quinta-feira, 12 de maio de 2016
Tchau Dilma, já vai tarde!
terça-feira, 12 de abril de 2016
Michel Temer e a mensagem de whatsapp que vazou (de propósito?)
terça-feira, 29 de março de 2016
O ESCÂNDALO DAS CALCINHAS
Durante a ditadura militar, presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo foi cassado por usar verbas do gabinete em viagens e compras no exterior.
Em três de dezembro de 1976 o Diário Oficial da União publicou ato do governo militar, presidido pelo general Ernesto Geisel, suspendendo os direitos políticos e cassando o mandato do deputado estadual Leonel Julio, do então MDB, naquilo que ficou conhecido como “o escândalo das calcinhas”.
O deputado Leonel Julio, eleito pela região periférica de Ermelino Matarazzo, tornou-se presidente da Assembleia paulista como resultado de entendimento entre diversas correntes políticas do MDB (oposição ao regime militar) e da ARENA (partido de apoio ao regime militar), únicos partidos permitidos naquele tempo. Leonel, um homem pacato, de relacionamento afável com todos, surgiu como um terceiro nome que não tinha grandes rejeições. Acabou eleito para acomodar o desajuste interno e tentou estar à altura do cargo, a despeito de sua condição humilde de parlamentar educado, mas sem grande base cultural.
Deslumbrado pelo poder e pela importância do cargo, Leonel, dizia-se então, mal assessorado, realizou viagens e compras com verbas da Assembleia e comitivas exageradas. Claro que perto dos escândalos de hoje em dia aquilo seria considerado hoje coisa extremamente pequena. Num dos retornos, Lionel mandou chamar vários jornalistas setoritas (que cobrem um setor apenas - no caso a ALESP) à sala de reuniões da presidência, numa mesa abarrotada de presentes, do tipo perfumes, canetas, chaveiros, enfim, lembrança de viajante da época em que o país era mais província ainda, super fechado economicamente e onde uma caneta importada tinha status de presente de casamento, pedindo a cada um que escolhesse o que desejasse.
Alguns jornalistas explicaram de forma educada que sua funções não permitiriam aceitar (coisa daqueles tempos de um pouco mais de recato!), o que até deixou o deputado surpreso, aparentemente ofendido.
A questão ficou feia quando através de denúncia de pessoas de dentro do próprio gabinete da mesa diretora, os jornalistas receberam cópias de notas fiscais de compra de calcinhas femininas no exterior, em grande quantidade. E a revelação caiu como bomba entre os jornalistas. Como notícia o fato era importante, grave, por se tratar de dinheiro público.
Publicadas as matérias nos principais meios de comunicação, Leonel Julio foi cassado quase que sumariamente, por ordem do regime.
Hoje o Brasil é um outro país onde há total liberdade de expressão e do direito de defesa. Isso mostra como há políticos que usam de um direito universal das democracias para protelar processos no sistema judiciário. Em todos os casos, nessas situações, cobra-se de políticos e administradores a correção e atitude honrosa de se afastar por decisão própria da função pública enquanto se defende de acusações. Temos o Estado Democrático de Direito conquistado, mas políticos continuam a se apropriar do que é público. Políticos de todas as matizes ideológicas, sem exceção.
segunda-feira, 7 de março de 2016
O Lula "paz e amor" se compara a uma cobra Jararaca e solta palavrões na cara do Brasil
Já faz muito tempo, mas lá no ínicio do governo Lula, o correspondente do New York Times no Brasil, Larry Rother, escreveu uma matéria sobre o gosto etílico do então presidente. O relato completo da história está no livro "Deu no New York Times", de autoria do próprio jornalista. Na época, a coisa tomou uma proporção gigantesca, convertendo-se no primeiro episódio polêmico do governo petista. Lula, para não variar, não gostou nada da coisa e, tal qual um senhorio contrariado, ordenou a expulsão de Larry Rother do Brasil. Márcio Thomaz Bastos, então Ministro da Justiça, chegou a alertar que a ação era inconstitucional. A resposta de Lula foi peremptória: "Foda-se a Constituição".
Em 2004, quando o jornal americano circulou com o texto de Rother, Lula ostentava uma popularidade considerável. Ainda não era o mídas que se tornaria depois de 2006, mas o país ainda estava enebriado pela figura do "Lulinha paz e amor", criada pelo publicitário Duda Mendonça para mascarar politicamente o troglodita sindical e viabilizar sua busca pelo Planalto. Aquela ocasião foi um ponto fora da curva na atuação do então mandatário, que se esforçava para parecer civilizado, democrático e simpático aos mercados.
