No escândalo do mensalão, Lula deu entrevista coletiva onde disse: "fui traído sem saber por pessoas de confiança".
Lula foi traído pelos petistas de alto coturno que formaram seu primeiro ministério. José Dirceu caiu, depois foi cassado e hoje enfrenta a acusação de "chefe da quadrilha" do mensalão no Supremo Tribunal Federal.
José Genuíno, outra estrela petista de grandeza ímpar, caiu do cargo de presidente do partido, depois de ter assinado "sem ler" os contratos fajutos de empréstimo com o careca Marcos Valério. O irmão do Genuíno, deputado, teve o assessor preso no aeroporto de congonhas com dólares na cueca.
Caiu Delúbio Soares, Marcelo Sereno...
Petistas rolaram em escandândalos e mais escândalos, SEMPRE ATRAPALHANDO o governo Lula, e a vida do Brasil. Foi João Paulo Cunha e sua esposa sacando 50 mil reais em bufunfa viva "para pagar a conta da TV a cabo" - Foi Palocci, que caiu em desgraça quando descobriram uma "mansão dos prazeres e corrupção", e que, na defensiva, ajudou a violar o sigilo bancário de um simples caseiro chamado Francenildo.
Teve o escândalo Bancoop, o escândalo Varig, o escândalo do dos Correios, o escândalo dos fundos de pensão, o escândalo da loteria com Waldomiro Diniz, o escândalo do apagão aeroportuário, onde Top Top Garcia foi flagrado fazendo gesto obceno para a opinião pública ainda em luto. Teve escândalo dos sanguessugas, escândalo do ENEM, escândalo da TV Brasil, escândalo dos blogueiros pagos pelo governo federal para atacar oponentes, escândalo do dossiê I, escândalo do dossiê II, escândalo do vazamento de dados da Receita Federal, escândalo da morte de Celso Daniel, escândalo da Telebrás, e outros mais que não lembro agora.
TODOS ESSES ESCÂNDALOS FORAM PRATICADOS PELO PT - PETISTAS - PARTIDO DOS TRABALHADORES, o PT que só atrapalhou a vida de Lula, que em cada escândalo fazia o país parar. O PT ATRAPALHOU O BRASIL!
Dilma no poder será a volta da turma dos escândalos, todos prontos a por em operação suas "HABILIDADES" que em nada contribuem para a melhoria do país.
DILMA NÃO É LULA - DILMA É PT - O mesmo PT que sempre esfaqueou Lula pelas costas...
A campanha de Dilma Rousseff usou a máquina aparelhada do estado através de funcionários que ocupam cargo COMISSIONADO (por indicação do partido), e violou extratos de dados de imposto de renda contidos dentro do sistema da Receita Federal. Funcionários que participaram da direção de Sindicato do ABC paulista – curiosamente onde nasceu o PT - foram os "aloprados" da vez.
O absurdo do famoso e último (de tantos outros) DOSSIÊ solto em picados para a imprensa e correligionários do PT, contendo todas as informações do presidente do partido de oposição Eduardo Jorge, é que o fato foi tratado com desdém pela CHEFIA da Receita Federal (indicado por Lula), que abriu um inquérito interno, agora sim sigiloso (longe da imprensa), e sem data para apresentar os criminosos e o que mais teriam feito.
Só através de árdua batalha na justiça (outro poder), o presidente do partido de oposição conseguiu ter acesso às “investigações internas administrativas”, que estavam dentro de uma gaveta aguardando o esquecimento.
Estarrecedor foi constatar que os bisbilhoteiros Dilmistas também estavam xeretando dados de grandes empresários, supostamente no intuito de chantagear e com isso conseguir DOAÇÕES a campanha eleitoral. Ex-ministros de FHC e até parentes de José Serra estavam na lista negra.
Todos estão vendo a campanha de Dilma, e constatando ser a mais cara "nunca antes na história desse país". Empresários estão, na pressão, recebendo cartinhas com ameaça velada (TEXTO DAS CARTAS: ... você, que não doou na campanha de 2006 de Lula, agora poderá doar...) e soltando verbas e mais verbas para azeitar uma candidatura fabricada e sem expressão.
Dados de pessoas que fazem oposição ao governo Lula também estão sendo monitorados, como é o caso de ANA MARIA BRAGA - apresentadora de TV que todos sabem não gostar do atual presidente (um direito dela – ela vestiu-se de luto no dia da posse do segundo mandato de Lula). Os Dilmistas não aceitam que alguém possa não concordar com esse governo e partem para a criminalidade violando dados secretos da Receita para intimidar e deixar vulnerável quem quer se opor, democraticamente, ao desgoverno que hoje aí se encontra.
