terça-feira, 12 de abril de 2016
Michel Temer e a mensagem de whatsapp que vazou (de propósito?)
terça-feira, 29 de março de 2016
O ESCÂNDALO DAS CALCINHAS
Durante a ditadura militar, presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo foi cassado por usar verbas do gabinete em viagens e compras no exterior.
Em três de dezembro de 1976 o Diário Oficial da União publicou ato do governo militar, presidido pelo general Ernesto Geisel, suspendendo os direitos políticos e cassando o mandato do deputado estadual Leonel Julio, do então MDB, naquilo que ficou conhecido como “o escândalo das calcinhas”.
O deputado Leonel Julio, eleito pela região periférica de Ermelino Matarazzo, tornou-se presidente da Assembleia paulista como resultado de entendimento entre diversas correntes políticas do MDB (oposição ao regime militar) e da ARENA (partido de apoio ao regime militar), únicos partidos permitidos naquele tempo. Leonel, um homem pacato, de relacionamento afável com todos, surgiu como um terceiro nome que não tinha grandes rejeições. Acabou eleito para acomodar o desajuste interno e tentou estar à altura do cargo, a despeito de sua condição humilde de parlamentar educado, mas sem grande base cultural.
Deslumbrado pelo poder e pela importância do cargo, Leonel, dizia-se então, mal assessorado, realizou viagens e compras com verbas da Assembleia e comitivas exageradas. Claro que perto dos escândalos de hoje em dia aquilo seria considerado hoje coisa extremamente pequena. Num dos retornos, Lionel mandou chamar vários jornalistas setoritas (que cobrem um setor apenas - no caso a ALESP) à sala de reuniões da presidência, numa mesa abarrotada de presentes, do tipo perfumes, canetas, chaveiros, enfim, lembrança de viajante da época em que o país era mais província ainda, super fechado economicamente e onde uma caneta importada tinha status de presente de casamento, pedindo a cada um que escolhesse o que desejasse.
Alguns jornalistas explicaram de forma educada que sua funções não permitiriam aceitar (coisa daqueles tempos de um pouco mais de recato!), o que até deixou o deputado surpreso, aparentemente ofendido.
A questão ficou feia quando através de denúncia de pessoas de dentro do próprio gabinete da mesa diretora, os jornalistas receberam cópias de notas fiscais de compra de calcinhas femininas no exterior, em grande quantidade. E a revelação caiu como bomba entre os jornalistas. Como notícia o fato era importante, grave, por se tratar de dinheiro público.
Publicadas as matérias nos principais meios de comunicação, Leonel Julio foi cassado quase que sumariamente, por ordem do regime.
Hoje o Brasil é um outro país onde há total liberdade de expressão e do direito de defesa. Isso mostra como há políticos que usam de um direito universal das democracias para protelar processos no sistema judiciário. Em todos os casos, nessas situações, cobra-se de políticos e administradores a correção e atitude honrosa de se afastar por decisão própria da função pública enquanto se defende de acusações. Temos o Estado Democrático de Direito conquistado, mas políticos continuam a se apropriar do que é público. Políticos de todas as matizes ideológicas, sem exceção.
segunda-feira, 7 de março de 2016
O Lula "paz e amor" se compara a uma cobra Jararaca e solta palavrões na cara do Brasil
Já faz muito tempo, mas lá no ínicio do governo Lula, o correspondente do New York Times no Brasil, Larry Rother, escreveu uma matéria sobre o gosto etílico do então presidente. O relato completo da história está no livro "Deu no New York Times", de autoria do próprio jornalista. Na época, a coisa tomou uma proporção gigantesca, convertendo-se no primeiro episódio polêmico do governo petista. Lula, para não variar, não gostou nada da coisa e, tal qual um senhorio contrariado, ordenou a expulsão de Larry Rother do Brasil. Márcio Thomaz Bastos, então Ministro da Justiça, chegou a alertar que a ação era inconstitucional. A resposta de Lula foi peremptória: "Foda-se a Constituição".