O Lula redesenhado para as eleições de 2002 sempre foi uma ficção. O Lula de verdade sempre foi um sujeito autoritário, megalomano e estúpido até o fundo da alma. Esse Lula autêntico, sem a redoma da marquetagem picareta, é o que está escancarado por ai no Brasil de 2016. O líder que se pretende detentor das ruas e guardião da vontade do povo, o homem que se vangloria de atos miraculosos, o caudilho que vê a si mesmo como um ente superior de razão, o bolivariano que quer ser o general de uma falsa guerra de classes travada entre brasileiros.
Na última sexta, a criatura que se acha inimputável foi apresentada a realidade. Em despacho cumprido pela Polícia Federal, Sérgio Moro ordenou que o ex-presidente fosse levado coercitivamente para prestar depoimento sobre as nebulosas suspeitas que o atingem no âmbito das investigações da operação Lava Jato. Passou a manhã inteira fazendo algo que jamais imaginou fazer: dando explicações de seus atos. Liberado, convocou seus pelegos para distribuir coices e ofensas por meio de uma coletiva de imprensa onde posou de perseguido com aquela desfaçatez que é característica dos mendazes profissionais.
Mas não foi apenas isso. Pouco depois, Jandira Feghali, deputada do PCdoB, gravou um vídeo onde, sem querer, flagrava Lula em conversa telefônica com Dilma. Logo em sua primeira fala, o ex-presidente, em um desarranjo verbal, mandou os integrantes da Lava Jato enfiarem todo o processo no cu.
A reação de Lula só espanta quem não conhece sua história. Esse é o apreço que ele tem pela ordem e pelo império da lei. Ao mandar a Constituição se fuder e a Justiça enfiar o processo da Lava Jato no cu, Lula apenas escancarou seu temperamento. Temperamento este que é a expressão fidedigna da moralidade com que governou o Brasil.
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
Lula é maior ladrão do Brasil segundo o Google
sábado, 18 de abril de 2015
Dilma mentiu sobre os empréstimos do BNDES à Cuba!
domingo, 26 de outubro de 2014
AÉCIO VENCEU COM 80,4% DOS VOTOS VÁLIDOS. DILMA TEVE 19,6%
AÉCIO VENCEU COM 80,4% DOS VOTOS VÁLIDOS. DILMA TEVE 19,6% - votos na Austrália. Contabilizando as urnas de diversos países na região oriental onde votam brasileiros residentes no exterior e que já tiveram as eleições encerradas Aécio dispara na frente. Os dados foram levantados através da contabilização dos BU's (Boletim de Urnas) que são impressos pelas urnas eletrônicas e afixados obrigatoriamente na porta de cada seção ao término da votação (no caso, em consulados e embaixadas). O resultado oficial será divulgado apenas após as 20:00hs (horário de verão/Brasília) pela Justiça Eleitoral. Fonte: Diário do Poder
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Por que votar em Aécio Neves 45
O atual governo está perdido, errático na área econômica, a mais importante para um país. Se a economia não crescer, se a inflação não for controlada, todos os ganhos obtidos nos últimos 20 anos começarão a se perder. Hoje, várias indústrias estão demitindo ou colocando em férias coletivas ou "Lay-Offs" (o trabalhador fica em casa recebendo seguro desemprego por um tempo de seis meses), principalmente no sul e sudeste do Brasil. Esta informação não é conversa, é fato. Por isso a votação de Dilma foi péssima nessas localidades e os oposicionistas Aécio e Marina ganharam. Se pessoas continuarem e ser demitidas e empresas fechadas - o que já está ocorrendo, repito! - cada vez iremos mais para o buraco do encolhimento econômico. Dilma não enxerga assim, e ela vai continuar a fazer políticas erradas já que acha que tudo vai bem - não vai!
