sábado, 14 de agosto de 2010

Revista Época revela a Dilma Rousseff que os brasileiros não conhecem




Ao contrário do que ela afirma, nunca foi torturada. Foi a pioneira na delação premiada. Entregou companheiros de guerrilha para reduzir a sua pena e não correr o risco de receber um interrogatório mais duro. Sabem qual foi o acordo? Você entrega, fica com o dinheiro do cofre e alega que confessou sob tortura. Fica protegida contra os camaradas. Permanece aqui, sob proteção, colaborando com informações. O único que ainda pode testemunhar, com um certo medo, é Natael Custódio Barbosa, que "fantasia" a sua prisão, por motivos óbvios: "Era uma companheira muito séria e dedicada, que acreditava no que estava fazendo." Hoje ele mora em Londrina, no Paraná. Segundo narra o companheiro, em matéria já publicada anteriormente, no final de janeiro de l970, Barbosa foi ao encontro que haviam marcado, às cinco da tarde, na movimentada rua 12 de Outubro, na Lapa. Ele vinha numa calçada, do lado oposto e em sentido contrário ao que ela deveria vir. Quando a viu, de braços cruzados, atravessou a rua, passou por ela sem dizer nada, andou uns vinte passos e, sem desconfiar de nada, voltou. "Voltei, encostei do lado dela e perguntei se estava tudo bem", contou Barbosa, emocionadíssimo." Ela fez cara de desespero e eles caíram imediatamente em cima de mim já me batendo, dando coronhadas e me levando para o camburão, e depois pra o Oban." E prosseguiu: "Nunca mais a vi. Ela me entregou porque foi muito torturada, e eu entendo isso. Acho que me escolheu porque eu era da base operária, não conhecia liderança nenhuma da organização e não tinha como aumentar o prejuízo".

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Leia a íntegra da matéria da Revista Época:

Em outubro de 1968, o Serviço Nacional de Informações (SNI) produziu um documento de 140 páginas sobre o estado da “guerra revolucionária no país”. Quatro anos após o golpe que instalou a ditadura militar no Brasil, grupos de esquerda promoviam ações armadas contra o regime. O relatório lista assaltos a bancos, atentados e mortes. Em Minas Gerais, o SNI se preocupava com um grupo dissidente da organização chamada Polop (Política Operária). O texto afirma que reuniões do grupo ocorriam em um apartamento na Rua João Pinheiro, 82, em Belo Horizonte, onde vivia Cláudio Galeno Linhares. Entre os militantes aparece Dilma Vana Rousseff Linhares, descrita como “esposa de Cláudio Galeno de Magalhães Linhares (‘Lobato’). É estudante da Faculdade de Ciências Econômicas e seus antecedentes estão sendo levantados”. Dilma e a máquina repressiva da ditadura começavam a se conhecer.

Durante os cinco anos em que essa máquina funcionou com maior intensidade, de 1967 a 1972, a militante Dilma Vana Rousseff (ou Estela, ou Wanda, ou Luiza, ou Marina, ou Maria Lúcia) viveu mais experiências do que a maioria das pessoas terá em toda a vida. Ela se casou duas vezes, militou em duas organizações clandestinas que defendiam e praticavam a luta armada, mudou de casa frequentemente para fugir da perseguição da polícia e do Exército, esteve em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, adotou cinco nomes falsos, usou documentos falsos, manteve encontros secretos dignos de filmes de espionagem, transportou armas e dinheiro obtido em assaltos, aprendeu a atirar, deu aulas de marxismo, participou de discussões ideológicas trancada por dias a fio em “aparelhos”, foi presa, torturada, processada e encarou 28 meses de cadeia.

Hoje candidata do PT à Presidência da República, Dilma fala pouco sobre esse período. ÉPOCA pediu, em várias ocasiões nos últimos meses, uma entrevista a Dilma para esclarecer as dúvidas que ainda existem sobre o assunto (leia algumas delas no quadro da última página). Todos os pedidos foram negados. Na última sexta-feira, a assessoria de imprensa da campanha de Dilma enviou uma nota à revista em que diz que “a candidata do PT nunca participou de ação armada”. “Dilma não participou, não foi interrogada sobre o assunto e sequer denunciada por participação em qualquer ação armada, não sendo nem julgada e nem condenada por isso. Dilma foi presa, torturada e condenada a dois anos e um mês de prisão pela Lei de Segurança Nacional, por ‘subversão’, numa época em que fazer oposição aos governos militares era ser ‘subversivo’”, diz a nota.


