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segunda-feira, 29 de março de 2010
Greve dos professores em SP: Bandidagem politiqueira VII
Os protestos de delegados e professores de São Paulo evidenciam motivações políticas neste ano eleitoral. Muitos dos pedidos estão distantes da realidade nacional. Os delegados paulistas querem, por exemplo, ganhar mais que a cúpula da polícia de Nova York. Os professores querem um aumento que inviabilizaria o funcionamento da Secretaria de Educação. O governador José Serra (PSDB) será candidato à Presidência.
No caso dos professores, o reajuste salarial exigido pelo movimento grevista aumentaria em 3,5 bilhões de reais por ano o gasto com a folha de pagamento. O Orçamento da Secretaria de Educação de São Paulo é de 16 bilhões de reais, dos quais 10,4 bilhões já estão comprometidos com salários. Se o valor gasto com salários chegar a 13,9 bilhões, sobrarão apenas 2,1 bilhões para pagar transporte dos alunos, merenda, material, obras etc.
Os delegados de Polícia Civil iniciaram esta semana uma "operação padrão", que promete tornar mais lento o atendimento ao público. Os líderes do movimento não descartam uma interrupção total dos serviços nas delegacias, caso o governo não se manifeste.
A Adpesp (Associação dos Delegados de Polícia do Estado de SP) reivindica uma reestruturação que inclua o reconhecimento da profissão como carreira jurídica, o que possibilitaria equiparar o salário de um delegado ao de um promotor.
Em 10 anos de carreira, o delegado ganharia cerca de 20 mil reais, ou US$ 11 mil por mês. Com 13º salário e férias chega-se a um total de US$ 149 mil por ano. Entre os mais de 40 mil policiais de Nova York, apenas onze da alta hierarquia recebem os maiores pagamentos da corporação, que somam US$ 138 mil por ano. Quando se aposentam, os americanos levam apenas 50% do salário.
"A questão salarial está chegando a um absurdo. Todos os policiais brasileiros querem ganhar o que nenhum policial do mundo ganha", diz José Vicente da Silva Filho, coronel da reserva da PM, ex-secretário nacional de Segurança Pública no governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).
Esta semana a Apeoesp (sindicato dos professores da rede de São Paulo) organizou nova manifestação de professores da rede estadual, em greve desde o começo do mês. O protesto terminou em confronto com a Polícia Militar e quatro professores foram detidos.
A entidade quer um reajusta salarial de 34%, afirmando que nenhum reajuste foi concedido desde 2005. O custo anual seria de 3,5 bilhões de reais.
Mas, considerando todos os reajustes nas tabelas e as gratificações concedidas, os professores de primeira a quinta séries tiveram sua remuneração aumentada em 36%. De quinta a nona séries e no Ensino Médio, o aumento foi de 38,2%.
A folha de pagamentos da Secretaria de Educação cresceu, entre 2005 e 2009, de R$ 7,8 bilhões para R$ 10,4 bilhões, ou 33%.
Ligações
A Apeoesp é presidida por Maria Izabel Azevedo Noronha, a Bebel, filiada ao PT. O antecessor dela foi Carlos Ramiro Castro, o Carlão, suplente do senador Eduardo Suplicy (PT). Ao deixar a presidência da Apeoesp, Ramires assumiu o comando do Conselho de Servidores, encarregado da negociação com o governo.
Depois de organizar greves e protestos durante a semana, Bebel encontrou espaço na agenda para dividir um palanque com a pré-candidata do PT ao Planalto, Dilma Rousseff, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Ela foi chamada de Bebel por Dilma e, apesar de o ato ser voltado para as mulheres metalúrgicas, sentou-se na mesa principal e chegou a ser classificada de "irmã nossa" por um dos presentes.
Já a associação dos policiais é ligada à Força Sindical, entidade presidida pelo deputado federal Paulo Pereira da Silva, da base do governo federal e que faz oposição em São Paulo.
No início do mês, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo apresentou uma proposta de aumento salarial para policiais civis, militares e científicos do Estado de até 23,82% (caso dos soldados de segunda classe da PM em cidades com até 200 mil habitantes). Para a Adpesp, a proposta do governo não avança nas negociações.
No caso dos professores, o reajuste salarial exigido pelo movimento grevista aumentaria em 3,5 bilhões de reais por ano o gasto com a folha de pagamento. O Orçamento da Secretaria de Educação de São Paulo é de 16 bilhões de reais, dos quais 10,4 bilhões já estão comprometidos com salários. Se o valor gasto com salários chegar a 13,9 bilhões, sobrarão apenas 2,1 bilhões para pagar transporte dos alunos, merenda, material, obras etc.
Os delegados de Polícia Civil iniciaram esta semana uma "operação padrão", que promete tornar mais lento o atendimento ao público. Os líderes do movimento não descartam uma interrupção total dos serviços nas delegacias, caso o governo não se manifeste.