Fernando Henrique e Lula fizeram bons governos. Fernando Henrique e Lula são líderes. Dilma não é uma líder, foi apresentada por Lula como uma "gerentona". Hoje o país precisa de líderes. Gerentes servem para administrar cidades, serem zeladores de obras, mas nunca conseguem ou tem capacidade para comandar com pulso forte uma nação. Dilma já mostrou que não entende do riscado. Ela se comporta como um dono de loja que promove liquidação nos produtos que vende para juntar dinheiro rápido para cobrir o cheque especial estourado, a dívida, e depois descobre que não tem mais dinheiro para repor o estoque. A realidade é que nem uma boa gerente Dilma é. Ela está queimando todas nossas reservas para se manter no poder. Isso vai aparecer de forma cruel para os mais pobres em 2015. Para a classe média e o operariado isso já é uma realidade em boa parte do país.
Aécio é líder. Isso é incontestável. Ele não é um "salvador da pátria", e não existem salvadores da pátria, pessoas com poderes sobrenaturais. Porém Aécio Neves sabe fazer a boa política. Ele tem o carisma de um Lula, a inteligência de um FHC, sabe atrair pessoas para seu projeto de governo assim como Tancredo Neves soube costurar a transição da ditadura militar para a democracia que hoje vivemos. Todos esses nomes são LÍDERES. Vejam que Aécio já conseguiu apoio de Marina Silva e seus companheiros, conseguiu apoio também da família e amigos do falecido Eduardo Campos e do PSB (Partido Socialista Brasileiro), muitos professores, economistas, jornalistas, líderes sindicais, escritores, médicos, engenheiros, cientistas, gente que lê muito e sabe se informar sobre os detalhes da economia, da administração do país, da complexidade dos problemas que estamos hoje enfrentando. Também artistas, poetas, músicos e tantas outras categorias de pessoas estão com total apoio a essa candidatura. Isso significa que um futuro governo com Aécio presidente contará com suporte para implementar mudanças na economia, na saúde, na educação e na segurança pública que são inadiáveis, que estão na boca de cada cidadão e que precisam de um líder para tocá-las. Aécio aglutina pessoas, não as separa em grupos distintos. Ele é a certeza de um Brasil unido. Já Dilma está enrolada com um monte de políticos do atraso, como Maluf, Collor, Sarney, Renan Calheiros. Quem você convidaria para um café em sua casa? Maluf ou Marina Silva? Pois é.
Todas as conquistas sociais serão mantidas com Aécio. Salários e aposentadorias, pensões e bolsas, tudo isso estará garantido com Aécio Neves pois ele tem condições de fazer o Brasil crescer de novo, e sem inflação alta. Todos esses apoios citados, de gente de bem, vão cobrar de Aécio postura e garra. E essa palavra, garra, talvez seja a que mais defina hoje o voto em Aécio Neves: Ele está com toda a garra para enfrentar as dificuldades. Dilma está entrando em campo com o corpo cansado, como um jogador que vai apenas cumprir tabela. Aécio é aquele jogador de futebol que entra em campo já gritando, chamando os companheiros para vencer, para jogar - e jogar o bom jogo, sem cometer faltas. Dilma é um zagueirão que só dá pontapés, Aécio é o artilheiro em busca do gol. Bom voto dia 26.
No link abaixo um manifesto de 164 professores universitários que descrevem nossa situação econômica caótica e declaram voto em Aécio Neves: MANIFESTO DE PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS DE ECONOMIA
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
BOMBA! Vaza na internet o primeiro programa do horário eleitoral na TV com Eduardo Campos.(Dilma e o PT são o alvo)
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
Lula e o PT tentaram colar pecha de "Novo Collor" em Eduardo Campos - Tática suja do PT teve até agentes da Abin xeretando a vida do falecido candidato.
Em março passado, num encontro com empresários do Paraná, Lula atacou Eduardo Campos com uma baixaria digna do seu mau-caratismo que sempre orienta os assassinatos de reputações cometidos pela militância petista. Lula, em certo momento, comparou o pré-candidato de oposição Eduardo Campos (PSB) ao ex-presidente Fernando Collor de Mello. Ao defender a necessidade de manter as políticas de governo por mais quatro anos, e sobre como seria ruim haver uma interrupção do governo Dilma, declarou: "A minha grande preocupação é repetir o que aconteceu em 1989: que venha um desconhecido, que se apresente muito bem, jovem e nós vimos o que deu". Os presentes ficaram chocados com a comparação rasteira entre Collor e Campos. Pela comparação e também pelo fato de que, hoje, o alagoano é um dos maiores aliados do governo no Senado. Ontem Lula não quis gravar vídeo. Fez uma nota. Campos jamais deixou de reconhecer que devia muito ao petista. Lula, em nome do projeto de poder do PT, já trabalhava com todas as forças para desqualificar o jovem político, tragicamente falecido no dia de ontem.