Em 2004, quando o jornal americano circulou com o texto de Rother, Lula ostentava uma popularidade considerável. Ainda não era o mídas que se tornaria depois de 2006, mas o país ainda estava enebriado pela figura do "Lulinha paz e amor", criada pelo publicitário Duda Mendonça para mascarar politicamente o troglodita sindical e viabilizar sua busca pelo Planalto. Aquela ocasião foi um ponto fora da curva na atuação do então mandatário, que se esforçava para parecer civilizado, democrático e simpático aos mercados.
O Lula redesenhado para as eleições de 2002 sempre foi uma ficção. O Lula de verdade sempre foi um sujeito autoritário, megalomano e estúpido até o fundo da alma. Esse Lula autêntico, sem a redoma da marquetagem picareta, é o que está escancarado por ai no Brasil de 2016. O líder que se pretende detentor das ruas e guardião da vontade do povo, o homem que se vangloria de atos miraculosos, o caudilho que vê a si mesmo como um ente superior de razão, o bolivariano que quer ser o general de uma falsa guerra de classes travada entre brasileiros.
Na última sexta, a criatura que se acha inimputável foi apresentada a realidade. Em despacho cumprido pela Polícia Federal, Sérgio Moro ordenou que o ex-presidente fosse levado coercitivamente para prestar depoimento sobre as nebulosas suspeitas que o atingem no âmbito das investigações da operação Lava Jato. Passou a manhã inteira fazendo algo que jamais imaginou fazer: dando explicações de seus atos. Liberado, convocou seus pelegos para distribuir coices e ofensas por meio de uma coletiva de imprensa onde posou de perseguido com aquela desfaçatez que é característica dos mendazes profissionais.
Mas não foi apenas isso. Pouco depois, Jandira Feghali, deputada do PCdoB, gravou um vídeo onde, sem querer, flagrava Lula em conversa telefônica com Dilma. Logo em sua primeira fala, o ex-presidente, em um desarranjo verbal, mandou os integrantes da Lava Jato enfiarem todo o processo no cu.
A reação de Lula só espanta quem não conhece sua história. Esse é o apreço que ele tem pela ordem e pelo império da lei. Ao mandar a Constituição se fuder e a Justiça enfiar o processo da Lava Jato no cu, Lula apenas escancarou seu temperamento. Temperamento este que é a expressão fidedigna da moralidade com que governou o Brasil.
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
Lula é maior ladrão do Brasil segundo o Google
sábado, 18 de abril de 2015
Dilma mentiu sobre os empréstimos do BNDES à Cuba!
domingo, 26 de outubro de 2014
AÉCIO VENCEU COM 80,4% DOS VOTOS VÁLIDOS. DILMA TEVE 19,6%
AÉCIO VENCEU COM 80,4% DOS VOTOS VÁLIDOS. DILMA TEVE 19,6% - votos na Austrália. Contabilizando as urnas de diversos países na região oriental onde votam brasileiros residentes no exterior e que já tiveram as eleições encerradas Aécio dispara na frente. Os dados foram levantados através da contabilização dos BU's (Boletim de Urnas) que são impressos pelas urnas eletrônicas e afixados obrigatoriamente na porta de cada seção ao término da votação (no caso, em consulados e embaixadas). O resultado oficial será divulgado apenas após as 20:00hs (horário de verão/Brasília) pela Justiça Eleitoral. Fonte: Diário do Poder
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Por que votar em Aécio Neves 45
O atual governo está perdido, errático na área econômica, a mais importante para um país. Se a economia não crescer, se a inflação não for controlada, todos os ganhos obtidos nos últimos 20 anos começarão a se perder. Hoje, várias indústrias estão demitindo ou colocando em férias coletivas ou "Lay-Offs" (o trabalhador fica em casa recebendo seguro desemprego por um tempo de seis meses), principalmente no sul e sudeste do Brasil. Esta informação não é conversa, é fato. Por isso a votação de Dilma foi péssima nessas localidades e os oposicionistas Aécio e Marina ganharam. Se pessoas continuarem e ser demitidas e empresas fechadas - o que já está ocorrendo, repito! - cada vez iremos mais para o buraco do encolhimento econômico. Dilma não enxerga assim, e ela vai continuar a fazer políticas erradas já que acha que tudo vai bem - não vai!