A Adpesp (Associação dos Delegados de Polícia do Estado de SP) reivindica uma reestruturação que inclua o reconhecimento da profissão como carreira jurídica, o que possibilitaria equiparar o salário de um delegado ao de um promotor.
Em 10 anos de carreira, o delegado ganharia cerca de 20 mil reais, ou US$ 11 mil por mês. Com 13º salário e férias chega-se a um total de US$ 149 mil por ano. Entre os mais de 40 mil policiais de Nova York, apenas onze da alta hierarquia recebem os maiores pagamentos da corporação, que somam US$ 138 mil por ano. Quando se aposentam, os americanos levam apenas 50% do salário.
"A questão salarial está chegando a um absurdo. Todos os policiais brasileiros querem ganhar o que nenhum policial do mundo ganha", diz José Vicente da Silva Filho, coronel da reserva da PM, ex-secretário nacional de Segurança Pública no governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).
Esta semana a Apeoesp (sindicato dos professores da rede de São Paulo) organizou nova manifestação de professores da rede estadual, em greve desde o começo do mês. O protesto terminou em confronto com a Polícia Militar e quatro professores foram detidos.
A entidade quer um reajusta salarial de 34%, afirmando que nenhum reajuste foi concedido desde 2005. O custo anual seria de 3,5 bilhões de reais.
Mas, considerando todos os reajustes nas tabelas e as gratificações concedidas, os professores de primeira a quinta séries tiveram sua remuneração aumentada em 36%. De quinta a nona séries e no Ensino Médio, o aumento foi de 38,2%.
A folha de pagamentos da Secretaria de Educação cresceu, entre 2005 e 2009, de R$ 7,8 bilhões para R$ 10,4 bilhões, ou 33%.
Ligações
A Apeoesp é presidida por Maria Izabel Azevedo Noronha, a Bebel, filiada ao PT. O antecessor dela foi Carlos Ramiro Castro, o Carlão, suplente do senador Eduardo Suplicy (PT). Ao deixar a presidência da Apeoesp, Ramires assumiu o comando do Conselho de Servidores, encarregado da negociação com o governo.
Depois de organizar greves e protestos durante a semana, Bebel encontrou espaço na agenda para dividir um palanque com a pré-candidata do PT ao Planalto, Dilma Rousseff, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Ela foi chamada de Bebel por Dilma e, apesar de o ato ser voltado para as mulheres metalúrgicas, sentou-se na mesa principal e chegou a ser classificada de "irmã nossa" por um dos presentes.
Já a associação dos policiais é ligada à Força Sindical, entidade presidida pelo deputado federal Paulo Pereira da Silva, da base do governo federal e que faz oposição em São Paulo.
No início do mês, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo apresentou uma proposta de aumento salarial para policiais civis, militares e científicos do Estado de até 23,82% (caso dos soldados de segunda classe da PM em cidades com até 200 mil habitantes). Para a Adpesp, a proposta do governo não avança nas negociações.
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domingo, 28 de março de 2010
Datafolha 27 de março 2010: Serra sobe, Dilma cai.

Da Folha de São Paulo:
O pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, abriu nove pontos de vantagem sobre a petista Dilma Rousseff e voltou a ser líder isolado na corrida ao Palácio do Planalto. Pesquisa Datafolha realizada nos dias 25 e 26 deste mês mostra o tucano com 36%. A petista tem 27%. Há um mês, eles tinham 32% e 28%, respectivamente, no mesmo cenário. Como a margem de erro da pesquisa Datafolha é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, Serra apresentou crescimento real -embora tenha retornado ao patamar de dezembro, quando tinha 37%. Já Dilma, pela primeira vez não apresentou crescimento na sua curva de intenção de votos: a petista oscilou negativamente um ponto percentual. No mesmo levantamento, Ciro Gomes (PSB) ficou com 11% (tinha 12% em fevereiro e 13% em dezembro). Marina Silva (PV) está estacionada e manteve os mesmos 8% obtidos em dezembro e há um mês. Indecisos, brancos e nulos somam 7% e 11% não souberam responder. Quando o Datafolha exclui Ciro da lista de candidatos, o cenário fica semelhante. Serra vai a 40% contra 30% de Dilma -a diferença entre ambos passa de nove para dez pontos, mas essa variação está dentro da margem de erro. Sem Ciro, Marina pula para 10% e continua sem ameaçar o pelotão da frente.
2º turno e rejeição
As simulações de segundo turno seguiram os cenários de primeiro turno, com a recuperação de Serra. Numa hipotética disputa entre Serra e Dilma, o tucano venceria hoje com 48% contra 39% da petista -uma distância de nove pontos. Em fevereiro, os percentuais eram de 45% a 41%. Em termos de rejeição, do ponto de vista estatístico, os quatro principais concorrentes estão empatados no limite da margem de erro, mas quem numericamente tem o pior índice é Ciro Gomes, com 26%. Colados a ele vêm José Serra (com 25%), Dilma Rousseff (23%) e Marina Silva (22%).
