Muita gente costuma acreditar que em uma eleição majoritária seu voto pessoal, dentro do universo de milhões que compõem a votação, não faz diferença alguma no resultado. Se fulano se elege com uma leva enorme, um a mais ou a menos não mudaria em nada. Na pura matemática isso até encontra respaldo, mas o ato de votar tem maiores significados e importância.
No mundo em que vivemos, muito das decisões pessoais que tomamos são, na verdade, decisões coletivas em que somos apenas um componente. Se em dado momento da economia um produto qualquer some das prateleiras por alta demanda de compradores, foi provavelmete por causa da decisão igual de milhares de pessoas na compra do tal produto. É uma decisão pessoal, por exemplo, comprar um carro novo. Mas essa mesma decisão está sendo tomada por centenas de famílias a cada dia, em vários lugares, cidades, bairros diferentes do país. Por isso se vende dez mil automóveis por dia. As vezes, e isso é facilmente pesquisado no Google, um certo modelo de veículo encontra-se em falta, tem fila de espera: Muito mais gente quis aquele produto do que o planejamento do produtor conseguiu antecipar - Um ato coletivo inesperado formado por decisões pessoais únicas que causou efeitos práticos. Resumindo: Na sociedade moderna de massas, nunca estamos sozinhos em nossos atos, sempre formamos grupos, as vezes maiores, as vezes menores, mas grupos que agem muito parecido.
Se há nas pessoas uma vontade maior de não participar do processo eleitoral, escolhendo por exemplo viajar ou ficar em casa lendo um livro ao invés de ir votar, pode ter certeza que essa atitude é compartilhada por um montão de pessoas. Há historicamente um percentual de abstenção médio que repete ano após ano em números bem parecidos a primeira vista. É uma variação entre 16 a 18% do eleitorado. Significa de 19 a 23 milhões de votos! Numa eleição como a atual, onde se projeta empate técnico, 1 milhão de votos pode ser a diferença entre ganhar ou perder a eleição, ou seja: Se há no eleitor que não pretende votar uma coceira interna, mesmo que pequena, de mudança, essa mesma coceira está atacando outros tantos. Se estamos diante de uma eleição apertada, a decisão pessoal de sair do marasmo e ir até a sessão eleitoral e depositar o voto também será seguida por outros eleitores, talvez milhares, e o resultado final poderá ser diferente daquele esperado por candidato A ou B.
Se isso vai ocorrer ninguém sabe, não há como prever nunca. Mas existe o chamado consciente coletivo, algo muito estudado pela psicanálise e usado pelo meios publicitários a exaustão. Se você está sentindo essa coceira de mudança, não perca se tempo: Mude seus planos no domingo cedo e compareça, participe. Se você pessoalmente tomar essa decisão, ela estará sendo seguida por outros tantos. Não que a sua atitude influenciará as dos demais, mas sua atitude é espelho do que muitos estarão fazendo. Você não será, lógico, a causa do efeito, mas sua atitude sinalizará o efeito de uma massa, que poderá mudar o resultado final
sábado, 30 de outubro de 2010
Votar ou não votar, eis a questão
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sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Pesquisas internas tanto do PT quanto do PSDB indicam rigoroso empate: 50% X 50%
As pesquisas internas que tanto PT quanto PSDB fazem diariamente através do sistema de "tracking" indicam hoje (resultados captados quinta-feira 28/10) um rigoroso empate técnico de 50%X50% na intenção de voto dos brasileiros. Vale ressaltar que no primeiro turno, essas mesmas pesquisas acertaram na mosca o resultado de que haveria segundo turno, registrando a ascensão virtiginosa da candidata verde Marina Silva, coisa que os institutos tradicionais de pesquisa não captaram, errando feio no resultado. Os trackings petistas e tucanos apontavam claro segundo turno com uma margem de 2 a 4% a mais na soma dos candidatos oposicionistas - o que realmente ocorreu.
