terça-feira, 6 de julho de 2010

Dilma é a verdadeira herança maldita - nós vamos pagar caro por isso


O jornal O Estado de São Paulo, em duas excelentes matérias publicadas semana passada em seu caderno de economia, mostra com números, dados e depoimentos de empresários e representantes do setor de logística e cargas o total abandono que essa área teve durante o governo de Luiz Inácio.

Apesar da papagaiada do PAC que Lula não deixa de gargantear, nosso país está em estado de quase colapso nesse fundamental setor, o que gera gargalos e prejuízos imensos para o desenvolvimento do Brasil e a criação de empregos.

É a infraestrutura capenga que não permite um maior crescimento da economia nacional, que trava a venda de produtos brasileiros no exterior, contribuindo para a piora da balança comercial brasileira, que já conta com números preocupantes e será, com certeza, mais uma das heranças malditas deixadas por Lula para seu sucessor.

O Brasil vem cada vez mais perdendo mercado de produtos mais sofisticados no comercio exterior, justamente os que agregam mais valor e empregam mais gente. Mesmo os produtos primários - que ainda contam com bons resultados devido à gula chinesa em insumos básicos para abastecer sua pujante indústria - poderiam estar rendendo mais aos cofres do governo, já que os mesmos também encontram dificuldades de transporte e embarque.

As matérias do jornal paulista mostram o caos dos aeroportos e portos, justamente setores controlados por organismos estatais, como a Infraero – hoje empresa totalmente loteada politicamente, um verdadeiro ninho de corrupção e incompetência.

Doravante, vemos o governo se empenhar na construção do famoso Trem Bala, chamado pelos cariocas carinhosamente de "Trem Bala Perdida", usando um modelo de privataria descarada, onde o governo entrará com toda a bufunfa, coisa de mais de 40 bilhões de reais, dando ao ganhador da concessão dinheiro a juros NEGATIVO, coisa de pai para filho mesmo.

O Trem Bala é um projeto faraônico, pois empenhará gigantesca montanha de dinheiro público para apenas levar PASSAGEIROS, nada de carga. Esses passageiros futuros pagarão por volta de 200 reais pela passagem, como se isso fosse valor popular. Hoje, de ônibus, se faz o percurso por meros 50 reais. De avião, consegue-se passagens a 150 comprando com alguma antecedência.

Pode-se ver que um governo que não sabe priorizar o destino de tanto dinheiro, pago por nós através dos impostos, é o mesmo que se empenha em trazer festas efêmeras ao país, como a copa de futebol e as olimpíadas, mas deixa seus cidadãos morrendo em hospitais destroçados, em crimes sem controle e em estradas sem asfalto e sinalização. Deixa de trabalhar na melhora do transporte de suas riquezas, mas se enrola em bilhões em projetos de trens que serão construídos por empresas estrangeiras amigas de petistas, ou ainda na construção de estádios e monumentos à festas que duram apenas um mês, e que deixam depois elefantes brancos e contas que não fecham – lembre-se dos cinco bilhões gastos nos jogos Panamericanos que até hoje estão sob investigação do TCU e MPF.

É esse o governo da gastança, da propaganda enganosa, da ilha da fantasia. Só rindo igual ao Lula, que ri a cada dia da nossa cara, da cara dos juízes eleitorais, da cara dos fiscais do TCU e dos bobos da corte que infestam Brasília.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Dilma mente, foge e se esconde para não perder votos

Vejam esta página do jornal O Globo deste domingo. Volto em seguida.



O jornal convidou os três principais presidenciáveis a responder uma pergunta muito difícil, de caráter realmente transcendental: “Por que quero ser presidente Do Brasil?” A questão era lançada assim mesmo, na primeira pessoa, como se o presidenciável estivesse diante do espelho e se entregasse a uma reflexão a um só tempo política e existencial. Todos nós, creio, já nos deparamos com aquele “outro” refletido e nos indagamos sobre nossas escolhas, anseios, projetos futuros.