Espontânea e nanicos
As curvas da pesquisa espontânea, quando o entrevistado diz em quem deseja votar sem ver uma lista de nomes, têm uma evolução discrepante do levantamento estimulado. Diferentemente do que ocorreu na pesquisa em que o eleitor vê seu nome, em que está estabilizada, Dilma continuou sua curva ascendente no levantamento espontâneo. Tinha 8% em dezembro, passou a 10% em fevereiro e agora chegou a 12%. Esse percentual a coloca à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (8%), que, até dezembro, liderava com folga a pesquisa espontânea. Isso mostra que a cada pesquisa o eleitor deixa de citar o nome do atual presidente porque vai percebendo que o petista não será candidato. Serra pontuou 8%, o mesmo percentual de dezembro. Ciro e Marina marcaram 1% cada. Houve também 3% para "candidato do Lula" e 1% para "no PT/candidato do PT". Pela primeira vez o Datafolha pesquisou candidatos de partidos pequenos. Por enquanto, só Mario de Oliveira (PT do B) conseguiu menções para pontuar 1%. Todos os demais estão abaixo desse patamar.
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sábado, 27 de março de 2010
Greve dos professores em SP: Bandidagem politiqueira VI

Ontem os Blogs dos ratos de esgoto, financiados pelo poder público, aqueles ratos imundos que ganham milhões na TV Brasil, espalharam esta foto dizendo que era um professor do PCC do Magistério Petista, a Apeopesp, atendendo uma policial ferida. Mentira! Não era. Não poderia ser. Estes ratos não fazem isso. Os ratos deram uma pancada na cabeça da policial que está sendo retirada. Quem está carregando a policial é um colega que não pode ser identificado. Ele só não foi espancado porque não foi reconhecido. Cá entre nós: com esta cara de gente honesta, poderia ser uma ratazana petista? A Polícia Militar do Estado de São Paulo já publicou uma nota oficial onde informa:
Com relação à foto publicada na grande imprensa de uma policial sendo socorrida, a Polícia Militar esclarece que trata-se da Soldado Erika Cristina Moraes de Souza Canavezi, que foi ferida com uma paulada no rosto e que está sendo socorrida por um policial militar a paisana.A policial foi atendida no Hospital Albert Ainsten medicada, liberada e passa bem.A Polícia Militar agradece as manifestações de solidariedade.
Agora vamos ver se os Blogs do Esgoto - A Conversa Fiada, Vi o Imundo e Proubojeto BR -, aqueles três blogs pagos pelo seu, pelo meu, pelo nosso dinheiro, afanado do BNDES, roubado da TV Brasil, achacado de políticos vão ter a honra de publicar um desmentido. E o PCC do Magistério Petista, a Apeopesp, vai dizer o quê? A companheira da Dilma, a Bebel, vai se manifestar? Que nada! Eles são sujos, sujos demais para tal providência. Que voltem para os seus buracos fedorentos com o seu dinheiro imundo. Datafolha neles!
....................................................................
Os Blogueiros do Esgoto estão perguntando no twitter: o que um policial à paisana está fazendo no meio de professores? Respondam a eles: salvando a vida dos seus colegas, vagabundos!
Do blog do Coronel
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sexta-feira, 26 de março de 2010
Greve dos professores em SP: Bandidagem politiqueira V
No primeiro post que escrevi sobre a greve da Apeoesp — que não deve ser confundida com greve de professores —, afirmei que os fascistas haviam, em passado recente, queimado livros em praça pública, como se fazia na Alemanha hitlerista. Como se fazia em Fahrenheit 451, o excelente filme de François Truffaut, baseado no romance de Ray Bradbury. A turma da Bebel, presidente do sindicato, também acha que ler faz as pessoas infelizes — por isso, inclusive, opõe-se a qualquer forma de promoção por mérito no magistério. Mas volto ao ponto. Quando afirmei que os apeoespentos haviam queimado livros, Bebel negou; sustentou, apesar das provas, que era uma acusação mentirosa. Agora vejam esta foto de Ernesto Rodrigues, da Agência Estado.

São os comandados de Bebel queimando livros na manifestação de hoje. Ela marcou a assembléia para o Palácio dos Bandeirantes, onde sabe que as concentrações são proibidas. Estava em busca de confronto com a polícia, que se limitou a interromper as vias de acesso que conduzem ao palácio. Os soldados não havia tocado numa caspa dos Remeletões & Mafaldonas, o que deixou a turba frustrada. Então eles deram um jeito: no cruzamento da rua Wagih Assad com a avenida Giovanni Gronchi, quebraram um vaso de rua e começaram a atirar pedras nos policiais, que revidaram com balas de borracha. Uma das pedras estilhaçou um carro de reportagem do Estadão.
Estes são os comandados pacíficos de Bebel: queimam livros, depredam o patrimônio público, atacam a polícia. O mais escandaloso: uma comissão da Apeoesp estava reunida com representantes do governo. Não há acordo. Os sectários dizem que só suspendem a greve — de uma extrema minoria — se as reivindicações forem atendidas; o governo diz que só continua a conversar com o fim da greve, no que faz muito bem.
