sérias distorções que apresentam em relação aos resultados finais depois apurados. Uma população heterogênea como a do Brasil, não se enquadra nesses cortes quando a massa de pesquisados é de apenas 4 mil pessoas, divididas ainda em 4 subgrupos, representando um universo de 120 milhões de eleitores.
O tracking, por sua vez, apenas mede aleatoriamente uma amostra dividida por estados do país, aí sim mais confiável, pelo simples fato que em cada estado existe uma política local que interfere totalmente na percepção do eleitor frente ao quadro nacional. Não por acaso existem estados onde oposicionistas ganharam as eleições e tem peso maior junto aos eleitores e estados onde ocorre o contrário. As máquinas partidárias são formadas nos estados e municípios, e nunca na federação. Seria forçar demais achar que um partido tem a mesma força eleitoral em toda uma região do país, indiferente ao histórico político local.
Outro problema levantado pelos analistas e estatísticos em relação ao atual método de pesquisa eleitoral praticado é o vício do corpo de entrevistadores. Nenhum instituto de pesquisa tem funcionários espalhados em todo o Brasil para fazer a coleta pessoal, seja em entrevistas na rua, seja visitando domicílios. Todos os institutos subcontratam pequenas empresas em cada estado ou região do país para isso. Existe aí um cruzamento das mesmas pessoas que fazem coleta para todos os institutos, sendo que instituto A usa os serviços da mesma empresinha terceirizada que usa o instituto B. Essas pessoas, a grande maioria sem vínculos empregratícios (free-lancers) são figuras carimbadas, conhecidas pelas pessoas ligadas ao assunto em suas cidades ou regiões. Isso facilita em muito uma possível abordagem para corrupção ou direcionamento, por partidos ou coligações que tem muito dinheiro, ou que adotam a tática de interferir nas pesquisas para alavancar resultados. No quadro atual, o PT seria o maior interessado, já que tem a máquina federal na mão, a campanha mais rica da história e uma candidata sem expressão e histórico, um verdadeiro poste que precisa ser turbinado artificialmente.
Analistas consideram grande a possibilidade de muitos desses entrevistadores free-lancers estarem a serviço ou macomunados com a candidatura oficial. Fora esse "detalhe", há ainda a péssima escolha dos institutos em avaliar também o grau de aprovação do atual presidente SEMPRE JUNTO às pesquisas de intenção de voto - isso causa uma distorção considerável já que o nome do atual presidente é sempre lembrado junto as indagações de intenção de voto - uma indução que liga o subconsciente do entrevistado à candidata oficial do atual mandatário do país. Fazer isso é usar na coleta a mesma estratégia escancarada do programa eleitoral do PT.
O método de tracking, por sua vez, anula essas duas possibilidades, pois é feito por entrevista telefônica, sendo todos os entrevistadores vigiados e alocados em um mesmo e fechado local. Não há como o entrevistador falsear a abordagem, não há free-lancers, não há terceirização. Também essas pesquisas perguntam somente e claramente sobre intenção de voto, sem misturar eleição com aprovação de governo ou presidente. Todo o processo de coleta, apuração e tabulação é feito rapidamente, em ambiente fechado, sem passar pelas mãos de atravessadores ou pessoas de fora, ao contrário das pesquisas tradicionais. Tudo isso, mais os resultados CERTEIROS do primeiro turno, faz com que as internas dos partidos sejam o retrato mais fiel do que está em curso no momento.
Rigoroso empate. Aguenta coração!
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Papa Bento XVI conclama sacerdotes a orientarem o povo católico sobre o voto Cristão

Da Folha Online:
O papa Bento 16 condenou nesta quinta-feira, em reunião em Roma, o aborto e clamou para que um grupo de bispos brasileiros orientem politicamente fiéis católicos, sem mencionar diretamente as eleições que acontecem no próximo domingo. "Os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas." O papa reiterou a posição católica a respeito do aborto, condenando o uso de projetos políticos que defendam aberta ou veladamente sua descriminalização. Segundo ele, a democracia só existe quando "reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana". Bento 16 fez um "vivo apelo a favor da educação religiosa" nas escolas públicas e pediu ainda pela presença de símbolos religiosos em locais públicos. O Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, é citado como um exemplo de monumento que contribuiu para o "enriquecimento da cultura, ao crescimento econômico e ao espírito de solidariedade e liberdade". Leia aqui o discurso papal na íntegra.
veja abaixo o pronunciamento do Papa Bento XVI falando em português:
Reproduzido do blog do Coronel
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Dilma privatizou pré-sal, acusa ex-diretor da Petrobras do governo Lula
Alçada ao centro do debate eleitoral, a ameaça de “privatização” do petroléo já é uma realidade, na opinião de Ildo Sauer, ex-diretor da estatal (2003-2007). Segundo ele, o modelo de concessões criado no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB) foi ampliado pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT). E mais grave: os leilões ocorreram mesmo depois da descoberta do pré-sal - o chamado “filé mignon” das reservas brasileiras - e abrangeram blocos conhecidamente promissores, como o arco do Cabo Frio.