A falha mais escancarada do método tradicional de coleta de dados dos institutos ditos tradicionais (nem vamos falar dos que são meras extensões da candidatura governista, como VOX POPULI) é o sistema de amostragem por cotas. Esse sistema tenta reproduzir uma espécie de maquete do que seria a sociedade brasileira em termos de gênero, grau de instrução, nível de renda e peso populacional de cada região (N-S-NE-SE-CO).
Nos países com democracias maduras e respeitáveis, tais como EUA e Inglaterra, esse sistema foi praticamente abolido pelas sérias distorções que apresentam em relação aos resultados finais depois apurados. Uma população heterogênea como a do Brasil, não se enquadra nesses cortes quando a massa de pesquisados é de apenas 4 mil pessoas, divididas ainda em 4 subgrupos, representando um universo de 120 milhões de eleitores.
O tracking, por sua vez, apenas mede aleatoriamente uma amostra dividida por estados do país, aí sim mais confiável, pelo simples fato que em cada estado existe uma política local que interfere totalmente na percepção do eleitor frente ao quadro nacional. Não por acaso existem estados onde oposicionistas ganharam as eleições e tem peso maior junto aos eleitores e estados onde ocorre o contrário. As máquinas partidárias são formadas nos estados e municípios, e nunca na federação. Seria forçar demais achar que um partido tem a mesma força eleitoral em toda uma região do país, indiferente ao histórico político local.
Outro problema levantado pelos analistas e estatísticos em relação ao atual método de pesquisa eleitoral praticado é o vício do corpo de entrevistadores. Nenhum instituto de pesquisa tem funcionários espalhados em todo o Brasil para fazer a coleta pessoal, seja em entrevistas na rua, seja visitando domicílios. Todos os institutos subcontratam pequenas empresas em cada estado ou região do país para isso. Existe aí um cruzamento das mesmas pessoas que fazem coleta para todos os institutos, sendo que instituto A usa os serviços da mesma empresinha terceirizada que usa o instituto B. Essas pessoas, a grande maioria sem vínculos empregratícios (free-lancers) são figuras carimbadas, conhecidas pelas pessoas ligadas ao assunto em suas cidades ou regiões. Isso facilita em muito uma possível abordagem para corrupção ou direcionamento, por partidos ou coligações que tem muito dinheiro, ou que adotam a tática de interferir nas pesquisas para alavancar resultados. No quadro atual, o PT seria o maior interessado, já que tem a máquina federal na mão, a campanha mais rica da história e uma candidata sem expressão e histórico, um verdadeiro poste que precisa ser turbinado artificialmente.
Analistas consideram grande a possibilidade de muitos desses entrevistadores free-lancers estarem a serviço ou macomunados com a candidatura oficial. Fora esse "detalhe", há ainda a péssima escolha dos institutos em avaliar também o grau de aprovação do atual presidente SEMPRE JUNTO às pesquisas de intenção de voto - isso causa uma distorção considerável já que o nome do atual presidente é sempre lembrado junto as indagações de intenção de voto - uma indução que liga o subconsciente do entrevistado à candidata oficial do atual mandatário do país. Fazer isso é usar na coleta a mesma estratégia escancarada do programa eleitoral do PT.
O método de tracking, por sua vez, anula essas duas possibilidades, pois é feito por entrevista telefônica, sendo todos os entrevistadores vigiados e alocados em um mesmo e fechado local. Não há como o entrevistador falsear a abordagem, não há free-lancers, não há terceirização. Também essas pesquisas perguntam somente e claramente sobre intenção de voto, sem misturar eleição com aprovação de governo ou presidente. Todo o processo de coleta, apuração e tabulação é feito rapidamente, em ambiente fechado, sem passar pelas mãos de atravessadores ou pessoas de fora, ao contrário das pesquisas tradicionais. Tudo isso, mais os resultados CERTEIROS do primeiro turno, faz com que as internas dos partidos sejam o retrato mais fiel do que está em curso no momento.