Este ato de hoje, politicamente falando, foi planejado ontem no encontro de Bebel com Dilma Rousseff. A candidata do PT é, na prática, co-responsável pela bagunça e por uma eventual tragédia que decorra do absurdo sectarismo dos militantes petistas disfarçados de sindicalistas.
Alguns dirão: “Ah, seu título força a barra…” Força? Onde estava ontem Bebel, que Dilma chamou de “querida”? No palanque da candidata, num evento de mulheres metalúrgicas, o que evidencia o caráter político-partidário do encontro. Ou a Bebel petista é só aquela pacífica, e esta, que promove a arruaça e marca assembléia em local proibido, afrontando a lei, não é mais partidária de Dilma?
A provocação é de tal ordem que a presidente da Apeoesp marcou o próximo protesto para quarta-feira, dia 31. O sindicato faz as suas assembléias às sextas-feiras. Na quarta, Serra deixa o governo do Estado para se candidatar à Presidência. Bebel pretende que isso se dê com as ruas de São Paulo transformadas em praça de guerra por sua tropa de choque. O ideal mesmo seria, sei lá, produzir um cadáver!!!
Bebel praticamente já combinou com as primeiras páginas dos jornais paulistas: está prevista uma foto do presidenciável tucano ao lado de outra com o “protesto” da Apeoesp — o ideal é que seja o flagrante de um policial “reprimindo” um partidário de Dilma disfarçado de professor.
Os petistas descobriram como é fácil agredir a essência da democracia e ainda aparecer nos jornais e sites noticiosos como vítimas. Passem adiante este texto e esta foto dos partidários de Dilma queimando livros. Eis a civilização deles!
Do blog do Reinaldo Azevedo

São os comandados de Bebel queimando livros na manifestação de hoje. Ela marcou a assembléia para o Palácio dos Bandeirantes, onde sabe que as concentrações são proibidas. Estava em busca de confronto com a polícia, que se limitou a interromper as vias de acesso que conduzem ao palácio. Os soldados não havia tocado numa caspa dos Remeletões & Mafaldonas, o que deixou a turba frustrada. Então eles deram um jeito: no cruzamento da rua Wagih Assad com a avenida Giovanni Gronchi, quebraram um vaso de rua e começaram a atirar pedras nos policiais, que revidaram com balas de borracha. Uma das pedras estilhaçou um carro de reportagem do Estadão.
Estes são os comandados pacíficos de Bebel: queimam livros, depredam o patrimônio público, atacam a polícia. O mais escandaloso: uma comissão da Apeoesp estava reunida com representantes do governo. Não há acordo. Os sectários dizem que só suspendem a greve — de uma extrema minoria — se as reivindicações forem atendidas; o governo diz que só continua a conversar com o fim da greve, no que faz muito bem.
Este ato de hoje, politicamente falando, foi planejado ontem no encontro de Bebel com Dilma Rousseff. A candidata do PT é, na prática, co-responsável pela bagunça e por uma eventual tragédia que decorra do absurdo sectarismo dos militantes petistas disfarçados de sindicalistas.
Alguns dirão: “Ah, seu título força a barra…” Força? Onde estava ontem Bebel, que Dilma chamou de “querida”? No palanque da candidata, num evento de mulheres metalúrgicas, o que evidencia o caráter político-partidário do encontro. Ou a Bebel petista é só aquela pacífica, e esta, que promove a arruaça e marca assembléia em local proibido, afrontando a lei, não é mais partidária de Dilma?
A provocação é de tal ordem que a presidente da Apeoesp marcou o próximo protesto para quarta-feira, dia 31. O sindicato faz as suas assembléias às sextas-feiras. Na quarta, Serra deixa o governo do Estado para se candidatar à Presidência. Bebel pretende que isso se dê com as ruas de São Paulo transformadas em praça de guerra por sua tropa de choque. O ideal mesmo seria, sei lá, produzir um cadáver!!!
Bebel praticamente já combinou com as primeiras páginas dos jornais paulistas: está prevista uma foto do presidenciável tucano ao lado de outra com o “protesto” da Apeoesp — o ideal é que seja o flagrante de um policial “reprimindo” um partidário de Dilma disfarçado de professor.
Os petistas descobriram como é fácil agredir a essência da democracia e ainda aparecer nos jornais e sites noticiosos como vítimas. Passem adiante este texto e esta foto dos partidários de Dilma queimando livros. Eis a civilização deles!
Do blog do Reinaldo Azevedo
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Greve dos professores em SP: Bandidagem politiqueira IV
Maria Izabel Azevedo Noronha, a Bebel, presidente da Apeoesp, esteve ontem na abertura do 2º Congresso das Mulheres Metalúrgicas do ABC. Esse congresso, promovido pelo sindicato dos metalúrgicos da região, teve sua última edição feita em 1978! - pois é, fizeram uma reedição do evento justo agora, véspera das eleições presidenciais, com um tema que interessa diretamente a candidata do PT que lá esteve, e que não tem lá muita simpatia - segundo todas as pesquisas eleitorais - junto ao eleitorado feminino.