Dilma já deixou claro que pretende trazer José Dirceu – o réu do mensalão, chamado de “chefe de quadrilha” no inquérito que está no Supremo Tribunal Federal, para ser seu ministro. Dirceu, todos sabem, é aquele que fez curso de guerrilheiro em Cuba, fez cirurgia plástica para mudar de rosto e entrou escondido no Brasil, onde se casou e teve filho, sem nunca contar para a esposa quem ele realmente era – isso indica a frieza dessa pessoa, e que tipo de escrúpulos pode não ter.
Antonio Palocci, o ministro que quebrou o sigilo do caseiro Francenildo, para tentar enlameá-lo quando o mesmo era testemunha em processo contra o ministro, é outro já confirmado a voltar ao cargo – do qual teve que ser demitido por Lula na época do mensalão.
A patota toda está chegando de volta com DILMA PRESIDENTE:
DILMA NÃO É LULA, DILMA É PT!
O MESMO PT QUE ESFAQUEOU LULA PELAS COSTAS TANTAS VEZES COMO NO MENSALÃO...
"Brasil, ame-o ou deixe-o" era um adesivo de carro distribuido pelos militares nos anos 1970
Há hoje, entre uma grande parcela de brasileiros, um apagão mental promovido pelo governo Lula a base de dois bilhões de reais por ano em propaganda governamental. As pessoas estão achando que o Brasil está a um passo de ser primeiro mundo, e que no país das maravilhas naturais e da pujança do povo que realmente trabalha e estuda não existem sérios problemas a ser enfrentados por um governo inerte.
Lula vende como ninguém a falsa idéia de que seu governo inaugurou tudo de bom que existe no país e que antes dele nada havia a se comemorar. Duas falsidades que só pegaram devido a um alinhamento de intelectuais, jornalistas de aluguel, meios de comunicação comprados e grandes bancos e empreiteiras que, agraciadas com enormes “bolsas BNDES” imprimem também em seus comerciais um ufanismo só visto na época da ditadura militar.
Para quem não estudou a fundo história recente do Brasil, durante o regime militar (1964-1984) houve um período de grande crescimento econômico, mais devido ao dinheiro farto e barato que os brancos internacionais emprestavam sem muito rigor do que propriamente por ações corretas de governo. Os militares aproveitaram os anos de crescimento para cunhar a frase “milagre econômico” e partir para a propaganda governamental deslavada que exaltava os sentimentos de patriotismo e colava nos que criticavam a pecha de traidores ou pessimistas. Na época também havia jornalistas de aluguel, que propagavam essa patacoada nas rádios e na TV (internet não existia heheheh). O símbolo desse adesismo (pago regiamente, claro!) foi o programa de TV chamado “Amaral Neto, o Repórter”, onde o jornalista viajava com seu cameraman Brasil afora mostrando obras e projetos do governo na área de infraestrutura. Eram programas altamente ufanistas, onde uma estrada que até hoje não existe por completo, a Transamazônica, era mostrada como a saída do Brasil da sua condição de subdesenvolvimento. Meios de comunicação recebiam gordas verbas para veicular comerciais do governo, e fazer jornalismo de verdade era um risco de demissão e de ficar carimbado no meio. Parece hoje!
Na época também os brasileiros embarcaram na papagaiada e o general Garrastazu Médici – um dos presidentes do período – chegou a ter índices de popularidade maiores que o de Lula, na casa dos 80%.
Com a queda no crescimento devido ao primeiro “choque do petróleo” em 1973, partiu-se para empreendimentos populistas, sem receio de gastar muito mais do que se arrecadava. Programas como o do BNH (Banco Nacional da Habitação), fizeram a festa da classe média baixa no financiamento subsidiado da casa própria – assim como o “Minha Casa, Minha Vida” de Lula hoje. Empresários amigos do rei ganhavam empréstimos e condições camaradas para empreitar negócios protegidos por reserva de mercado. Curiosamente o setor naval - o mesmo que Lula adula hoje - recebeu milhões de dólares de subsídios governamentais, montou estaleiros e fez navios mas depois sumiram deixando a conta para o contribuinte pagar.