Rigoroso empate. Aguenta coração!
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Papa Bento XVI conclama sacerdotes a orientarem o povo católico sobre o voto Cristão

Da Folha Online:
O papa Bento 16 condenou nesta quinta-feira, em reunião em Roma, o aborto e clamou para que um grupo de bispos brasileiros orientem politicamente fiéis católicos, sem mencionar diretamente as eleições que acontecem no próximo domingo. "Os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas." O papa reiterou a posição católica a respeito do aborto, condenando o uso de projetos políticos que defendam aberta ou veladamente sua descriminalização. Segundo ele, a democracia só existe quando "reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana". Bento 16 fez um "vivo apelo a favor da educação religiosa" nas escolas públicas e pediu ainda pela presença de símbolos religiosos em locais públicos. O Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, é citado como um exemplo de monumento que contribuiu para o "enriquecimento da cultura, ao crescimento econômico e ao espírito de solidariedade e liberdade". Leia aqui o discurso papal na íntegra.
veja abaixo o pronunciamento do Papa Bento XVI falando em português:
Reproduzido do blog do Coronel
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
PT e Dilma roubam até apoio de artistas e intelectuais
O PT da Dilma, do José "chefe de quadrilha" Dirceu, do Delubio "caixa dois" Soares, do João Paulo "mensaleiro" Cunha, do José "assinei sem lêr" Genuíno, da Ângela "dancinha" Guadagnin, do Marco Aurélio "top top" Garcia e de tantos outros, mostra que nessa campanha eleitoral também sabe roubar apoios de gente que nunca autorizou.
Circulou na internet - principalmente nos blogs daqueles "jornalistas" financiados pela Caixa Econômica, Petrobras, BNDES e Banco do Brasil - uma lista de artistas e intelectuais que apoiam Dilma e sua candidatura. Há uma lista do PSDB também circulando.
O problema é que na listagem do PT constaram o nome de José Padilha, diretor de Tropa de Elite e ainda da escritora Ruth Rocha. Tanto Padilha quanto Ruth vieram a público avisar que NUNCA deram autorização para o PT pôr o nome deles numa lista de apoio. Padilha disse que não vota em Dilma e Ruth foi mais além: Gravou um vídeo onde diz abertamente seu voto em José Serra e condena a atitude do PT.
Assista o vídeo abaixo e tirem suas conclusões:
Circulou na internet - principalmente nos blogs daqueles "jornalistas" financiados pela Caixa Econômica, Petrobras, BNDES e Banco do Brasil - uma lista de artistas e intelectuais que apoiam Dilma e sua candidatura. Há uma lista do PSDB também circulando.
O problema é que na listagem do PT constaram o nome de José Padilha, diretor de Tropa de Elite e ainda da escritora Ruth Rocha. Tanto Padilha quanto Ruth vieram a público avisar que NUNCA deram autorização para o PT pôr o nome deles numa lista de apoio. Padilha disse que não vota em Dilma e Ruth foi mais além: Gravou um vídeo onde diz abertamente seu voto em José Serra e condena a atitude do PT.
Assista o vídeo abaixo e tirem suas conclusões:
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Intelectuais e artistas lançam manifesto de apoio a José Serra - O Manifesto do Bem!
Está circulando desde ontem à noite um manifesto de intelectuais e artistas em favor da candidatura de José Serra à Presidência (site aqui). Seguem a integra e alguns dos signatários:
MANIFESTO DE ARTISTAS E INTELECTUAIS
Votamos em Serra! Ele tem história. Serra está na origem de obras fundamentais nas áreas da Cultura, da Educação, da Saúde, da Infraestrutura, da Economia, da Assistência Social, da Proteção ao Trabalho.
Apoiamos Serra, porque ele tem um passado de compromisso com a democracia, com a verdade e com o uso correto dos recursos públicos, dando bons exemplos de comportamento ético e moral, de respeito à vida e à dignidade das pessoas.