Do blog do Coronel
ABIN XERETA NO MÊS DE ABRIL
A VEJA desta semana traz uma reportagem do balacobaco, de autoria de Hugo Marques e Rodrigo Rangel. A Polícia Militar de Pernambuco prendeu quatro agentes da Abin que atuavam disfarçadamente no Porto de Suape, em Pernambuco, com o objetivo de espionar as ações do governador do Estado, Eduardo Campos (PSB), pré-candidato à Presidência da República. Atenção! Não há nada de errado em haver agentes do serviço de Inteligência acompanhando movimentos sociais que potencialmente perigosos para a segurança pública ou do estado. As melhores democracias do mundo fazem isso. Ocorre que não é esse o caso. Leiam trecho da reportagem. A íntegra segue na edição impressa.
"É colossal o esforço do governo para impedir que decolem as candidaturas presidenciais do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e da ex-senadora Marina Silva (sem partido). Nos últimos meses, a presidente Dilma Rousseff reacomodou no ministério caciques partidários que ela havia demitido após denúncias de corrupção, loteou cargos de peso entre legendas desgarradas da base aliada e pressionou governadores do próprio PSB a minar os planos de Campos. Sob a orientação do ex-presidente Lula, Dilma trabalha para Montar a maior coligação eleitoral da historia e, assim, impedir que eventuais rivais tenham com quem se aliar. A maior parte dessa estratégia é posta em pratica a luz do dia, como a volta dos “faxinados” PR e PDT a Esplanada, mas ha também uma face clandestina na ofensiva governista, com direito a espionagem perpetrada por agentes do estado. Um dos alvos dessa ação foi justamente Eduardo Campos, considerado pelo PT um estorvo à reeleição de Dilma pela capacidade de dividir com ela os votos dos eleitores do Nordeste, região que foi fundamental para assegurar a vitória da presidente em 2010.
(…)
O Porto de Suape, no Recife, carro- chefe do processo de industrialização de Pernambuco, serviu de arena para o até agora mais arrojado movimento envolvendo essa disputa pré-eleitoral. No dia 11 de abril, a Policia Militar deteve quatro espiões da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) que fingiam trabalhar no local, mas há semanas se dedicavam a colher informações que pudessem ser usadas contra Campos. A Secretaria de Segurança Pública estadual já monitorava os agentes travestidos de portuários fazia algum tempo. Disfarçados, eles estavam no estacionamento do porto quando foram abordados por seguranças. Apresentaram documentos de identidade e se disseram operários. Acionada logo depois, a PM entrou em cena. Diante dos policiais, os espiões admitiram que eram agentes da Abin, que estavam cumprindo uma missão sigilosa e pediram que não fossem feitos registros oficiais da detenção. 0 incidente foi documentado em um relatório de uma página, numa folha de papel sem timbre, arquivada no Gabinete Militar do governador. Contrariado com a espionagem, Eduardo Campos ligou para o chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, general Jose Elito Siqueira, a quem o serviço secreto do governo está subordinado.
Em uma reunião com aliados do PPS, o governador contou que o general garantiu que não houve espionagem de cunho político, ou de viés eleitoral, mas apenas um trabalho rotineiro. “Nos fazemos apenas monitoramento de cenários para a presidenta”. ponderou o chefe do GSI. Apesar da gravidade do incidente, o caso foi dado como encerrado pelos dois lados. Poucas pessoas souberam da história. A elas, Campos explicou que não queria tornar público o episódio para não “atritar” ainda mais a relação com o Palácio do Planalto nem causar um rompimento entre as partes. Mas houve desdobramentos. “Tive de prender quatro agentes da Abin que estavam me monitorando”. Revelou Eduardo Campos. E ainda desabafou: “Isso é coisa de quem não gosta de democracia, de um governo policialesco”. Pediu aos aliados que o assunto fosse mantido em segredo. “Não tenho nada a dizer sobre isso”, desculpou-se na semana passada o deputado Roberto Freire, presidente da legenda, que estava presente a reunião.