Essas atuações tortuosas com o dinheiro público foram carcomendo a estabilidade econômica, o que acabou gerando uma inflação descontrolada, que no seu ápice chegou a bater 80% em um só mês (imagine comprar hoje um notebook por mil reais e no mês que vem eles estar custando 1.800!). O clientelismo político (igual agora), as conexões com coronéis do nordeste (como agora), a proteção do grande empresariado com dinheiro do BNDES (como agora), o inchaço da máquina pública com a criação de empresas estatais aos montes (como agora) dilapidaram e desorganizaram totalmente as finanças governamentais, sendo que só depois de seis programas radicais de estabilização (planos cruzado 1 e 2, Bresser, Verão, Collor e Real), num período de 10 anos após a ditadura, o último deles conseguiu colocar o país na rota novamente da responsabilidade fiscal e do crescimento sustentado.
Lula e o PT hoje fazem exatamente o que os militares fizeram: Apropriam-se de idéias alheias, mentem sobre o passado, praticam populismo com o dinheiro público, se aliam a coronéis como Sarney, Renan, Collor, Jader Barbalho dando-lhes proteção e dinheiro, inventam empresas estatais que comem dinheiro do contribuinte e são cabidões de empregos para distribuir aos aliados, investem em obras faraônicas como o Trem Bala Rio-SP, uma Transamazônica de verbas que tem tudo para ficar no meio do caminho, causando apenas desperdício e corrupção. Como os militares, torram bilhões em propaganda ufanista, passando a mensagem de que ou se ama ou se abandona o país, sem poder ser crítico.
Assim como os generais, que se perpetuaram no poder por 20 anos trocando de comando por definição de um gabinete, Lula quer fazer de Dilma o seu general da hora, que ele escolheu e que o povo deverá - terá obrigação - de votar. Quase não precisa de eleição tamanha é a mensagem passada ao povo de que só a “escolhida” pode continuar a obra do “grande general”.
O pouco de ar fresco que sentimos dentro desse retrocesso histórico é a juventude. Como naquela época, os jovens foram os primeiros a sair às ruas para abrir os olhos de uma nação anestesiada. Agora, são jovens que aparecem na internet em vídeos, blogs e comunidades sociais alertando o grande engodo desse desgoverno.
Não ligaram ainda o passado militar opressor com a opressão do dinheiro e do poder de hoje, mas já sentem que algo está errado quando uma massa de eleitores aprova um governo que praticamente nada fez para resolver os gargalos e problemas de um país que morre nas estradas federais, nas filas do SUS, nos aviões que caem. Um país que em cada semáforo das grandes cidades enxerga pedintes e sub-empregados, que assiste na TV bandidos com armas de guerra invadindo escolas, hotéis, túneis e edifícios residenciais, onde se morre por tiro mais que na guerra do Iraque. Com uma educação medriocre e um ministério que nem o ENEM consegue direito operar. O país da corrupção desenfreada, onde ninguém vai preso, ninguém nunca sabe de nada e onde dinheiro apreendido fica guardado em cofre da polícia, sem dono, sem explicação.
Essa juventude que se manifesta, mesmo timidamente, com medo de ser imolado como foi o caseiro Francenildo, é a esperança de que o combate a uma candidata sem expressão, um boneco de ventríloquo tirado do bolso do paletó, torne-se presidente para dar continuidade ao que pior esse governo fez.
Ao contrário do que ela afirma, nunca foi torturada. Foi a pioneira na delação premiada. Entregou companheiros de guerrilha para reduzir a sua pena e não correr o risco de receber um interrogatório mais duro. Sabem qual foi o acordo? Você entrega, fica com o dinheiro do cofre e alega que confessou sob tortura. Fica protegida contra os camaradas. Permanece aqui, sob proteção, colaborando com informações. O único que ainda pode testemunhar, com um certo medo, é Natael Custódio Barbosa, que "fantasia" a sua prisão, por motivos óbvios: "Era uma companheira muito séria e dedicada, que acreditava no que estava fazendo." Hoje ele mora em Londrina, no Paraná. Segundo narra o companheiro, em matéria já publicada anteriormente, no final de janeiro de l970, Barbosa foi ao encontro que haviam marcado, às cinco da tarde, na movimentada rua 12 de Outubro, na Lapa. Ele vinha numa calçada, do lado oposto e em sentido contrário ao que ela deveria vir. Quando a viu, de braços cruzados, atravessou a rua, passou por ela sem dizer nada, andou uns vinte passos e, sem desconfiar de nada, voltou. "Voltei, encostei do lado dela e perguntei se estava tudo bem", contou Barbosa, emocionadíssimo." Ela fez cara de desespero e eles caíram imediatamente em cima de mim já me batendo, dando coronhadas e me levando para o camburão, e depois pra o Oban." E prosseguiu: "Nunca mais a vi. Ela me entregou porque foi muito torturada, e eu entendo isso. Acho que me escolheu porque eu era da base operária, não conhecia liderança nenhuma da organização e não tinha como aumentar o prejuízo".
