Bolinha de papel foi 20 minutos antes de rolo de fita adesiva atingir candidato
O IMBECIL Luis Inácio Lula da Silva (o cidadão, não o presidente, pois esse não existe mais) - um DESCARADO que não pega no batente há mais de um ano, fazendo apenas campanha eleitoral para eleger seu MAMULENGO e deixando o governo na mão de ratazanas como Erenice Guerra dentre tantos outros; o IRRESPONSÁVEL - que vomita em palanques país afora mensagens de ódio para sua militância; o EMBRIAGADO - que não perde uma chance de aparecer para falar bobagens; o INESCRUPULOSO personagem de si mesmo - que desobedece a todas as leis, a nossa CONSTITUIÇÃO que um dia jurou defender e respeitar; o MOLEQUE - que fala sem pensar e não pensa antes de falar, resolveu mais uma vez ser INDECOROSO com o cargo que ocupa e meter sua VENENOSA língua em microfones da imprensa para fazer CHACOTA com um gravíssimo tema que é a VIOLÊNCIA ELEITORAL que seus militantes protagonizam Brasil afora.
A FALTA DE EDUCAÇÃO desse APEDEUTA é o estopim de atos do tipo. O maior incentivador ao VALE TUDO é o PSEUDO-HOMEM que deveria dar exemplo de seriedade à nação. Ao chamar o candidato - que pode vir a ser o próximo presidente - José Serra de falso, mentiroso, enganador e outras coisas mais, depois do mesmo sofrer com o VANDALISMO DO PT no Rio de Janeiro ontem, foi a gota d'água para esse escriba também perder as estribeiras. LULA PERDEU A CHANCE DE FICAR CALADO PARA NÃO PASSAR POR IRRESPONSÁVEL.
AGORA LUIS INÁCIO, o cidadão que na prática RENUNCIOU SEU MANDATO deve, NO MÍNIMO, um PEDIDO PÚBLICO DE DESCULPAS ao candidato José Serra.
Primeiro foi em São Paulo, onde uma milícia de petistas vestidos de vermelho e portando bandeiras da Dilma coagiram e tentaram invadir uma pequena gráfica no bairro do Cambuci, centro da capital. A raiva era contra a igreja Católica e seus Bispos da Regional Sul 1 da CNBB. Xingamentos contra padres e católicos era o mote entre os militantes.
Agora, no Rio de Janeiro, novamente uma milícia petista resolve invadir uma caminhada de campanha do candidato opositor para atirar pedras e causar tumulto. Nunca um ato de campanha de Dilma foi perturbado por militantes da oposição, mesmo quando em redutos eleitorais tucanos, como São Paulo e Paraná.
Os petistas estão cada vez mais agindo como as milícias bolivarianas de Hugo Chaves, onde até mortes já ocorreram por motivação política. Na Venezuela, fazer oposição ao regime ditatorial e populista de Chaves pode render prisão, invasão de domicílio e agressões. O governo conta com as milícias do partido do presidente, devidamente armadas e treinadas pelo exército, regulamentadas em lei!
Parece que até nisso o PT copia seu ídolo máximo no exterior. Hugo Cháves, para quem ainda não sabe, é apoiador entusiamado da candidatura de Dilma Rousseff, a quem chama de Dilma Russóff, vejam no vídeo abaixo.
Existe uma polêmica a respeito da apreensão de folhetos e materiais de suposta propaganda eleitoral em curso essa semana. De um lado, a campanha de Dilma Rousseff fez escarcéu em cima do Bispo Luiz Gonzaga Bergonzini, da Diocese de Guarulhos - SP, por ter ele encomendado - de forma totalmente legal, diga-se - dois milhões de exemplares de um folheto chamado “APELO A TODOS OS BRASILEIROS E BRASILEIRAS”, que seria distribuído em igrejas da região. A tal carta é assinada por três bispos da Comissão de Defesa da Vida da Regional Sul I, da CNBB.
De outro, o PSDB entrou com mandato de segurança junto ao TRE para pedir a proibição da distribuição de um jornal da CUT (Central Única dos Trabalhadores) que faz propaganda descarada a Dilma, além de pesadas críticas à oposição. Também foi pedido a retirada do conteúdo digital na página oficial da entidade na internet.
Apesar de haver uma aparência de simples guerra eleitoral na troca de acusações de ambos os lados, coisa até corriqueira em reta final de eleições apertadas, o fato é que são situações totalmente distintas, feitas cada uma da maneira, do modo como cada lado entende a democracia.