Então Bebel, que é professora, e jura que faz uma greve NÃO POLÍTICA nem PARTIDÁRIA, participa de uma mesa composta por Dilma Rousseff e Lula, sobre um assunto que diz mais às mulheres que trabalham em fábricas do que em escolas. Foi lá tratada a pão de ló, chamada de companheira, e certamente, na coxia, ganhou parabéns do presidente por infernizar a vida dos paulistas e atrapalhar a educação de nossas crianças, mas fazendo seu papel de militante do PT com inestimável empenho.
O evento todo foi uma descarada campanha antecipada, coisa que é ILEGAL, e que já rendeu duas condenações ao atual presidente da república pelo TSE. Tá certo que foram condenações com pagamento de multas irrisórias de 5 mil e 10 mil reais respectivamente, coisa que Lula pode pagar usando seu cartão corporativo federal, que é protegido de qualquer vigilância e auditoria.
Os professores DECENTES do estado de São Paulo precisam saber disso, e analisar o quanto a APEOESP está empenhada em usá-los como massa de manobra para fazer campanha eleitoral para o PT.
Vale ler o que saiu no PAINEL do jornal Folha de São Paulo sobre Bebel e cia:
Do Painel da Folha, sobre as "origens" da Apeoesp, presidido por uma espécie de gralha vermelha que persegue José Serra(PSDB-SP) com uma greve estúpida de professores:
Companheiro 1. Principal corrente da Apeoesp, sindicato dos professores da rede paulista que lidera o protesto contra Serra, a Artsind (Articulação Sindical) tem entre seus integrantes Delúbio Soares, o tesoureiro do mensalão. É também a corrente da atual presidente da entidade, Maria Izabel de Azevedo Noronha.
Companheiro 2. Em agosto passado, a Apeoesp promoveu seminário que homenageou Delúbio. Em nota oficial, foi feito agradecimento "pelo seu papel na construção da história vitoriosa que o PT possui, mas também na sua contribuição para a trajetória da esquerda brasileira".
Então Bebel, que é professora, e jura que faz uma greve NÃO POLÍTICA nem PARTIDÁRIA, participa de uma mesa composta por Dilma Rousseff e Lula, sobre um assunto que diz mais às mulheres que trabalham em fábricas do que em escolas. Foi lá tratada a pão de ló, chamada de companheira, e certamente, na coxia, ganhou parabéns do presidente por infernizar a vida dos paulistas e atrapalhar a educação de nossas crianças, mas fazendo seu papel de militante do PT com inestimável empenho.
O evento todo foi uma descarada campanha antecipada, coisa que é ILEGAL, e que já rendeu duas condenações ao atual presidente da república pelo TSE. Tá certo que foram condenações com pagamento de multas irrisórias de 5 mil e 10 mil reais respectivamente, coisa que Lula pode pagar usando seu cartão corporativo federal, que é protegido de qualquer vigilância e auditoria.
Os professores DECENTES do estado de São Paulo precisam saber disso, e analisar o quanto a APEOESP está empenhada em usá-los como massa de manobra para fazer campanha eleitoral para o PT.
Vale ler o que saiu no PAINEL do jornal Folha de São Paulo sobre Bebel e cia:
Do Painel da Folha, sobre as "origens" da Apeoesp, presidido por uma espécie de gralha vermelha que persegue José Serra(PSDB-SP) com uma greve estúpida de professores:
Companheiro 1. Principal corrente da Apeoesp, sindicato dos professores da rede paulista que lidera o protesto contra Serra, a Artsind (Articulação Sindical) tem entre seus integrantes Delúbio Soares, o tesoureiro do mensalão. É também a corrente da atual presidente da entidade, Maria Izabel de Azevedo Noronha.
Companheiro 2. Em agosto passado, a Apeoesp promoveu seminário que homenageou Delúbio. Em nota oficial, foi feito agradecimento "pelo seu papel na construção da história vitoriosa que o PT possui, mas também na sua contribuição para a trajetória da esquerda brasileira".
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quinta-feira, 25 de março de 2010
Greve dos professores em SP: Bandidagem politiqueira III
Bebel, a militante do PT que comanda a Apeoesp, não vai encerrar a “greve” de professores tão cedo. Só uma minoria extrema e extremista está com ela, mas isso é o de menos. Seus maiores aliados são os dois principais jornais de São Paulo. É uma pena que a edição do Estadão, por exemplo, ignore o editorial do Estadão (ver abaixo). Ontem, um grupo de não mais do que 20 manifestantes ligados ao sindicato resolveu, de novo, promover baderna numa solenidade de que o governador José Serra participava, desta vez em Franco da Rocha. Foram contidos pela polícia. Ouvi o relato de gente que estava lá, e não foi de Serra. Os policiais reagiram a agressões. Contiveram os valentões. Quatro foram presos. Espero que o governo tenha o bom senso de verificar se não há motivos para processá-los também.