Sauer sustenta que a candidata Dilma Rousseff, ex-presidente do Conselho de Administração da Petrobras, tinha conhecimento do que ocorria e foi conivente com o favorecimento de pelo menos uma empresa privada, a OGX, do empresário Eike Batista, que recrutou executivos estratégicos da Petrobras meses antes do leilão de 2007 (9ª rodada).
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Dilma foge de debate do SBT pela 2ª vez e esnoba nordestinos
A desistência da candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff, de participar do debate promovido pelo SBT Nordeste, amanhã, causou o cancelamento do evento, comunicou na tarde de hoje a assessoria de imprensa da TV Aratu, retransmissora da rede na Bahia, que seria a sede do encontro. A campanha petista havia oficialmente descartado a presença da candidata ontem à tarde, alegando motivos de agenda de campanha, mas a TV afirmou que, diante da confirmação da presença de José Serra (PSDB), haveria uma sabatina com o tucano. Hoje à tarde, o evento foi definitivamente cancelado. O debate seria o penúltimo da campanha - na sexta-feira, está previsto o debate na Rede Globo. Em 20 de setembro, o SBT Nordeste promoveu um debate entre os presidenciáveis que concorriam ainda no primeiro turno. O evento, realizado em Recife, teve como foco os projetos dos candidatos para a região. Na ocasião, Dilma também não participou, deixando a troca de ideias para Serra, Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL).
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
DILMA X JOSÉ SERRA - Compare as acusações contra ambos antes de votar
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Dilma Rousseff vem sendo alvo de várias acusações de conivência com escândalos, desvios de verbas e assessores enrolados em corrupção. José Serra por outro lado tem somente o caso "Paulo Souza" como arma da sua opositora.
As acusações contra Dilma estão na justiça, em inquéritos da Polícia Federal ou sob investigação do Ministério Público Federal (orgão do judiciário) e do TCU - Tribunal de Contas da União (orgão do legislativo para fiscalização de obras e gastos do executivo).
Já o caso de Serra é baseado apenas na fofoca dos meios políticos, sem inquérito nem acusação formal. Seria, supostamente, o desvio de dinheiro do partido (não dinheiro público), do caixa de campanha. Nenhum contribuinte da campanha deu queixa desse suposto roubo.
A campanha petista tenta colar que poderia ser dinheiro de caixa dois vindo de algumas empreiteiras, as mesmíssimas empreiteiras que fazem obras TAMBÉM para o governo federal e que também fizeram DOAÇÕES à candidatura governista.
Alega-se ainda que Paulo Souza está citado na "operação Castelo de Areia". Está sim, em uma investigação paralela da principal, onde seu nome apareceu uma única vez.
Na mesma operação Castelo de Areia o VICE DE DILMA, MICHEL TEMER, é citado 21 vezes (VINTE E UMA!)...
A lista acima mostra a quantas anda o telhado de Dilma em comparação ao de Serra. Com a diferença que o caso de Serra é com um diretor de uma empresa estatal sem o menor vínculo direto com o candidato, apenas com seu governo. Os casos de Dilma, TODOS, tem ligação DIRETA com ela, com sua pessoa. Se listássemos todos os casos envolvendo o governo que ela participou, e é candidata a dar continuidade, haveria uma lista 10 vezes maior para apresentar.
Veja, analise, reflita e decida seu voto no domingo.
sábado, 23 de outubro de 2010
Excelente entrevista coletiva com José Serra - Dilma fugiu.
Sem montagem, sem baixarias, sem fofocas - temas pertinentes e importantes, que enriquece o debate político. Coisa de primeiro mundo, civilizado e democrático. Uma oportunidade diferente dos marketados horários eleitorais gratuítos e dos engessados debates onde em 1 minuto deve-se responder a perguntas super complexas.
Gaste uma hora do seu tempo e conheça a fundo o que pensa um dos candidatos e quais suas reais propostas. Infelizmente a outra candidata fugiu da entrevista, mantendo mais ainda escondido seus pensamentos, história e convicções.