Votamos em Serra, porque o País está, sim, diante de dois projetos: um reconhece a democracia como um valor universal e inegociável, que deve pautar o convívio entre as várias correntes de opinião existentes no Brasil; o outro transforma adversários em inimigos, conspira contra a liberdade e a democracia. Precisamos de um Presidente que nos una e reúna, não de quem nos divida.
Apoiamos Serra, porque repudiamos o dirigismo cultural, a censura explícita ou velada, as patrulhas ideológicas, as restrições à liberdade de imprensa, o compadrio, o aparelhamento do Estado em todas as suas esferas e a truculência dos que se pretendem donos do Brasil. Estamos com Serra porque não aceitamos que um partido tome o lugar da sociedade.
Votamos em Serra, porque o grande título da cidadania dos brasileiros é a Constituição, não a carteirinha de filiação a um partido. A democracia é fruto da dedicação e do trabalho de gerações de brasileiros, que lutaram e lutam cotidianamente para consolidá-la e aperfeiçoá-la. O país não tem donos. O Brasil é dos brasileiros.
Apoiamos Serra, porque precisamos ampliar verdadeiramente as conquistas sociais, econômicas e culturais, sobretudo as que ocorreram no Brasil desde o Plano Real e que nos habilitam a ocupar um lugar de destaque no mundo. Estamos com Serra, porque as outras nações precisam ouvir o Brasil em defesa dos direitos humanos, da autodeterminação dos povos e da paz. O nosso lugar é ao lado das grandes democracias do mundo, não de braços dados com ditadores, a justificar tiranias.
Votamos em Serra, porque ele pautou toda sua vida pública com coerência na luta pela justiça social e pela preservação dos valores universais da democracia e das liberdades individuais.
Apoiamos Serra, porque é preciso, sim, comparar os candidatos e identificar quem está mais preparado para enfrentar os desafios que o Brasil tem pela frente, com autonomia, sem ser refém de grupos partidários ou econômicos. Homens e mulheres, em qualquer atividade, se dão a conhecer por sua obra, que é o testemunho de sua vida. A Presidência da República exige alguém com experiência e competência comprovadas. Não basta querer mudar o Brasil, é preciso saber mudar o Brasil. E a vida pública de Serra demonstra que ele sabe como fazer, sem escândalos e desvios éticos.
Serra é a nossa escolha, porque queremos desfrutar, com coragem e confiança, da liberdade e da igualdade de direitos, como exercício de dignidade e consciência.. Vamos juntos eleger Serra para o bem do Brasil e dos brasileiros - sua maior riqueza!
Por um Brasil de verdades e de bons exemplos.
Vote e peça votos para Serra Presidente 45!
Já assinaram o manifesto, entre outros (ver lista completa no site):
Affonso Romano de Sant’Anna
Arnaldo Jabor
Bolívar Lamounier
Carlos Vereza
Celso Lafer
Charles Gavin
Dominguinhos
Elza Berquó
Everardo Maciel
Fabio Magalhães
Fafá de Belém
Fernando Gabeira
Ferreira Gullar
Francisco Weffort
Giulia Gam
Glória Menezes
Guiomar Namo de Mello
Gustavo Franco
Hélio Bicudo
Ives Gandra Martins
João Batista de Andrade
José Gregori
Jose Pastore
Juca de Oliveira
Leiloca
Leôncio Martins Rodrigues
Luiz Alberto Py
Luiz Felipe d’Avila
Lya Luft
Maílson da Nóbrega
Maitê Proença
Malu Mader
Marcelo Madureira
Marco Aurélio Nogueira
Maria Teresa Sadek
Mário Chamie
Mauro Mendonça
Moacir Japiassu
Nana Caymmi
Paulinho Vilhena
Pedro Hertz
Pedro Malan e Catarina
Rosamaria Murtinho
Sérgio Besserman
Sergio Bianchi
Sérgio Fausto
Simon Schwartzman
Stephan Nercessian
Tarcisio Meira
Tonia Carreiro
Tony Bellotto
Vitor Martins
Zelito Viana
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Votamos em Serra! Ele tem história. Serra está na origem de obras fundamentais nas áreas da Cultura, da Educação, da Saúde, da Infraestrutura, da Economia, da Assistência Social, da Proteção ao Trabalho.