Dilma foi denunciada por chefiar greves e assessorar assaltos a banco
A trajetória de Dilma na luta contra a ditadura pode ser conhecida pela leitura de mais de 5 mil páginas de três processos penais conduzidos pelo Superior Tribunal Militar nas décadas de 1960 e 1970. Eles estão no acervo do projeto Brasil: Nunca Mais, à disposição na sala Marco Aurélio Garcia (homenagem ao assessor internacional da Presidência) no arquivo Edgard Leuenroth, que funciona em um prédio no campus da Universidade de Campinas, em São Paulo, e em outros arquivos oficiais. A leitura de relatórios, depoimentos e recursos burocráticos permite conhecer um período da vida de uma pessoa que mergulhou no ritmo alucinante de um tempo intenso. O contexto internacional dos anos 1960, de um mundo dividido entre direita e esquerda, em blocos de países capitalistas e comunistas, propiciava opções radicais. O golpe militar de 1964 instaurou no Brasil um regime ditatorial que sufocou as liberdades no país e reprimiu oposições. Milhares de pessoas foram presas por se opor ao regime, centenas foram assassinadas após sessões de tortura promovidas por uma horda de agentes públicos mantidos ocultos ou fugiram para o exílio para escapar da repressão.

Dilma Rousseff foi um desses jovens marxistas que, influenciados pelo sucesso da revolução em Cuba liderada por Fidel Castro nos anos 50, se engajaram em organizações de luta armada com a convicção de que derrubariam a ditadura e instaurariam um regime socialista no Brasil. Dilma está entre os sobreviventes da guerra travada entre o regime militar e essas organizações. Filha de um búlgaro e uma brasileira, estudante do tradicional colégio Sion, de Belo Horizonte, a vida de classe média alta de Dilma mudou a partir do casamento com o jornalista Cláudio Galeno Magalhães Linhares, em 1967. “(Dilma) Ingressou nas atividades subversivas em 1967, levada por Galeno Magalhães Linhares, então seu noivo”, afirma um relatório de 1970 da 1a Auditoria Militar. As primeiras menções a Dilma em documentos oficiais a citam como integrante de uma dissidência da Polop. Esse grupo adotou o nome de Organização. Com novas adesões de militantes que abandonaram o Movimento Nacionalista Revolucionário (MNR), a Organização se transformou em Colina (Comando de Libertação Nacional). Em seu documento básico, o Colina aderiu às ideias de Régis Debray, autor francês que, inspirado na experiência cubana de Fidel Castro, defendia a propagação de revoluções socialistas a partir de focos guerrilheiros. A doutrina de Debray ficou conhecida como “foquismo”.

Ex-contemporâneos de prisão citam o apartamento de Dilma da Rua João Pinheiro, em Belo Horizonte, como um dos principais pontos de reuniões da organização. Em depoimento prestado no dia 4 de março de 1969, o militante do Colina Ângelo Pezzutti afirma que “encontrou-se (com outro militante) algumas vezes no apartamento 1.001, Condomínio Solar, residência de Galeno e Dilma”. Dilma é citada como responsável por ministrar aulas de marxismo, comandar uma “célula” na universidade para atrair novos militantes para a causa. “Em princípios de 1968, o declarante, por recomendação de Carlos Alberto, coordenou uma célula política, na qual tomaram parte Dilma, estudante de economia, cujo nome de guerra é Estela, Erwin e Oscar (nomes de outros dois militantes)”, diz o depoimento de outro militante, Jorge Raimundo Nahas. “O objetivo principal dessa célula era trabalhar o meio estudantil.” Um dos universitários recrutados foi Fernando Damata Pimentel, de 17 anos. Ex-prefeito de Belo Horizonte, Pimentel é candidato ao Senado pelo PT e é um dos coordenadores da campanha de Dilma.