“Professores agredindo PMS?” No dia 23 de maio de 2007, a tropa de choque da Apeoesp entrou em confronto com PMs. Saldo: 22 feridos. Todos eram policiais. É essa gente pacífica que está sob o comando de Bebel. Mas volto à imprensa.
Imaginem a satisfação da sindicalista petista: ela despacha seus tontons-maCUTs, eles promovem a baderna, a policia reage, e a foto vai parar, a exemplo de hoje, na primeira página do Estadão e da Folha. Poderia ser diferente? Claro! Serra começaria o discurso, e os baderneiros o impediriam de falar com palavras de ordem e xingamentos. E a foto iria parar na primeira página dos dois jornais.
Corolário: os iluministas da Apeoesp têm garantida a foto, sejam contidos pela polícia, segundo a lei, ou não. E esse já é o maior sucesso da sindicalista Bebel, que cumpre uma pauta partidária. Ontem, no Twitter, Mercadante dava seu apoio a grevistas de quaisquer categorias.
Folha e Estadão dão, assim, sua inestimável colaboração à pistolagem política, endossando, queiram ou não, o comportamento de um partido e de um sindicato que agem como ordem unida contra aquele que será o candidato da oposição à Presidência da República.
“Mas a Apeoesp não tem uma pauta sindical propriamente?”. Tem, sim! Quando não é irrealizável, como a ridícula reivindicação de aumento salarial de mais de 34%, é de um obscurantismo impressionante: quer destruir um modelo de gestão da educação que está se mostrando virtuoso, que já começa a dar resultados. O primeiro objetivo da direção da Apeoesp é agredir a candidatura de Serra, é evidente. O segundo é acabar com as promoções por mérito e com medidas que coíbem as faltas imotivadas de professores.
E a inauguração propriamente? Afinal, Serra estava lá por quê? Segundo a assessoria de imprensa do governador — e só com ela consegui saber do que se tratava —, ele inaugurou um Centro de Atenção Integrada à Saúde Mental (CAISM), com 40 leitos. Estima-se que serão realizados lá, por ano, 24 mil consultas ambulatoriais, 8 mil atendimentos de urgência e 500 internações. Tudo conversa oficial? A imprensa não parece muito interessada em saber.
“Você está parecendo o Lula, Reinaldo, reclamando da imprensa”. Será? Tanto as obras do governo federal são noticiadas que Lula vai lançar um PAC 2 sem que o 1 tenha decolado. Bastam as intenções. O PT e a Apeoesp já perceberam que eles se tornaram o redutor do noticiário envolvendo o governo de São Paulo: bastam gritos e impropérios.
Não! Não podemos tomar esse comportamento como coisa comum em democracias. Porque não é! A mobilização de Bebel, insuflada abertamente pelo PT na figura de Mercadante, para quem ela fará campanha no Estado, agride pilares do estado democrático e de direito. Um sindicato não pode ser usado pelo partido do poder para atacar o líder da oposição. E é o que está em curso.
Local proibido
E Bebel, encantada com o poder que tem nos jornais, marcou uma assembléia amanhã - sempre às sextas, para esticar o fim de semana - no Palácio dos Bandeirantes. Ela sabe que manifestações ali são proibidas por lei. Mas vai tentar mesmo assim. A polícia será acionada para obstruir as vias que levam ao local, cria-se alguma confusão na cidade, os tontons-maCUTs vão provocar a polícia, tentando atrair a “repressão”, e o circo vai para as TVs e os jornais. Eis Bebel a cumprir direitinho a sua tarefa. Merece ser promovida no partido.
Ou bem a imprensa se dá conta de que isso é tropa de assalto ao regime democrático ou bem integra de vez a tropa de assalto.
Do blog do Reinaldo Azevedo
“Professores agredindo PMS?” No dia 23 de maio de 2007, a tropa de choque da Apeoesp entrou em confronto com PMs. Saldo: 22 feridos. Todos eram policiais. É essa gente pacífica que está sob o comando de Bebel. Mas volto à imprensa.
Imaginem a satisfação da sindicalista petista: ela despacha seus tontons-maCUTs, eles promovem a baderna, a policia reage, e a foto vai parar, a exemplo de hoje, na primeira página do Estadão e da Folha. Poderia ser diferente? Claro! Serra começaria o discurso, e os baderneiros o impediriam de falar com palavras de ordem e xingamentos. E a foto iria parar na primeira página dos dois jornais.
Corolário: os iluministas da Apeoesp têm garantida a foto, sejam contidos pela polícia, segundo a lei, ou não. E esse já é o maior sucesso da sindicalista Bebel, que cumpre uma pauta partidária. Ontem, no Twitter, Mercadante dava seu apoio a grevistas de quaisquer categorias.
Folha e Estadão dão, assim, sua inestimável colaboração à pistolagem política, endossando, queiram ou não, o comportamento de um partido e de um sindicato que agem como ordem unida contra aquele que será o candidato da oposição à Presidência da República.