Fernando Henrique e Lula fizeram bons governos. Fernando Henrique e Lula são líderes. Dilma não é uma líder, foi apresentada por Lula como uma "gerentona". Hoje o país precisa de líderes. Gerentes servem para administrar cidades, serem zeladores de obras, mas nunca conseguem ou tem capacidade para comandar com pulso forte uma nação. Dilma já mostrou que não entende do riscado. Ela se comporta como um dono de loja que promove liquidação nos produtos que vende para juntar dinheiro rápido para cobrir o cheque especial estourado, a dívida, e depois descobre que não tem mais dinheiro para repor o estoque. A realidade é que nem uma boa gerente Dilma é. Ela está queimando todas nossas reservas para se manter no poder. Isso vai aparecer de forma cruel para os mais pobres em 2015. Para a classe média e o operariado isso já é uma realidade em boa parte do país.
Aécio é líder. Isso é incontestável. Ele não é um "salvador da pátria", e não existem salvadores da pátria, pessoas com poderes sobrenaturais. Porém Aécio Neves sabe fazer a boa política. Ele tem o carisma de um Lula, a inteligência de um FHC, sabe atrair pessoas para seu projeto de governo assim como Tancredo Neves soube costurar a transição da ditadura militar para a democracia que hoje vivemos. Todos esses nomes são LÍDERES. Vejam que Aécio já conseguiu apoio de Marina Silva e seus companheiros, conseguiu apoio também da família e amigos do falecido Eduardo Campos e do PSB (Partido Socialista Brasileiro), muitos professores, economistas, jornalistas, líderes sindicais, escritores, médicos, engenheiros, cientistas, gente que lê muito e sabe se informar sobre os detalhes da economia, da administração do país, da complexidade dos problemas que estamos hoje enfrentando. Também artistas, poetas, músicos e tantas outras categorias de pessoas estão com total apoio a essa candidatura. Isso significa que um futuro governo com Aécio presidente contará com suporte para implementar mudanças na economia, na saúde, na educação e na segurança pública que são inadiáveis, que estão na boca de cada cidadão e que precisam de um líder para tocá-las. Aécio aglutina pessoas, não as separa em grupos distintos. Ele é a certeza de um Brasil unido. Já Dilma está enrolada com um monte de políticos do atraso, como Maluf, Collor, Sarney, Renan Calheiros. Quem você convidaria para um café em sua casa? Maluf ou Marina Silva? Pois é.
Todas as conquistas sociais serão mantidas com Aécio. Salários e aposentadorias, pensões e bolsas, tudo isso estará garantido com Aécio Neves pois ele tem condições de fazer o Brasil crescer de novo, e sem inflação alta. Todos esses apoios citados, de gente de bem, vão cobrar de Aécio postura e garra. E essa palavra, garra, talvez seja a que mais defina hoje o voto em Aécio Neves: Ele está com toda a garra para enfrentar as dificuldades. Dilma está entrando em campo com o corpo cansado, como um jogador que vai apenas cumprir tabela. Aécio é aquele jogador de futebol que entra em campo já gritando, chamando os companheiros para vencer, para jogar - e jogar o bom jogo, sem cometer faltas. Dilma é um zagueirão que só dá pontapés, Aécio é o artilheiro em busca do gol. Bom voto dia 26.
No link abaixo um manifesto de 164 professores universitários que descrevem nossa situação econômica caótica e declaram voto em Aécio Neves: MANIFESTO DE PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS DE ECONOMIA