................................................................................. Leia a íntegra da matéria da Revista Época:
Em outubro de 1968, o Serviço Nacional de Informações (SNI) produziu um documento de 140 páginas sobre o estado da “guerra revolucionária no país”. Quatro anos após o golpe que instalou a ditadura militar no Brasil, grupos de esquerda promoviam ações armadas contra o regime. O relatório lista assaltos a bancos, atentados e mortes. Em Minas Gerais, o SNI se preocupava com um grupo dissidente da organização chamada Polop (Política Operária). O texto afirma que reuniões do grupo ocorriam em um apartamento na Rua João Pinheiro, 82, em Belo Horizonte, onde vivia Cláudio Galeno Linhares. Entre os militantes aparece Dilma Vana Rousseff Linhares, descrita como “esposa de Cláudio Galeno de Magalhães Linhares (‘Lobato’). É estudante da Faculdade de Ciências Econômicas e seus antecedentes estão sendo levantados”. Dilma e a máquina repressiva da ditadura começavam a se conhecer.
Durante os cinco anos em que essa máquina funcionou com maior intensidade, de 1967 a 1972, a militante Dilma Vana Rousseff (ou Estela, ou Wanda, ou Luiza, ou Marina, ou Maria Lúcia) viveu mais experiências do que a maioria das pessoas terá em toda a vida. Ela se casou duas vezes, militou em duas organizações clandestinas que defendiam e praticavam a luta armada, mudou de casa frequentemente para fugir da perseguição da polícia e do Exército, esteve em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, adotou cinco nomes falsos, usou documentos falsos, manteve encontros secretos dignos de filmes de espionagem, transportou armas e dinheiro obtido em assaltos, aprendeu a atirar, deu aulas de marxismo, participou de discussões ideológicas trancada por dias a fio em “aparelhos”, foi presa, torturada, processada e encarou 28 meses de cadeia.
Hoje candidata do PT à Presidência da República, Dilma fala pouco sobre esse período. ÉPOCA pediu, em várias ocasiões nos últimos meses, uma entrevista a Dilma para esclarecer as dúvidas que ainda existem sobre o assunto (leia algumas delas no quadro da última página). Todos os pedidos foram negados. Na última sexta-feira, a assessoria de imprensa da campanha de Dilma enviou uma nota à revista em que diz que “a candidata do PT nunca participou de ação armada”. “Dilma não participou, não foi interrogada sobre o assunto e sequer denunciada por participação em qualquer ação armada, não sendo nem julgada e nem condenada por isso. Dilma foi presa, torturada e condenada a dois anos e um mês de prisão pela Lei de Segurança Nacional, por ‘subversão’, numa época em que fazer oposição aos governos militares era ser ‘subversivo’”, diz a nota.
Dilma foi denunciada por chefiar greves e assessorar assaltos a banco A trajetória de Dilma na luta contra a ditadura pode ser conhecida pela leitura de mais de 5 mil páginas de três processos penais conduzidos pelo Superior Tribunal Militar nas décadas de 1960 e 1970. Eles estão no acervo do projeto Brasil: Nunca Mais, à disposição na sala Marco Aurélio Garcia (homenagem ao assessor internacional da Presidência) no arquivo Edgard Leuenroth, que funciona em um prédio no campus da Universidade de Campinas, em São Paulo, e em outros arquivos oficiais. A leitura de relatórios, depoimentos e recursos burocráticos permite conhecer um período da vida de uma pessoa que mergulhou no ritmo alucinante de um tempo intenso. O contexto internacional dos anos 1960, de um mundo dividido entre direita e esquerda, em blocos de países capitalistas e comunistas, propiciava opções radicais. O golpe militar de 1964 instaurou no Brasil um regime ditatorial que sufocou as liberdades no país e reprimiu oposições. Milhares de pessoas foram presas por se opor ao regime, centenas foram assassinadas após sessões de tortura promovidas por uma horda de agentes públicos mantidos ocultos ou fugiram para o exílio para escapar da repressão.