Os agentes detidos no Porto de Suape trabalham na superintendência da Abin em Pernambuco. São eles: Mario Ricardo Dias de Santana, Nilton de Oliveira Cunha Junior, Renato Carvalho Raposo de Melo e Edmilson Monteiro da Silva. No dia da detenção, usavam um Palio (JCG-1781) e um Peugeot (KHI-1941). A placa do Pálio é fria, não existe. Já a do Peugeot é registrada em nome da própria Abin. Na semana passada, o agente sênior Mario Santana se aposentou. Nilton Junior e Renato de Melo davam expediente normalmente na superintendência. Já Edmilson Silva, na quinta-feira, estava escalado para o plantão noturno. Nada mais natural. Edmilson Silva tem uma dupla jornada de trabalho. Além de espião, é vereador, eleito pelo PV, no município de Jaboatão dos Guararapes. Vive, portanto, urna situação curiosa. Durante o dia, como vereador, é um defensor das liberdades. Às escuras, como araponga, une-se aos colegas de repartição para violá-las. “Fui ao Porto de Suape algumas vezes apenas para visitar amigos”, disse a VEJA o agente-vereador."
Por Reinaldo Azevedo
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
FACEBOOK FORA DO AR E INTERNAUTAS DESCONFIADOS
CENSURA
Uma das hipóteses prontamente levantada por muitos seria um ataque hacker ou mesmo algum tipo de censura por parte do governo brasileiro, que vem sistematicamente impondo feroz e intimidatória crítica aos opositores da campanha da presidente Dilma Rousseff. Notoriamente a maioria dos usuários do Facebook tem forte rejeição ao petismo e milhares de páginas coletivas dessa rede fazem oposição ao governismo. Para realçar essa pressão governamental contra setores críticos houve o caso, recentemente, do banco Santander, um dos maiores no Brasil e com forte presença na Europa, que sofreu "bullying" do Partido dos Trabalhadores e de setores do governo federal por ter emitido uma nota à alguns clientes alertando para os movimentos da Bolsa de Valores em revés da candidatura oficial. Pressionado, o presidente mundial do grande banco multinacional teve que demitir sumariamente uma economista e emitir nota de agravo à mesma. Na imprensa especializada, essa atitude foi vista como pressão anti-republicana de um governo sobre a liberdade de expressão e péssimo sinal de intervencionismo em um setor da economia privada. Porém, ainda não há explicações e tudo não passa de especulação sobre o que realmente teria ocorrido com a rede de Mark Zuckerberg.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Novo site: Dilma Mente.
sábado, 25 de maio de 2013
quinta-feira, 31 de maio de 2012
De Lula a ACM: a metamorfose ambulante
terça-feira, 29 de maio de 2012
#LulaMente domina twitter e mobiliza agentes petistas virtuais na tentativa de abafar manifestação expontânea
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Decifrando a letra - Indiretas Já - Marcelo Adnet
domingo, 22 de maio de 2011
Palocci e a estória da carochinha (ou pra boi dormir)
Tirando o fato que Dilma prometeu, para ajudar a conter a inflação, cortar na carne gastos supérfluos - que são muitos - logo no seu primeiro mês de mandato e que hoje vemos, infelizmente, que sua equipe econômica dá cabeçadas em público e os gastos com custeio continuam a todo vapor, aumentando aliás. Investimentos, que não podem nem suportam mais prorrogação, estes sim estão parados ou com contigenciamento de verbas. Criação de cargos comissionados, de repartições novas, gastos desnecessários, estes apontam não ter perdido força alguma. E NÓS É QUE PAGAMOS ESSA CONTA!
Lula deixou uma tremenda herança maldita, na forma de dívidas, programas encrencados e um caminhão de promessas largadas pelo caminho. Lula foi aquele espertalhão que saiu Brasil afora inaugurando placas apenas, terrenos vazios, sonhos irrealizaveis. Isso tudo deixou um rastro de pólvora em forma de despesas futuras.
Dilma, que no início pareceu mostrar indepêndencia, agora, com a crise em torno do seu primeiro ministro Antonio Palocci, deixa transparecer a todos que é mesmo um boneco ainda atrelado ao criador. Poderia ter dado uma mostra de autoridade e demitido o ministro encrencado em explicar a fabulosa quantia de 20 milhões que apareceram em sua conta bancária, mas preferiu se rebaixar a politicagem rasteira pedindo penico a Lula e seu fiel escudeiro para assuntos de comunicação e imprensa Franklin Martins.