Para assistir, basta clicar sobre a imagem:
Se não abrir o link, acesse por aqui ENTREVISTA SERRA RBS 22/10/10
Serra foi atingido por rolo de fita adesiva, afirma laudo de perito
rolo de fita adesiva foi um dos objetos que Serra levou na cabeça
Laudo emitido por Ricado Molina, professor da UNICAMP e perito forense da mais alta qualificação no Brasil demonstra sem sombra de dúvidas que José Serra foi atingido, entre outros objetos, por um rolo de fita adesiva na cabeça, em tumulto provocado por petistas durante caminhada do candidato tucano na cidade do Rio de Janeiro, dia 19 último. Molina ficou famoso ao desvendar celêumas na morte de PC Farias, Mamonas Assassinas, Chacina de Carajás entre vários outros.
Serra e participantes da passeata, jornalistas inclusive, já haviam declarado que vários objetos foram arremessados contra as pessoas que se aglomeravam em volta do candidato. Uma repórter da TV Globo foi atingida por uma pedra. Um pastor levou um golpe com um cabo de vassoura. Serra, que já havia sido atingido pela famosa "bolinha de papel" que virou hit na internet, também levou raspões de cabos de bandeiras, empurrões e se esquivou de outros vários objetos.
Quase chegando à van que o transportava, um rolo de fita adesiva, cujo interior é feito de material rígido e tem peso considerável, atingiu-o violentamente na cabeça. Serra se refugiou dentro da van para colocar uma bolsa de gelo improvisada na cabeça, descendo metros a frente para continuar sua campanha - um direito de qualquer candidato, desrespeitado pela milícia petista enraivecida e anti-democrática.
Blogs chapa-branca financiados pelo governo federal (via anúncios da Caixa, Petrobras, BB e BNDES) e partidários do PT sairam pela internet desqualificando Serra por, vejam só, SER VÍTIMA de violência de petistas!
O presidente Lula (ex-presidente, pois não faz mais nada além de campanha eleitoral usando nosso dinheiro), deu declarações grosseiras e totalmente descabidas sobre o episódio, uma entrevista que entrará para a história ao mostrar como um presidente de um país democrático NÃO PODE SE COMPORTAR. Ao invés de Lula condenar o ato de agressão por parte dos militantes do partido ao qual tem enorme influência e pedir calma e paz no processo eleitoral, Lula mais uma vez passa a mão sobre a cabeça dos vândalos, seus novos alopradinhos, sataniza a vítima e dá corda para que mais violência aconteça. Totalmente irresponsável!
Depois que o assunto caiu na rede, mostrando a selvageria de militantes portando bandeiras vermelhas, camiseta e boné do PT, xingando e atirando coisas, convenientemente arranjaram uma cena, NO DIA SEGUINTE, de bexigas de água sendo atiradas contra o carro da candidata Dilma em Curitiba. Nesse caso, não havia nenhum manifestante tucano ou qualquer coisa do tipo para qualificar isso como um ato eleitoral. Nem confusão ou bate boca havia no local. Bexigas de água podem muito bem ter sido atiradas até por crianças da janela de um apartamento, uma pura molecagem que nada tem a ver com eleição. Pode também - e há espaço para essa especulação - ter sido gente do próprio PT plantada no local para criar um factóide a fim de amenizar o episódio do Rio. Quem andou estudando a filmagem desse caso repara que Dilma, ao chegar próximo ao local, passa várias vezes olhando para cima como que esperando que algo acontecesse. Um conveniente guarda-chuva vermelho com a estrela branca do PT estava pronto para ser aberto e usado segundos depois do incidente.
Como os petistas são especialistas em atos de agressão em época de eleição, e também em dissimular seus atos de espionagem e grosseria, nada mais justo que a desconfiança de tudo que falam e façam seja levantada.
José Serra e sua candidatura já foram alvo de dossiês ILEGAIS encomendados pela campanha petista. Foi alvo de uma denúncia mentirosa de uma ex-aluna contra sua esposa Monica Serra - sendo que essa denunciante sumiu em viagem para o exterior, em local incerto e não sabido, dias depois de contar a mentira. É alvo diariamente de mentiras lançadas pela candidata Dilma no horário eleitoral, onde se fala que ele quer privatizar o que nunca pensou ou falou e que obras suas não tem valor. Esse é o estilo do PT de fazer campanha, na base da violência, falseamentos, jogos sujos e dossiês. E em todos os casos, todos!, se alguém reclama ou retruca eles fazem cara de santos e jogam a culpa nas costas da vítima. Um horror de atitude, endossada por Lula e pelo comando da campanha em rede nacional, na maior cara de pau. É o escárnio.



