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terça-feira, 28 de setembro de 2010

Como esse blog disse: Dilma despenca e vamos para o segundo turno!

De todos institutos, o Datafolha sempre foi o que chegou mais perto dos resultados reais.



Como explicado na análise das pesquisas da semana passada, onde Dilma despencava em alguns gráficos por extrato e por região, caindo no resultado geral, o Datafolha de hoje - 28 de setembro - mostra agora a consolidação negativa em todos extratos formalizando uma estrondosa queda, que se acentuou do final de semana para cá.

Em pesquisas, vale muito mais a tendência do que o resultado fixo. A tendência de Dilma é sempre de queda, a dos adversários Serra e Marina de subida. Isso demonstra que até o final de semana - dia das eleições - esses dados tornarão-se ainda mais críticos para a candidata fabricada por Lula para guardar lugar, o estepe que nosso presidente quer colocar no comando do país até sua provável tentativa de volta em 2014.

Lula, que não é bobo, escolheu no dedaço, ditatorialmente, uma candidata que não era consenso nem entre seus pares. Dilma foi ungida candidata por Lula por não representar a possibilidade de fazer um governo de excelência, eclipsando a popularidade do criador. Dilma, se for eleita, será uma presidente de mediana para ruim, sem estilo, sem experiência, marionetada pelo PT. Nos cálculos de Lula, se ela for mediana, será o melhor dos mundos para sua volta. Se ela for ruim - o mais provável - Lula se desvencilha da criatura, forja uma briguinha e na sua cara de pau característica, dirá que foi traído, que deu uma chance à uma mulher que prometia, mas que voltará para pôr a casa em ordem. Em qualquer um desses casos ele conseguiria dar um drible na situação e voltaria, em tese, por cima.

Lula só sairia mal se Dilma fosse alguém que brilhasse por conta própria, e que pegasse o governo com mãos firmes e personalidade, rumando o país para a solução de tantos problemas que nos assolam. Acabar com a escandalosa criação de carguinhos comissionados (Lula já criou mais de 20 mil!), economizar o dinheiro suado dos impostos para atacar nossos gargalos de infraestrutura (estão aí os aeroportos esgotados), pôr em prática planos de solução para as centenas de milhares de favelas, do precário sistema de saúde, da educação básica em decadência, da segurança pública inexistente, onde drogas e armas entram no Brasil com a facilidade de quem compra pela internet.

Isso Dilma não fará, pois não tem experiência, capacidade e ainda estará pendurada no PT e no PMDB, os dois mais corruptos partidos brasileiros. Em um eventual governo Dilma, os esquemas de corrupção que descobrimos dia após dia vão se multiplicar dez vezes mais, pois a máquina já está corrompida até a espinha e terá mais quatro anos para fazer um novo milionário por dia.

O povo está percebendo que não vale a pena eleger um estepe, um reserva de pernas tortas, para segurar o lugar para Lula. O país é maior que Lula, e não pode perder quatro anos por capricho do atual presidente. Precisa de sangue novo, gente nova ocupando os cargos de gerência do país, novos programas.

Os ganhos, os avanços, esses estão assegurados desde os tempos de FHC. Lula pegou os programas do antecessor na área social e econômica e deu continuidade. Quem entrar vai fazer o mesmo, seja quem for o eleito. Então, o cálculo que o povo vem fazendo é exatamente esse: No que está dando certo ninguém vai mexer, no muito que está parado ou dando errado Dilma é a única que pode piorar. O voto está migrando para a oposição, e Dilma segue derretendo igual gelo exposto ao sol. O "poste" de Lula está tombando, para o bem do país.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Dilma despenca nas pesquisas regionais - vai dar 2º turno!


A queda de Dilma Rousseff (PT) e a subida de José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) já foram constatadas pelos institutos sérios Datafolha e Ibope em seus últimos campos. A tendência é de mais queda até o dia das eleições, principalmente pelo maior conhecimento das falcatruas e roubalheiras cometidas pela ex-secretária Erenice Guerra, substituta de Dilma no ministério da Casa Civil e seu braço direito desde os tempos em que Dilma era uma ninguém, uma reles militante com carguinhos sem importância.

A queda de Dilma nas pesquisas se torna desabamento, quando focamos no detalhamento por regiões, escolaridade e nível de renda.

Os gráficos acima mostram como em alguns estados Dilma escorrega feio, principalmente onde a população é mais escolarizada e politizada. Isso significa que o efeito "onda" vai se consumar nos próximos dias, já que essa população é a que discute política nos bares, nas reuniões familiares, no trabalho, na hora do almoço ou da pizza de domingo. É o público que forma opinião junto aos indecisos, que ainda são 10% do eleitorado. No Acre, Dilma já amarga um terceiro lugar com apenas 16%, atrás de Marina com 29% e Serra com 39%.

Pegando os dados gerais, do Brasil todo, Dilma despenca 8 p.p. entre os eleitores mais escolarizados e praticamente 10 p.p. nos com renda entre 5 e 10 salários mínimos - a classe média.

Na região nordeste há também ligeira queda, mas é o pedaço do país onde a diferença a favor de Dilma ainda é grande e folgada. O problema, para ela, é que justamente nessa região há historicamente mais eleitores que não comparecem às urnas no dia da votação, e onde o número de votos inválidos também é maior. Só isso já tira de Dilma pelo menos 1 p.p. do resultado geral englobando todo o Brasil, e que não é captado no resultado das pesquisas.

O tracking diário feito pelas campanhas petista, tucana e dos verdes indicam também o derretimento constante e firme das intenções de voto em Dilma. Por isso o presidente Lula até deixou de comparecer na reunião anual de líderes da ONU, para não perder um dia sequer de campanha na tentativa desesperada para reverter o quadro de esvaziamento da sua candidata. Lula, Dilma e os petistas morrem de medo de um segundo turno, pois nesse caso haverá igualdade de condições entre os dois finalistas, e um maior comprometimento em comparecer a todos os debates nos meios de comunicação. Lula sabe das limitações da sua candidata quando confrontada sem o apoio do marketing, aquele marketing que mascara a realidade e mostra na TV uma Dilma sorridente, falando sem gagueira nem tolices.

Mas esse esforço do presidente não está surtindo efeito, e na semana que vem o empate sem margem de erro entre oposicionistas e governo será a manchete de todos os jornais. Teremos segundo turno!