O tucano José Serra (aqui) e a verde Marina Silva (aqui) aceitaram o desafio. Vê-se ali uma grande interrogação onde deveria estar a resposta da petista Dilma Rousseff. O Globo informa:
“Desde o dia 10 de junho, a campanha da candidata Dilma Rousseff foi procurada para que ela respondesse a apenas uma pergunta. O convite foi reiterado diversas vezes desde então, mas ela se recusou a responder à pergunta, que seria apenas: ‘Por que quero ser presidente do Brasil?’”

Qual a dificuldade, afinal de contas, de responder a uma indagação tão simples quando se tem um exército de assessores? Eis o busílis: a proposta do Globo era que o candidato gravasse uma resposta de cinco minutos, sem a interferência de aspones e profissionais de mídia. Como diria a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), presidente da CNA, também o jornal queria “a resposta dos candidatos, não dos marqueteiros”. E aí Dilma pulou fora. Serra e Marina aceitaram gravar a resposta, e o jornal publicou uma síntese do que disseram.

É constrangedor saber que a candidata petista, empatada tecnicamente com o adversário tucano, apontada por boa parte da imprensa como favorita, tenha se recusado a responder.

Dilma tem evitado as sabatinas para as quais é convidada. Compreende-se o motivo: num formato com perguntas realmente livres, ela não controla o interlocutor e pode se deparar com indagações consideradas incômodas. Como ela está em construção, o PT não quer atrapalhar o trabalho dos engenheiros de gente. Mas o que há de arriscado numa pergunta fechada, de conteúdo previamente conhecido? Por que Dilma não aceitou gravar uma resposta de cinco minutos?

Dois fatores concorrem, parece-me, para que aquele ponto de interrogação tenha ido parar no centro da página. Um deles é a arrogância de sempre. Os petistas acham que não precisam “dar explicações à imprensa”, como se aquela indagação fosse parte de algum desafio, de alguma disputa. E é evidente que isso é bobagem. A imprensa só é um dos canais de comunicação que o candidato tem com a opinião pública. Mas o PT sabidamente não gosta desse negócio de “mídia livre”. Escrevi ontem sobre a nova investida do partido para controlar os meios de comunicação — vejam lá.

O outro fator está relacionado à complexa simplicidade da pergunta, a seu apelo, como digo lá no alto, existencial. Ela remete à questão da IDENTIDADE. A petista não tem como responder porque A DILMA QUE DISPUTA A ELEIÇÃO NÃO EXISTE, E A DILMA QUE EXISTE NÃO DISPUTA A ELEIÇÃO. Ou por outra: a candidata apresentada ao eleitor é uma construção da marquetagem. Foi preciso que ela deixasse de ser quem era para assumir, como já declarou Lula, o lugar de um “outro”. Ela já não sabe quem é. Por isso mesmo, não tem como enfrentar desafio tão simples. Sua resposta poderia se resumir a oito palavras: “Quero ser presidente da República porque Lula decidiu”. E isso encerraria toda a sua dramática verdade.

Goste-se ou não do que pensam e dizem, Serra e Marina são quem são. Não precisam se esconder. No dia 20 de abril, por exemplo, em entrevista a uma rádio de Pernambuco, estado que tem o MST mais violento do país, Dilma afirmou que jamais usaria um boné do MST porque governo não se confunde com “movimento social”. Em outra entrevista, aí a uma rádio de Uberlândia, no dia 23 do mês passado, criticou as ilegalidades do MST e afirmou que, num eventual governo seu, elas não seriam toleradas. No dia seguinte, foi ao Sergipe e discursou com o boné do MST na cabeça. No dia 25, encontrou-se com mulheres da alta sociedade paulistana na casa do empresário Abílio Diniz e reiterou seu amor pela lei e pela ordem. Quantas caras tem Dilma? Todas as que o mercado de votos pedir. E isso significa não ter nenhuma. Por isso mesmo, é incapaz de responder: “Por que eu quero ser presidente do Brasil?” Cinco minutos viram uma eternidade!