“Mas a Apeoesp não tem uma pauta sindical propriamente?”. Tem, sim! Quando não é irrealizável, como a ridícula reivindicação de aumento salarial de mais de 34%, é de um obscurantismo impressionante: quer destruir um modelo de gestão da educação que está se mostrando virtuoso, que já começa a dar resultados. O primeiro objetivo da direção da Apeoesp é agredir a candidatura de Serra, é evidente. O segundo é acabar com as promoções por mérito e com medidas que coíbem as faltas imotivadas de professores.
E a inauguração propriamente? Afinal, Serra estava lá por quê? Segundo a assessoria de imprensa do governador — e só com ela consegui saber do que se tratava —, ele inaugurou um Centro de Atenção Integrada à Saúde Mental (CAISM), com 40 leitos. Estima-se que serão realizados lá, por ano, 24 mil consultas ambulatoriais, 8 mil atendimentos de urgência e 500 internações. Tudo conversa oficial? A imprensa não parece muito interessada em saber.
“Você está parecendo o Lula, Reinaldo, reclamando da imprensa”. Será? Tanto as obras do governo federal são noticiadas que Lula vai lançar um PAC 2 sem que o 1 tenha decolado. Bastam as intenções. O PT e a Apeoesp já perceberam que eles se tornaram o redutor do noticiário envolvendo o governo de São Paulo: bastam gritos e impropérios.
Não! Não podemos tomar esse comportamento como coisa comum em democracias. Porque não é! A mobilização de Bebel, insuflada abertamente pelo PT na figura de Mercadante, para quem ela fará campanha no Estado, agride pilares do estado democrático e de direito. Um sindicato não pode ser usado pelo partido do poder para atacar o líder da oposição. E é o que está em curso.
Local proibido
E Bebel, encantada com o poder que tem nos jornais, marcou uma assembléia amanhã - sempre às sextas, para esticar o fim de semana - no Palácio dos Bandeirantes. Ela sabe que manifestações ali são proibidas por lei. Mas vai tentar mesmo assim. A polícia será acionada para obstruir as vias que levam ao local, cria-se alguma confusão na cidade, os tontons-maCUTs vão provocar a polícia, tentando atrair a “repressão”, e o circo vai para as TVs e os jornais. Eis Bebel a cumprir direitinho a sua tarefa. Merece ser promovida no partido.
Ou bem a imprensa se dá conta de que isso é tropa de assalto ao regime democrático ou bem integra de vez a tropa de assalto.
Do blog do Reinaldo Azevedo
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quinta-feira, 18 de março de 2010
Greve dos professores em SP: Bandidagem politiqueira
Escrevi um post ontem sobre um despacho da Reuters, publicado na Folha Online, que dava destaque a um ovo jogado por militante da Apeoesp na direção do governador José Serra. O Estadão Online pôs no ar a foto. O criminoso certamente se sentiu recompensado. E o crime agradece. Um crime que não se resume a esse ataque de boçalidade. O sindicato da rede oficial de ensino está mobilizado, neste momento, contra os pobres. Tenta tirar daqueles que já não têm muito o pouco que têm: o direito à educação. Sua pauta è obscurantista, atrasada, própria de gente que se reúne para queimar livros.
A Apeoesp é uma espécie de MST urbano: é virulento, odeia o mundo moderno, vende fantasias e falsidades e é contra a eficiência. Tem, na comparação com o movimento dos sem-terra, uma pequena diferença — a favor, acreditem, do MST: o movimento de João Pedro Stedile consegue, às vezes, demonstrar alguma independência em relação ao PT , sempre pela esquerda, claro!, mas consegue. A Apeoesp se limite a ser um esbirro partidário. Neste momento, sua tarefa é fazer campanha eleitoral. E usa os estudantes pobres como bucha de canhão de sua luta ensandecida.
Assim como o MST tenta convencer o Brasil de que o país precisa fazer uma reforma agrária nos moldes de 50 anos atrás — o que levaria o Brasil à fome e à miséria —, a Apeoesp tem uma luta que despreza as necessidades reais da educação. E o lastimável é que a imprensa, que faz profissão de fé na eficiência, reproduz de forma mecânica as suas mentiras.
O salário
Já bastava para qualificar a “luta” o pedido delirante de reajuste de 34%! Se me perguntam se professor ganha bem ou mal, diria que merece ganhar mais. Só que o salário inicial de um professor, num regime de 40 horas semanais (que é a média de qualquer trabalhador — a minha é mais do que o dobro..), é de R$ 1.835. É maior do que a de muitas profissões. Pode chegar a R$ 6.270 no fim da carreira. Por mim, ganhariam cinco vezes mais. A questão é saber se isso é realista e se há dinheiro para tanto. Não é, e não há. Ora, pesquisem para saber qual é o rendimento médio do trabalhador brasileiro e dos próprios professores em outros estados. A Apeoesp espalha por aí uma conta vigarista com média salário de 24 horas semanais. Quem, no Brasil, trabalha 24 horas por semana? Nem o Lula! Esse é tempo que ele passa discursando.