O PSDB pegou seus advogados, e dentro da lei, elaborou uma petição e a protocolou na Justiça. Seu pedido foi aceito pelo simples fato que a LEI ELEITORAL PROIBE CLARAMENTE que SINDICATOS patrocinem candidatos em época eleitoral e que façam campanha. a CUT, como central sindical, recebe dinheiro público através de imposto SACADO OBRIGATORIAMENTE e mensalmente do salário de cada brasileiro, queira ou não o trabalhador.
Já no caso dos folhetos da Igreja Católica, o PT também entrou com petição na Justiça solicitando a apreensão dos mesmos ainda na gráfica. A diferença - total diferença - é que os tais folhetos são a simples emissão de opinião de uma igreja para com seus fiéis, patrocinada com dinheiro da igreja, que é arrecadado FACULTATIVAMENTE junto a seus fiéis. Ninguém é obrigado a fazer doações à qualquer igreja, mesmo sendo membro dela. O folheto prega que os católicos não votem em quem defende o aborto, e nem cita o nome de Dilma. Essa porém, feliz da vida, acusou os Bispos de crime - declarou isso! - sem entender uma só vírgula do que diz nossa constituição sobre a liberdade de expressão.
Não existe crime, nem eleitoral (diferente do caso da CUT, que é definido em lei), um grupo religioso expressar suas reservas a respeito de políticos que atuam em desencontro com as convicções Cristãs. O PT só conseguiu a apreensão usando subterfúgios de que o PSDB estaria por trás da empreitada, mostrando uma falta de respeito para com a Igreja Católica, pois a comparou a mero agregado de um partido político. O PT pensa que a igreja é igual a CUT!
Pior que isso tudo foi a maneira como ocorreram os fatos: PSDB entrou na justiça, aguardou a decisão e espera agora as devidas providências republicanamente. O PT, ao contrário, assim que conseguiu sua postulação na justiça, juntou sua milícia vermelha e partiu para frente da gráfica onde o material foi impresso, agindo igual bolivarianos ensandecidos, portando bandeiras vermelhas e vestindo o uniforme de boné e camiseta caracteristico para fazer fuzarca, pressão e intimidação de um simples micro-empresário. Agiram como polícia! Queriam, vejam só, invadir a pequena gráfica, provavelmente para empastelar tudo como faziam os fascistas de Mussolini, ou faz hoje os "pagapaus" de Hugo Cháves. O vídeo abaixo, feito pelo próprio PT e divulgado como troféu para sua militância é de dar asco. Mais asco ainda ver no YouTube os comentários anti-católicos postados pelos petistas cibernéticos.
O resumo dessa opereta bananeira é que misturam uma manifestação de Cristãos, assinada, paga com dinheiro limpo, fruto de doações voluntárias de fiéis, com nota fiscal e pedidos formalizados, tudo dentro da legalidade, com uma atitude suspeitíssima de uma central sindical, que é mantida com dinheiro de impostos, arrecadados obrigatoriamente de todos os trabalhadores do país, e ainda patrocinada com verbas do Banco do Brasil e da Petrobras, via contratos que ninguém tem acesso, DINHEIRO PÚBLICO enfim. Tudo coroado com coerção e intimidação de hordas vestidas de vermelho, atuando como polícia política, nos moldes de uma Stasi nazista.
Esse é o modelo PT de atuar quando sob pressão. Pressão essa de perder a eleição e as milhares de boquinhas arranjadas dentro do aparelho estatal. Depois reclamam quando setores da sociedade os comparam a fascistas em pele de cordeiro.
Em entrevista aos jornalistas Willian Bonner e Fátima Bernardes no Jornal Nacional de hoje, Dilma Rousseff voltou a atacar José Serra lembrando o suposto caso de desvio de dinheiro da campanha do PSDB por um ex-diretor da DERSA - empresa estatal paulista de controle e manutenção de estradas e rodovias.
A entrada desse assunto foi usado por Dilma para fazer um estranho contraponto com o escândalo Erenice Guerra, sua ex-braço direito nos ministérios das Minas e Energia e da Casa Civil, substituta indicada por Dilma para ocupar sua cadeira durante a campanha. Perguntada por Bonner sobre o caso, Dilma quis passar a impressão de que no governo Lula tudo se investiga, e que no do adversário não ocorre o mesmo.
O fato porém, é que o caso Erenice só andou depois que a imprensa pressionou fortemente. Tivesse ficado o assunto restrito a apenas uma revista e um jornal, Erenice estaria até hoje despachando na sala ao lado da do presidente da república.
Ainda sobre a investigação, a Polícia Federal até hoje não conseguiu arrancar uma só palavra de qualquer um dos filhos da ex-assessora, e nem mesmo ouviu a principal acusada. Tudo está sendo jogado para depois da eleição de 31 de outubro.