De acordo com os depoimentos, nas reuniões – muitas realizadas no apartamento de Dilma – o grupo decidia suas ações. Em seu depoimento, Nahas afirmou que parte do Colina, com o decorrer do tempo, passou a acreditar que a organização deveria ter um caráter mais militar. Foram criados setores de “expropriação, levantamento de áreas, sabotagem e inteligência e informações”. “Dilma e Oscar permaneceram no setor estudantil”, diz Nahas. Essa decisão marca um ponto de inflexão na curta história do Colina. O grupo passou a fazer ações armadas. O historiador Jacob Gorender, que esteve preso com Dilma no presídio Tiradentes, em São Paulo, é autor de Combate nas trevas, o mais completo relato da luta armada contra a ditadura militar. Ele afirma que o Colina foi uma das poucas organizações a fazer a “pregação explícita do terrorismo”.

Dilma, Vanda, Estela, Maria Lígia e também uma falsa Marina.









Transcrito do blog do Coronel

Mais sobre Dilma:

ABORTO

Em relação a ser ou não a favor do aborto, Dilma sempre deu declarações a favor da descriminalização total. Para Dilma, abortar é direito da mulher e ponto final. Para ela, um feto é só um monte de carne, cartilagem e tecido, que deve ser sugado para fora e jogado no lixo caso alguém assim deseje. Deu entrevista em abril do ano passado à revista Marie Claire, outra entrevista à Folha de São Paulo em 2007 (ver vídeo abaixo) afirmando categoricamente isso. Ter essa opinião não é crime, é a liberdade que temos em uma democracia de ter nossas opiniões. O problema é que Dilma agora diz que não disse o que está registrado em vários lugares. Na maior cara de pau, fala que SEMPRE foi contra o aborto. Mente, invoca o nome de Cristo em vão, convenientemente se veste agora de batas que lembram as de um batizado, mostra o neto em batismo na igreja católica e se diz Cristã de carteirinha. Tudo balela! O PT tem em seu programa a defesa do aborto livre e legalizado.

Dilma pertenceu a organizações de extrema-esquerda que praticaram crimes como assassinato, sequestro, roubo e atentados terroristas com bombas nos anos 1970. Essas organizações todas eram descrentes de Deus, atéias e pregavam o materialismo. Dilma não tem uma mísera fotografia no seu passado em que esteve em uma igreja, em uma cerimômia Cristã. Aliás, Dilma esconde totalmente seu passado, mostrando ela criança e depois ela já em carguinhos mequetrefes no Rio Grande do Sul nos anos 90. Fotos de formatura, de festinhas de aniversário com os filhos, de casamentos familiares? Nada disso existe. Um apagão na biografia, um mistério.

Essa mulher com várias faces, com um apagão conveniente em sua história de vida, com várias demonstrações de falta de caráter é quem quer ser presidente do Brasil. Uma pessoa que mentiu descaradamente sobre um doutorado e um mestrado que nunca fez, que mente todo dia contando números de obras que não existem de fato, que mente sobre suas convicções. Por isso esse blog tem o nome que tem. Dilmente! Mentiu, mente e sempre mentirá, pois esse é um traço marcante do caráter dessa pessoa, e nem é o pior deles.

PRISÃO

Dilma foi presa durante a ditadura militar, nos anos 1970. Isso em si não desabona ninguém, pois muitos foram presos e torturados. A diferença é que enquanto muitos foram presos apenas por divergir dos milicos, por fazer pregações a favor da democracia e dos direitos humanos, Dilma foi presa por ser militante de organizações terroristas.

Na época da ditadura, os democratas de verdade se posicionaram contra fazendo pesseatas, discursos, escrevendo matérias e livros, peitando judicialmente, fazendo pressão junto a opinião pública. Os terroristas partiram para a guerra com armas, bombas e ataques que mataram gente inocente, que nada tinham com o peixe, apenas estavam na hora errada e no lugar errado quando os ataques aconteciam. Dilma e sua gang de guerrilheiros não lutaram contra a ditadura, mas contra o Brasil. Queriam tirar do poder os militares à força, para também à força implantarem uma ditadura comunista ou socialista, nos moldes do que existe em Cuba e existia na extinta União Soviética. Se Dilma e sua gang chegassem a vitória em sua guerrinha particular, implantariam um regime onde quem discordasse iria para o "paredón", seria fuzilado. Imprensa, eleições, liberdades individuais, liberdade religiosa seriam uma utopia e um sonho em um regime Dilmista.