A grande mentira
De todas as mentiras, a mais escandalosa é a que assegura que os professores estão sem reajuste desde 2005. Daquele ano até 2009, a folha de pagamentos da Secretaria de Educação saltou de R$ 7,8 bilhões para R$ 10,4 bilhões. São dados oficiais, sim, mas verificáveis, em números públicos.
Mérito
Pedir muito, mentir para tentar ganhar adesões, tudo isso, dirá alguém, é próprio do sindicalismo etc. Ocorre que a pauta da Apeoesp é bem maior. O sindicato quer acabar com Programa de Valorização pelo Mérito. Ele permite que parte da categoria, a cada ano, receba 25% de reajuste — para tanto, os professores têm de se submeter a avaliações e programas de qualificação. Que idéia criminosa esta, não é mesmo???
Faltas
Os obscurantistas não param por aí! Exigem o fim da Lei 1041, que limitou as faltas justificáveis a seis por ano. Isto mesmo companheiro: na prática, cada professor já pode faltar seis vezes por ano sem ter um centavo descontado. A Apeoesp pretende voltar ao padrão antigo, e os pais dos alunos pobres sabem bem o que isso significa: escolas sem professor. De novo: os dados disponíveis indicam que, depois da 1041, houve uma redução de 60% no número de faltas.
Escola de formação
A Apeoesp luta para revogar a lei 1094, que criou a Escola Paulista de Formação de Professores e instituiu novas regras para ingresso na carreira. Com base nela, o estado abriu concurso para 10 mil professores — há mais de 261 mil inscritos. Os aprovados passam por um curso de preparação de quatro meses. A única conseqüência dessa lei é aumentar o preparo dos professores em sala de aula. Também quer extinguir as provas para professores temporários.
Ler e Escrever
Os iluminados também são contra o programa Ler e Escrever, que compreende a distribuição de material didático ao aluno e do Guia do Professor. Segundo esses libertários, isso tira o espaço para a criatividade, sabem? Vocês certamente sabem o que isso significa.
Bônus por resultado
A Apeoesp não gosta, acreditem, do programa Bônus por Resultados, que pode pagar até 2,9 salários aos professores e funcionários que superarem as metas de qualidade definidas para as escolas. No ano passado, 49% dos professores e 48% dos funcionários tiveram essa compensação. Os valentes acham que isso divide a categoria.
A pauta é essa
O sindicato se mobiliza, consegue paralisar uma parte pequena do professorado, mas em número suficiente para atrapalhar o trânsito na Paulista, e ganha notícia de jornal. Aí um delinqüente se desloca até uma solenidade em que se está inaugurando uma escola, tenta agredir autoridades com um ovo e se candidata, vamos ver, a ganhar primeira página de jornal. NESSA HORA, A FRANJA SINDICAL DO PT SE ENCONTRA COM A FRANJA PETISTA DO JORNALISMO. E o resultado é o que se vê.
Ação criminosa
Um crime contra a educação está sendo cometido em São Paulo. Só não é maior porque, felizmente, a esmagadora maioria dos professores percebeu que poderia se tornar massa de manobra do PT e da Apeosp e resolveu não aderir a essa greve doidivanas.
O que é um pouco espantoso é que a imprensa, que tanto diz zelar pela qualidade na educação, espalhe a mentira sobre a suposta falta de reajuste desde 2005 — o governo sempre aparece negando, como se fosse mera questão de opinião de um lado e de outro —, concentre-se no pedido de reajuste e ignore o restante da pauta, que pretende simplesmente desmontar um programa que está sendo bem-sucedido.
Segundo informa a Secretaria de Educação, “os resultados do Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo) e do Saresp (Sistema de Avaliação e Rendimento Escolar do Estado de São Paulo) de 2009 mostraram uma melhora generalizada nos níveis de aprendizado dos cerca de cinco milhões de alunos da rede estadual. O conjunto das cinco mil escolas estaduais superou amplamente a meta estabelecida pelo Idesp, que era 2,58 para o ano de 2009, com o índice chegando a 2,79 - um crescimento de 9,4% em relação aos 2,55 de 2008″.
Isso é só conversa oficial? Não! São números verificáveis, que saíram de exames efetivamente aplicados.
Dil-ma, Dil-ma
A manifestação dos funcionários ideológicos da Apeoesp e do PT não poderia ter sido mais clara ontem. No “protesto” organizado contra Serra, gritavam: “Dil-ma/ Dil-ma”. Há dias, a Justiça Eleitoral mandou tirar do ar uma propaganda eleitoral ilegal em que Lula asseverava todo o amor que a candidata do PT tem por São Paulo. Ontem, Marta Suplicy também falava da importância da Educação.
O amor dos petistas pelos paulistas e pela qualidade na educação está provado pelo comportamento da tropa de choque da Apeoesp. A Apeoesp, comos seus cabos eleitorais deixaram claro, é a face de Dilma na educação de São Paulo.
Do blog do Reinaldo Azevedo.
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