Tentando misturar alhos com bugalhos, já que o caso de Serra é uma suposição baseada apenas em fofocas sem fontes e, se verdadeira, envolveria apenas fundos do partido e não dinheiro público, Dilma alegou que o ex-diretor paulista está sob investigação na operação Castelo de Areia, da Polícia Federal. O problema, entretanto, é bem pior para a candidata petista, pois a mesma operação cita 21 vezes em seu relatório de investigação sobre supostos desvios de verbas públicas o nome do seu vice Michel Temer. São 21 indícios que apareceram em escutas e papéis apreendidos. O ex-diretor da Dersa, na mesma investigação é citado apenas uma vez, em um caso paralelo. Adhemar Palocci, irmão do ex-ministro Antonio Palocci e diretor da Eletronorte, é outro citado no mesmo relatório da PF. Palocci é coodenador da campanha de Dilma e provável ministro em caso de vitória da petista.
Willian Bonner pareceu até que tentaria lembrar essa incoerência, mas não conseguiu entrar no meio do discurso da candidata.
Talvez seja o caso do tucano José Serra lembrar, no próximo debate, essa enorme contradição de Dilma Rousseff. Isso se houver o debate prometido para a TV Record, já que representantes da candidata governista já desistiram de comparecer às reuniões que culminariam no próximo debate - esse do SBT - inviabilizando-o. O que transparece entre os comandantes petistas é que Dilma fugirá de debates que não sejam o da Rede Globo, marcado para o dia 29 de outubro, a dois dias da eleição. Cabe aos eleitores perguntar-se porque uma candidata foge de debates em um segundo turno, quando as possibilidades de explanar idéias e propostas são consideravelmente favoráveis. Deve ser o medo de novamente cair em contradição.
O debate realizado pela Rede TV e Folha de São Paulo nessa noite de domingo, 17 de outubro, deixou claro quem tem mais preparo para governar o país. José Serra, que já havia ganho o debate anterior na TV Bandeirantes, dessa vez não deixou margens para dúvidas. Foi totalmente superior do início ao fim, colocando Dilma em posição de incontestável inferioridade.
Dilma gaguejou como de praxe, se enrolou com números e dados, trocou nome de programas e inverteu idéias. Demonstrou nervosismo e um ar engessado típico de quem só consegue se soltar quando a dinâmica do debate entra no que foi combinado com marketeiros.
Serra mostrou confiança e serenidade, com certeza fruto da experiência galgada em várias eleições ganhas e perdidas, em governos que realmente já administrou. Também cometeu alguns erros, mas bem menos que sua concorrente.
A maior prova desse apequenamento de Dilma se deu em dois momentos em que chama José Serra de "senhor", um escorregão na fala normal onde candidatos se chamam de "você". Essa leve demonstração de respeito misturado com inferioridade revelou o momento atual da campanha presidencial.
O debate realizado pela Rede TV e Folha de São Paulo nessa noite de domingo, 17 de outubro, deixou claro quem tem mais preparo para governar o país. José Serra, que já havia ganho o debate anterior na TV Bandeirantes, dessa vez não deixou margens para dúvidas. Foi totalmente superior do início ao fim, colocando Dilma em posição de incontestável inferioridade.
Dilma gaguejou como de praxe, se enrolou com números e dados, trocou nome de programas e inverteu idéias. Demonstrou nervosismo e um ar engessado típico de quem só consegue se soltar quando a dinâmica do debate entra no que foi combinado com marketeiros.
Serra mostrou confiança e serenidade, com certeza fruto da experiência galgada em várias eleições ganhas e perdidas, em governos que realmente já administrou. Também cometeu alguns erros, mas bem menos que sua concorrente.
A maior prova desse apequenamento de Dilma se deu em dois momentos em que chama José Serra de "senhor", um escorregão na fala normal onde candidatos se chamam de "você". Essa leve demonstração de respeito misturado com inferioridade revelou o momento atual da campanha presidencial.
A assessoria da campanha do candidato tucano à Presidência, José Serra, divulgou uma nota sobre uma das maiores baixarias “jornalísticas” de que se tem notícia na história da cobertura política no país:
“Diante de matéria publicada hoje, a campanha de José Serra esclarece: Monica Serra nunca fez um aborto. Essa acusação falsa, que já circulava antes na internet, repete o padrão Miriam Cordeiro de que o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva foi vítima na eleição de 1989. E dá continuidade ao jogo sujo que tem caracterizado a presente campanha desde que um núcleo do PT, montado para fazer dossiês contra o candidato tucano à Presidência, foi descoberto em Brasília. Primeiro eles atacaram a filha de José Serra. Depois atacaram o seu genro. Agora eles agridem a sua mulher, Monica, que tem a irrestrita solidariedade, amor e respeito de seu marido, de seus filhos, netos e de milhões de brasileiros.”