Muita gente entrou nessa guerra, com esses mesmos objetivos. Gente que hoje se auto-penitencia, pede desculpas, sente até vergonha. Dilma não, NUNCA ela se posicionou claramente contra o que no passado infelizmente pregou e fez. Nunca se arrependeu. Pelo contrário, se acha uma heroína e tem a cara de pau de pedir indenização ao governo - que será paga por todos nós - por ter sido presa e torturada. Ela convenientemente não lembra que seu grupo guerrilheiro, na época, também torturava quem eles sequestravam ou prendiam. Onde está o arrependimento de um dia ter lutado por uma ditadura? Não tem.



quarta-feira, 11 de agosto de 2010

José Serra dá show de desempenho no Jornal Nacional




O candidato do PSDB a presidência José Serra deu hoje entrevista à bancada do Jornal Nacional - o mais assistido do Brasil - dando um show de preparo e competência em se expressar e mostrar os reais problemas que o Brasil precisa enfrentar.

Apesar dos escassos 12 minutos, Serra conseguiu ser extremamente claro nos assuntos em que foi provocado. Saúde, estradas, combate a corrupção, pedágios, popularidade do atual presidente foram os assuntos com mais destaque.

Mesmo sendo inquirido pelo casal de apresentadores Fátima Bernardes e Willian Bonner com algumas perguntas espinhosas como, por exemplo, o apoio do PTB do mensaleiro Roberto Jefferson à sua campanha, Serra mostrou sem pestanejar que sua conduta em relação aos apoios políticos na estratégia eleitoral não influencia sua conduta de governante eleito, dando como exemplo suas gestões como prefeito e governador de São Paulo, onde nunca houve denúncias de loteamento e corrupção, mesmo tendo apoio amplo nas casas legislativas.

Dos três candidatos que se apresentaram ao eleitor brasileiro sem máscaras nem marketagem no principal programa jornalístico da TV brasileira, sem dúvida José Serra deixou claro estar preparadíssimo para assumir a responsabilidade de conduzir o país nos próximos quatro anos.

Basta assistir os três vídeos:

COMPARE OS CANDIDATOS A PRESIDENTE NO JORNAL NACIONAL


José Serra - PSDB 45 (11/08)
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2010/08/jose-serra-e-entrevistado-no-jn.html

Marina Silva - PV 43 (10/08)
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2010/08/marina-silva-e-entrevistada-no-jn.html

Dilma Rousseff - PT 13 (09/08)
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2010/08/dilma-rousseff-e-entrevistada-na-bancada-do-jornal-nacional.html

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Dilma Rousseff - gagueira no debate

José Serra vence debate indicam todas as enquetes na internet

Logo após o encerramento do primeiro debate dos candidatos à presidência na TV Bandeirantes, vários portais de notícias da internet postaram enquetes perguntando aos internautas quem foi melhor ou venceu a disputa.

Os resultados estão abaixo e são unânimes: José Serra foi o melhor, o mais preparado, o que venceu a batalha.


Portal IG



Portal UOL - Folha Online



Portal Terra



Portal Correio Brasiliense



Portal Estadão

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Dilma no primeiro debate: Nervosa e mentindo, mentindo muito.

Chegou finalmente o dia em que Dilma Rousseff teve que se mostrar sem mascaras nem biombos para a sociedade. Dia do primeiro debate entre os principais presidenciáveis na TV brasileira. Como já é tradição, a TV Bandeirantes promoveu o início real da campanha eleitoral. E Dilma começou mal, muito mal.

Apesar de bem vestida e maquiada, no sentido da femilinidade mesmo, e treinada a exaustão pelos marketeiros nos últimos dois dias, Dilma não conseguiu se superar e continuou a falar aos trancos e barrancos, com lapsos de pensamento e disparando números sem sentido.

Toda vez que confrontada com a realidade do país, diferente do reino de fantasia que ela parece viver, Dilma soltava números errados, e mentiras ufanistas sobre o governo Lula ao qual ela é agarrada, por falta de luz própria.