Agora vejam esta imagem:



Acima, vocês vêem uma página do Estadão de 1968, submetida à censura prévia. Onde deveria estar uma notícia, entrou receita de doces. Era um jeito que o jornal tinha de informar a seus leitores que fora censurado. O ponto de interrogação no espaço reservado a Dilma, no Globo, é a receita de doce dos tempos modernos. Felizmente, e contra a vontade dos petistas — leia, reitero, texto de ontem sobre nova investida contra a “mídia” —, a imprensa é livre no Brasil. Livre para informar, inclusive, o que pensa Dilma. Uma liberdade que, como se nota, ela considera dispensável à sua causa. Curiosamente, ela recusa uma resposta simples ao jornal O Globo, menina dos olhos de Roberto Marinho, mas aceita o convite para jantar na casa de Lily Marinho, viúva do lendário jornalista e empresário. Dilma parece se sentir mais à vontade para dizer o que pensa em círculos fechados. Por alguma razão, o debate público não lhe interessa.

Original do blog do Reinaldo Azevedo

domingo, 27 de junho de 2010

O governo do desperdício e da morte


O povo morre na precariedade do país e Lula-Dilma esbanjam bilhões em Copa de Futebol e Olimpíadas, festas efêmeras.



O governo Lula está há quase oito anos no poder. Ainda assim, trata suas tragédias como culpa dos governos passados, enquanto toma como suas as virtudes implantadas por outros governos. Pré Sal? Começou a ser pesquisado ainda nos anos 1980, sendo fruto de intenso trabalho da Petrobrás durante décadas. Esse é apenas um dos tantos acertos de outros governos que Lula e Dilma se apropriam gatunamente.

Enquanto isso vemos tragédias - como as ocorridas semana passada em estados nordestinos - serem uma rotina em nosso noticiário. Essas enchentes, como as de Santa Catarina, Rio e São Paulo, estão frescas em nossas memórias. Mas, e a enormidade de mortos a cada dia nas péssimas e esburacadas rodovias federais? Alguém contabiliza essas mortes nas costas de um Lula que só pensa em política e larga a gestão de seu governo na mão da gatunagem do PMDB? Aquele PMDB mais nefasto, dos coronéis Sarney, Renan e cia? Unido a Collor e outros falastrões, Lula governa de olho tão e somente na sua POPULARIDADE. Os brasileiros que morrem dia após dia que se explodam!

O que falar de um presidente que mobiliza uma máquina azeitada em milhões de dólares em gastos de propaganda para trazer ao nosso país festas caríssimas, as quais pagaremos fortunas para que sejam efetivadas, como Copa do Mundo de futebol e Olimpíadas? Vamos torrar bilhões e mais bilhões para um mês de festa e arroubos verborrágicos de um homem de pequena estatura gerencial, e deixamos pobres morrendo em palafitas, favelas e morros, de dengue, de diarréia e nas enchentes. Caminhoneiros se matando em rodovias que só existem no mapa e crianças morrendo de desnutrição nas filas de péssimos hospitais públicos. Jovens perdendo suas vidas no crack e outras drogas, famílias sendo vítimas de todo tipo de violência pois o governo federal que prometeu em 2003 vinte presídios de segurança máxima para encarcerar os bandidões só entregou dois, capengas ainda.

Um país desperdiçando oportunidades e torrando bilhões em propaganda – mais de dois bilhões de reais por ano. Dinheiro que poderia estar sendo investido na saúde, educação, segurança pública. E Lula segue engabelando a todos com seus números farsantes de um PAC que não existe, um PAC que contabiliza como “investimento” do governo até o empréstimo que cada brasileiro faz para comprar sua casa própria – isso mesmo! Você compra um apartamento para pagar em 25 anos e esse dinheiro entra nas contas como investimento do PAC.

Que pobre país sem vergonha na cara.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

POÇO DE DÚVIDAS




Luiz Inácio Lula da Silva confidenciou a interlocutor de sua mais absoluta confiança recentemente que tem sérias dúvidas sobre a possibilidade de Dilma Rousseff (PT-RS) vencer a eleição presidencial. "E olha que estou tentando ajudar", disse o presidente, atualmente em tour pelo Norte do Brasil -com retorno para Brasília previsto para o dia 24.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Ligue djá! Ligue Djilma!


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