Isso só mostra que teremos mais 3,5 anos de governo fraco. Mais um mandato perdido. A montanha de problemas que exigiriam um presidente de pulso firme para enfrentá-los será mais uma vez adiada. Lula passou 8 anos empurrando isso com a barriga. Em seus dois mandatos NENHUMA reforma estrutural foi feita. Dilma mostra-se agora incapaz de fazer algo também. E o Brasil segue capenga, crescendo economicamente, mas jogando seus problemas, que são muitos, debaixo do tapete. Vamos crescendo desorganizadamente, sem planejamento, como um puxadinho sobre outro no fundo do quintal.

CASO PALOCCI:
Só sendo um tremendo otário para se acreditar que palocci amealhou por baixo uns 20 milhões em um ano prestando consultoria. Está na cara que houve tráfico de influência, já que Palocci, mesmo tendo perdido a cadeira de ministro de Lula na esteira do Escândalo do Caseiro Francenildo, era uma espécie de conselheiro privilegiado junto ao presidente barbudo. Palocci voltou a ser deputado federal, participava das mais importantes comissões temáticas do congresso e tinha acesso irrestrito a todos os orgãos governamentais. Conselheiro econômico e político de Lula, entrava em seu gabinete praticamente sem marcar hora.
Tanto poder tinha que se tornou coordenador da campanha eleitoral de Dilma, indicado por Lula. Com sua vitória, assumiu o mais importante ministério e já era nome para disputar o governo do estado de São Paulo em 2014. Dilma eleita, Palocci recebe instantaneamente milhões em sua conta corrente e compra uma mansão em forma de apartamento por declarados 6,5 milhões.
Querer fazer que acreditemos que ele prestou "consultoria", via uma empresa que nunca ninguém ouviu falar até hoje, empresa essa que não tem funcionários, não tem website, não tinha nem mesmo escritório com placa na porta, é de fazer rir. Empresas de consultoria que faturam isso que Palocci faturou tem no mínimo uma centena de funcionários, distribuem boletins mensais na rede, tem dez, vinte anos de trabalhos na praça e estão sempre aparecendo na mídia como fonte e referência a diversos assuntos coligados. Palocci nunca escreveu um livro (salvo uma biografia chapa-branca que nem por ele foi escrita, mas encomendada), não é mestre nem Phd em nada, não tem artigos da sua empresa publicados em local algum, além de ser médico e não economista. Sua única experiência é a política, dos cargos que já ocupou, e seus contatos dentro do governo do qual fazia parte. Resumindo, a única coisa possível que justifique essa dinheirama é tráfico de influência ou mesmo desvio de verbas de campanha, o famigerado caixa 2. Só engana quem se quer enganar.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Aguardando a oposição se mexer!
Apesar de terem finalmente dado o espaço merecido a FHC, o conteúdo ficou um tanto a desejar. FHC poderia ter sido muito mais explorado, e ele sempre tem coisas interessantes a dizer.
Porém, sendo o primeiro programa nacional do partido na TV desde as eleições, caberia ao candidato José Serra a honra de abrir o programa, agradecendo seus mais de 40 milhões de votos e informando que o partido ao qual pertence e que com ele concorreu ao cargo máximo da nação estaria agora fazendo o que se espera: OPOSIÇÃO.
Poderiam deixar claro, sendo até didático, que ser oposição não é apostar contra o governo eleito. É ser fiscal, cobrando cada promessa jogada ao vento durante a campanha. Afinal, alguém precisa alertar tanto o eleito quanto os eleitores que uma promessa de campanha é um compromisso assumido.
Fica muito fácil fazer campanha em um país onde tradicionalmente a memória é curta. Assim, promete-se mundos e fundos e depois da fatura levada sai-se assoviando tranquilamente. O papel de quem ficou fora é levantar o cartão amarelo a cada falta cometida. É ser uma espécie de juiz do jogo.
Precisamos desse ator no cenário político local, é imprescindível!, pois durante os oito anos do governo Lula, que agora de certa forma segue com Dilma, houve um gasto bilionário em publicidade e propaganda pintando de rosa uma situação que hoje vemos precária ao extremo. Só o fato de um atual ministro ter admitido que os 180 milhões reservados para o programa de controle de emergências e catástrofes não ter saído do papel - isso depois das tragédias da região serrana do Rio de Janeiro - mostra bem a quantas andava o governo "mil maravilhas" do Sr. Luis Inácio.