A candidata de plástico, fabricada por puro marketing eleitoral, soltou pérolas de pinóquio quando disse que no governo em que serviu, o valor do salário mínimo subiu 74% reais, muito mais que durante o governo anterior. Mentira! Durante o governo Lula o mínimo subiu 49,5% - praticamente a mesma coisa que durante o governo FHC, que teve salto de 47,4%. Note-se que durante o governo tucano enfrentou-se três grandes crises mundiais. Lula pegou só uma.

Quando quis se gabar do programa federal "Luz para Todos", Dilma disse que mais de 1 milhão de novas ligações foram feitas no governo Lula, o que é verdade. Mas foi lembrada pelo candidato José Serra que o atual programa é uma continuação, com melhorias é claro, do antigo programa "Luz no Campo", criado por FHC. Serra entretanto esqueceu de mostrar que durante os anos FHC muito mais brasileiros tiveram a chegada da rede de energia elétrica do que nos últimos oito anos. Segundo o IBGE, em 1996, segundo ano do governo FHC, a luz chegava a 79,9% dos lares brasileiros. Quando o tucano deixou o poder, o total chegava a 90,8% (um avanço de 12,64 no índice em seis anos). Nos anos Lula o avanço foi de 5,94% até 2008, devendo fechar o governo com algo em torno de 6,5%.

Dilma ainda teve a coragem de querer insinuar que durante esse governo se fez mais assentamentos de reforma agrária que durante os anos FHC: Foi sumariamente desmascarada por Plínio de Arruda Sampaio, candidato do PSOL, que ainda lhe deu uma reprimenda por ter sido ele, Plínio, o idealizador do programa original de reforma agrária de Lula, plano esse jogado no lixo.

Dilma ainda tentou se esquivar do lamentável estado da saúde pública no país soltando números que nem ela mesmo entendia. A realidade está nua e crua em cada fila de hospital público federal que se assiste todo dia nos noticiários da TV.

Tentando dar um ar de triunfo e ufanismo no discurso as vezes desconexo, Dilma levou na cara as péssimas condições dos aeroportos, portos e estradas do país. Como resposta, uma banalidade qualquer. Para quem achava que era a oportunidade de conhecer a candidata fabricada, Dilma ficou sem o que dizer. Como lição, aprendeu que o inseticida para delírios de fantasia é mesmo a simples e pura realidade. Deu no que deu.

domingo, 1 de agosto de 2010

PCC ataca em São Paulo de novo? Só na vontade de petistas...

A rede de blogs da esgotosfera, que é paga à leite de pata de "contratos" com empresas estatais comandadas pelo governo de Luis Inácio vira e mexe solta mentiras e boatos ancoradas em fatos desconexos, que juntados em uma vitamina de más intenções e forçação de barra pode induzir um ingênuo a acreditar em algo. Essa esgotosfera já anda soltando posts dando conta que uma nova onda de ataques do PCC em São Paulo é uma realidade. Se baseiam em dois ou três fatos pontuais, que estão devidamente publicados na imprensa, para inventar uma teoria da conspiração da - por eles chamada - mídia (sempre a mídia! rsrs), que estaria a esconder uma situação que só existe na cabeça maligna dessa gente.

A tristeza maior é ver petistas e afins torcendo para que algo do tipo aconteça, como demônios querendo ver sangue de inocentes já que isso, na cabeça deles, ajudaria sua candidata de plástico "Dilma Ninguém Conhece Bem", a ganhar mais alguns votos na corrida eleitoral.

O que esse povo não sabe é que ocorrências policiais que em São Paulo geram notícia, em outros estados, especialmente no Rio de Janeiro (comandado por um pupilo petista do PMDB) e Bahia (esse comandado por petista da gema) são tão rotineiros que ninguém nem presta mais a noticiar.

Em São Paulo não existe áreas ou morros comandados por bandidos, onde a polícia não entra, ou só entra com blindados de guerra. Tampouco é rotina no estado paulista arrastões em grandes avenidas nem ataques a bases da polícia ou policiais, a esmo. Quando, raramente, isso ocorre em São Paulo, é prontamente respondido, e quase sempre se chega aos autores. São Paulo é o estado que mais bandidos tem preso no Brasil, que mais presídios decentes construiu e que tem a polícia mais equipada. Isso é fato, não é lorota que se baba em cima de palanques.