Dilma Rousseff foi um desses jovens marxistas que, influenciados pelo sucesso da revolução em Cuba liderada por Fidel Castro nos anos 50, se engajaram em organizações de luta armada com a convicção de que derrubariam a ditadura e instaurariam um regime socialista no Brasil. Dilma está entre os sobreviventes da guerra travada entre o regime militar e essas organizações. Filha de um búlgaro e uma brasileira, estudante do tradicional colégio Sion, de Belo Horizonte, a vida de classe média alta de Dilma mudou a partir do casamento com o jornalista Cláudio Galeno Magalhães Linhares, em 1967. “(Dilma) Ingressou nas atividades subversivas em 1967, levada por Galeno Magalhães Linhares, então seu noivo”, afirma um relatório de 1970 da 1a Auditoria Militar. As primeiras menções a Dilma em documentos oficiais a citam como integrante de uma dissidência da Polop. Esse grupo adotou o nome de Organização. Com novas adesões de militantes que abandonaram o Movimento Nacionalista Revolucionário (MNR), a Organização se transformou em Colina (Comando de Libertação Nacional). Em seu documento básico, o Colina aderiu às ideias de Régis Debray, autor francês que, inspirado na experiência cubana de Fidel Castro, defendia a propagação de revoluções socialistas a partir de focos guerrilheiros. A doutrina de Debray ficou conhecida como “foquismo”.
Ex-contemporâneos de prisão citam o apartamento de Dilma da Rua João Pinheiro, em Belo Horizonte, como um dos principais pontos de reuniões da organização. Em depoimento prestado no dia 4 de março de 1969, o militante do Colina Ângelo Pezzutti afirma que “encontrou-se (com outro militante) algumas vezes no apartamento 1.001, Condomínio Solar, residência de Galeno e Dilma”. Dilma é citada como responsável por ministrar aulas de marxismo, comandar uma “célula” na universidade para atrair novos militantes para a causa. “Em princípios de 1968, o declarante, por recomendação de Carlos Alberto, coordenou uma célula política, na qual tomaram parte Dilma, estudante de economia, cujo nome de guerra é Estela, Erwin e Oscar (nomes de outros dois militantes)”, diz o depoimento de outro militante, Jorge Raimundo Nahas. “O objetivo principal dessa célula era trabalhar o meio estudantil.” Um dos universitários recrutados foi Fernando Damata Pimentel, de 17 anos. Ex-prefeito de Belo Horizonte, Pimentel é candidato ao Senado pelo PT e é um dos coordenadores da campanha de Dilma.
De acordo com os depoimentos, nas reuniões – muitas realizadas no apartamento de Dilma – o grupo decidia suas ações. Em seu depoimento, Nahas afirmou que parte do Colina, com o decorrer do tempo, passou a acreditar que a organização deveria ter um caráter mais militar. Foram criados setores de “expropriação, levantamento de áreas, sabotagem e inteligência e informações”. “Dilma e Oscar permaneceram no setor estudantil”, diz Nahas. Essa decisão marca um ponto de inflexão na curta história do Colina. O grupo passou a fazer ações armadas. O historiador Jacob Gorender, que esteve preso com Dilma no presídio Tiradentes, em São Paulo, é autor de Combate nas trevas, o mais completo relato da luta armada contra a ditadura militar. Ele afirma que o Colina foi uma das poucas organizações a fazer a “pregação explícita do terrorismo”.
Dilma, Vanda, Estela, Maria Lígia e também uma falsa Marina.
Em relação a ser ou não a favor do aborto, Dilma sempre deu declarações a favor da descriminalização total. Para Dilma, abortar é direito da mulher e ponto final. Para ela, um feto é só um monte de carne, cartilagem e tecido, que deve ser sugado para fora e jogado no lixo caso alguém assim deseje. Deu entrevista em abril do ano passado à revista Marie Claire, outra entrevista à Folha de São Paulo em 2007 (ver vídeo abaixo) afirmando categoricamente isso. Ter essa opinião não é crime, é a liberdade que temos em uma democracia de ter nossas opiniões. O problema é que Dilma agora diz que não disse o que está registrado em vários lugares. Na maior cara de pau, fala que SEMPRE foi contra o aborto. Mente, invoca o nome de Cristo em vão, convenientemente se veste agora de batas que lembram as de um batizado, mostra o neto em batismo na igreja católica e se diz Cristã de carteirinha. Tudo balela! O PT tem em seu programa a defesa do aborto livre e legalizado.