De posse do governo de vários estados importantes, governando para nada menos que 505 da população, a oposição tem poder e voz para fazer esse papel. Só precisa acertar os ponteiros e combinar com seus jogadores que, até agora, preferem ficar se esbofeteando no vestiário.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Para os 50% que não aceitam a esculhambação do Brasil
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Queremos OPOSIÇÃO! Dura, séria, implacável e sistemática - ou enterrem nossa democracia de vez e vamos jogar Play Station II
Isso não significa que a estratégia do PT nessa eleição, onde um poste foi eleito as custas de uma verba milionária, BILIONÁRIA se considerarmos os dois anos de campanha promovido ilegalmente pelo presidente da república e praticamente todo seu governo, não tenha sido fator preponderante para o sucesso da empreitada.
O PT definiu com bastante antecedência como faria para eleger seu poste: Usar sem o menor comedimento republicano a máquina federal em apoio descarado a sua candidata; Ter em mãos o maior orçamento da história do Brasil para comprar tudo que fosse possível e que trouxesse benefícios; Usar uma rede na internet suja, paga com recursos de publicidade das empresas estatais, em especial Caixa Econômica Federal, BNDES, Petrobras e Banco do Brasil, sem a menor vergonha na cara; Usar e abusar como "inocentes úteis" parte do jornalismo que ainda se encontra nas trevas do tempo da guerra fria e acredita ser o PT um partido de "esquerda"; Aliar-se ao diabo em nome de uma vitória eleitoral - aos nomes dos capetas: José Sarney, Fernando Collor de Melo, Renan Calheiros, Edir Macedo (não a IURD, pois essa devemos respeitar, mas o empresário), e todos mensaleiros e aloprados que povoaram a campanha governista.
O caso específico dos institutos de pesquisa terá que ser debatido e estudado. Nunca antes na história desse país os institutos foram tão unânimes em SEMPRE colocar, TODAS AS VEZES, a margem de erro de suas pesquisas em vantagem de um lado só. Houve ainda a descarada COMPRA de institutos que soltaram números fantasiosos, claramente manipulados, e que foram "aceitos" bovinamente pela imprensa e divulgados a exaustão - com a honrosa excessão do jornalismo da TV Globo, que só deu repercursão aos institutos mais comedidos Datafolha e Ibope.
Enfim, a empreitada teve seu relativo sucesso - elegeu o poste. Mas foi uma eleição com um índice de votação e um histórico bem menor que o imaginado pelo cabo eleitoral Lula e seus asseclas. A grosso modo, quem não votou ou votou contra é um contigente maior de pessoas, e a oposição tomará conta a partir do próximo ano - via governos dos estados - de um número maior de eleitores que o futuro governo de Dilma Rousseff.
Isso tem um significado importante, e que deve ser a pauta dos partidos de oposição: PRATICAMENTE METADE DOS BRASILEIROS QUEREM UMA OPOSIÇÃO CONVICTA AO PRÓXIMO GOVERNO. Não há espaços para concessões. Dilma e sua turma (Sarney, Temer, Collor, etc) tem MAIORIA NO CONGRESSO. Não há a menor necessidade de querer conversa com quem não coaduna com esse projeto de governo. Que CADA POLÍTICO DE OPOSIÇÃO seja apenas e somente um FISCAL do que essa turma faça. Que CADA DEPUTADO, SENADOR e GOVERNADOR da oposição coloque a boca no trombone CASO SE TENTE APROVAR OU IMPLANTAR medidas que afrontem o Estado de Direito Democrático. Que cada OPOSICIONISTA vigie e divulgue - através da imprensa - qualquer ato anti-republicano e de roubalheira que possivelmente esse próximo governo fará ou tentará fazer. E O PRINCIPAL: QUE O GOVERNO DILMA ASSUMA, com sua enorme base, CADA MEDIDA IMPOPULAR que seja necessário tomar, mesmo que seja para o bem do país, afinal, OS GOVERNISTAS TERÃO PROBLEMAS SÈRIOS a enfrentar DEVIDO AS ATITUDES tomadas no governo passado QUE FOI DELES, RESPONSABILIDADE DELES SOMENTE.
Queremos oposição séria, DURA, implacável e sistemática. Quase igual a que eles fariam caso o eleito fosse José Serra. Digo quase igual porque o PT na oposição - e temos o exemplo no estado de São Paulo há 16 anos - é dura e implacável, porém NÃO É SÉRIA, e pior, é SUJA - isso não devemos imitar.