Luis Inácio da Silva prometeu, em 2006, construir 20 presídios de segurança máxima no país, e só entregou dois, isso mesmo, DOIS! São Paulo já conta com presídios assim desde os anos 90, e vem construindo mais.

Diferente do que muitos pregam na internet, São Paulo não tem o pior salário da categoria no país, estando melhor que mais de 15 estados nesse quesito, inclusive Bahia e Rio de Janeiro, que pagam menos.

São ainda assim salários baixos, que devem ser, ano a ano, acrescidos acima da inflação para que um dia estejam a altura do risco que cada policial tem ao exercer sua função. E isso tem sido feito, em São Paulo, de algumas maneiras - Há inclusive um sistema de pagamento de horas extras que coíbe naturalmente o exercício do famoso "bico".

São Paulo não tem proliferação de milícias tomando conta de bairros inteiros, como infelizmente existe no Rio de Janeiro. E não há aqui a quantidade absurda de armas de guerra e laboratórios clandestinos de refine de drogas, como se vê no Rio e no Espírito Santo.

Em oito anos, São Paulo reduziu uma série de crimes (homicídio, assalto a banco, roubo de cargas, sequestros) em níveis nunca vistos no país, números esses estudados em vários países pelo seu sucesso.

Então, se tem blogueiro da esgotosfera ou petista aloprado dando palminhas e soltando rojões porque acha que há uma nova incursão do PCC no estado paulista, é melhor colocar a barba de molho e largar a mão de torcer por tragédias. A imagem do assessor presidencial Marco Aurélio "Top Top" Gracia, fazendo gesto obsceno quando da apresentação do Jornal Nacional de matéria levantando novas dúvidas sobre o acidente com o avião da TAM, que matou 203 pessoas, ainda está fresca em nossa mente. Garcia fez o sinal porque achava que a opinião pública estava jogando no colo do governo federal a tragédia - coisa de imbecil - e a nova matéria incluia outros fatores. E ele ficou FELIZ da VIDA!!! E mandou a opinião pública (e seus enlutados integrantes inclusos) para aquele lugar. Coisa de gentalha podre...

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Tomaram a Caixa Econômica Federal de assalto!

No Código de Ética da Caixa Econômica Federal, entre os "Valores", está:

Respeito à diversidade


Presume-se que diversidade inclua diferentes ideologias e diferentes opiniões políticas. Portanto, não tem cabimento que a Caixa Econômica Federal patrocine o site Conversa Afiada, que ataca sistematicamente os candidatos Marina Silva(PV) e José Serra(PSDB) com mentiras, boatos, infâmias e palavrões, mas estranhamente só elogia o PT e o governo Lula.





Entre os "Valores do Código de Ética" da Caixa Econômica Federal está:


RESPEITO
As pessoas na CAIXA são tratadas com ética, justiça, respeito, cortesia, igualdade e dignidade. Exigimos de dirigentes, empregados e parceiros da CAIXA absoluto respeito pelo ser humano, pelo bem público, pela sociedade e pelo meio ambiente.
Repudiamos todas as atitudes de preconceitos relacionadas à origem, raça, gênero, cor, idade, religião, credo, classe social, incapacidade física e quaisquer outras formas de discriminação.


Os nossos patrocínios atentam para o respeito aos costumes, tradições e valores da sociedade, bem como a preservação do meio ambiente.





O Código de Ética de uma Empresa, assim como a sua Missão e os seus Valores, estão acima de pessoas e de interesses políticos. Tanto José Serra quanto Marina da Silva podem, em janeiro, estarem comandando o país e, por conseguinte, determinando os destinos da Caixa Econômica Federal. O jornalista Paulo Henrique Amorim tem todo o direito de expressar as suas opiniões, por mais baixas e rasteiras que sejam. É livre para isso. O que é inconcebível é que a Caixa Econômica Federal, ferindo o próprio Código de Ética, a sua Missão e os seus Valores pague, com dinheiro público, para que todo o tipo de acusações sejam feitas contra pessoas públicas e com imensos serviços prestados ao país. Em 2011, a Caixa Econômica Federal vai completar 150 anos. Quantos presidentes já passaram pelo Brasil e por ela? Por isso, é importante protestar. Copiem este post e enviem para a Presidência da Caixa Econômica Federal. Os dados estão aí embaixo:



original do blog Coturno Noturno