Dilma pertenceu a organizações de extrema-esquerda que praticaram crimes como assassinato, sequestro, roubo e atentados terroristas com bombas nos anos 1970. Essas organizações todas eram descrentes de Deus, atéias e pregavam o materialismo. Dilma não tem uma mísera fotografia no seu passado em que esteve em uma igreja, em uma cerimômia Cristã. Aliás, Dilma esconde totalmente seu passado, mostrando ela criança e depois ela já em carguinhos mequetrefes no Rio Grande do Sul nos anos 90. Fotos de formatura, de festinhas de aniversário com os filhos, de casamentos familiares? Nada disso existe. Um apagão na biografia, um mistério.
Essa mulher com várias faces, com um apagão conveniente em sua história de vida, com várias demonstrações de falta de caráter é quem quer ser presidente do Brasil. Uma pessoa que mentiu descaradamente sobre um doutorado e um mestrado que nunca fez, que mente todo dia contando números de obras que não existem de fato, que mente sobre suas convicções. Por isso esse blog tem o nome que tem. Dilmente! Mentiu, mente e sempre mentirá, pois esse é um traço marcante do caráter dessa pessoa, e nem é o pior deles.
PRISÃO
Dilma foi presa durante a ditadura militar, nos anos 1970. Isso em si não desabona ninguém, pois muitos foram presos e torturados. A diferença é que enquanto muitos foram presos apenas por divergir dos milicos, por fazer pregações a favor da democracia e dos direitos humanos, Dilma foi presa por ser militante de organizações terroristas.
Na época da ditadura, os democratas de verdade se posicionaram contra fazendo pesseatas, discursos, escrevendo matérias e livros, peitando judicialmente, fazendo pressão junto a opinião pública. Os terroristas partiram para a guerra com armas, bombas e ataques que mataram gente inocente, que nada tinham com o peixe, apenas estavam na hora errada e no lugar errado quando os ataques aconteciam. Dilma e sua gang de guerrilheiros não lutaram contra a ditadura, mas contra o Brasil. Queriam tirar do poder os militares à força, para também à força implantarem uma ditadura comunista ou socialista, nos moldes do que existe em Cuba e existia na extinta União Soviética. Se Dilma e sua gang chegassem a vitória em sua guerrinha particular, implantariam um regime onde quem discordasse iria para o "paredón", seria fuzilado. Imprensa, eleições, liberdades individuais, liberdade religiosa seriam uma utopia e um sonho em um regime Dilmista.
Muita gente entrou nessa guerra, com esses mesmos objetivos. Gente que hoje se auto-penitencia, pede desculpas, sente até vergonha. Dilma não, NUNCA ela se posicionou claramente contra o que no passado infelizmente pregou e fez. Nunca se arrependeu. Pelo contrário, se acha uma heroína e tem a cara de pau de pedir indenização ao governo - que será paga por todos nós - por ter sido presa e torturada. Ela convenientemente não lembra que seu grupo guerrilheiro, na época, também torturava quem eles sequestravam ou prendiam. Onde está o arrependimento de um dia ter lutado por uma ditadura? Não tem.
O candidato do PSDB a presidência José Serra deu hoje entrevista à bancada do Jornal Nacional - o mais assistido do Brasil - dando um show de preparo e competência em se expressar e mostrar os reais problemas que o Brasil precisa enfrentar.
Apesar dos escassos 12 minutos, Serra conseguiu ser extremamente claro nos assuntos em que foi provocado. Saúde, estradas, combate a corrupção, pedágios, popularidade do atual presidente foram os assuntos com mais destaque.
Mesmo sendo inquirido pelo casal de apresentadores Fátima Bernardes e Willian Bonner com algumas perguntas espinhosas como, por exemplo, o apoio do PTB do mensaleiro Roberto Jefferson à sua campanha, Serra mostrou sem pestanejar que sua conduta em relação aos apoios políticos na estratégia eleitoral não influencia sua conduta de governante eleito, dando como exemplo suas gestões como prefeito e governador de São Paulo, onde nunca houve denúncias de loteamento e corrupção, mesmo tendo apoio amplo nas casas legislativas.
Dos três candidatos que se apresentaram ao eleitor brasileiro sem máscaras nem marketagem no principal programa jornalístico da TV brasileira, sem dúvida José Serra deixou claro estar preparadíssimo para assumir a responsabilidade de conduzir o país nos próximos quatro anos.
Basta assistir os três vídeos:
COMPARE OS CANDIDATOS A PRESIDENTE NO JORNAL NACIONAL