Apoiamos Serra, porque ele tem um passado de compromisso com a democracia, com a verdade e com o uso correto dos recursos públicos, dando bons exemplos de comportamento ético e moral, de respeito à vida e à dignidade das pessoas.
Votamos em Serra, porque o País está, sim, diante de dois projetos: um reconhece a democracia como um valor universal e inegociável, que deve pautar o convívio entre as várias correntes de opinião existentes no Brasil; o outro transforma adversários em inimigos, conspira contra a liberdade e a democracia. Precisamos de um Presidente que nos una e reúna, não de quem nos divida.
Apoiamos Serra, porque repudiamos o dirigismo cultural, a censura explícita ou velada, as patrulhas ideológicas, as restrições à liberdade de imprensa, o compadrio, o aparelhamento do Estado em todas as suas esferas e a truculência dos que se pretendem donos do Brasil. Estamos com Serra porque não aceitamos que um partido tome o lugar da sociedade.
Votamos em Serra, porque o grande título da cidadania dos brasileiros é a Constituição, não a carteirinha de filiação a um partido. A democracia é fruto da dedicação e do trabalho de gerações de brasileiros, que lutaram e lutam cotidianamente para consolidá-la e aperfeiçoá-la. O país não tem donos. O Brasil é dos brasileiros.
Apoiamos Serra, porque precisamos ampliar verdadeiramente as conquistas sociais, econômicas e culturais, sobretudo as que ocorreram no Brasil desde o Plano Real e que nos habilitam a ocupar um lugar de destaque no mundo. Estamos com Serra, porque as outras nações precisam ouvir o Brasil em defesa dos direitos humanos, da autodeterminação dos povos e da paz. O nosso lugar é ao lado das grandes democracias do mundo, não de braços dados com ditadores, a justificar tiranias.
Votamos em Serra, porque ele pautou toda sua vida pública com coerência na luta pela justiça social e pela preservação dos valores universais da democracia e das liberdades individuais.
Apoiamos Serra, porque é preciso, sim, comparar os candidatos e identificar quem está mais preparado para enfrentar os desafios que o Brasil tem pela frente, com autonomia, sem ser refém de grupos partidários ou econômicos. Homens e mulheres, em qualquer atividade, se dão a conhecer por sua obra, que é o testemunho de sua vida. A Presidência da República exige alguém com experiência e competência comprovadas. Não basta querer mudar o Brasil, é preciso saber mudar o Brasil. E a vida pública de Serra demonstra que ele sabe como fazer, sem escândalos e desvios éticos.
Serra é a nossa escolha, porque queremos desfrutar, com coragem e confiança, da liberdade e da igualdade de direitos, como exercício de dignidade e consciência.. Vamos juntos eleger Serra para o bem do Brasil e dos brasileiros - sua maior riqueza!
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Affonso Romano de Sant’Anna
Arnaldo Jabor
Bolívar Lamounier
Carlos Vereza
Celso Lafer
Charles Gavin
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Everardo Maciel
Fabio Magalhães
Fafá de Belém
Fernando Gabeira
Ferreira Gullar
Francisco Weffort
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Glória Menezes
Guiomar Namo de Mello
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Ives Gandra Martins
João Batista de Andrade
José Gregori
Jose Pastore
Juca de Oliveira
Leiloca
Leôncio Martins Rodrigues
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Luiz Felipe d’Avila
Lya Luft
Maílson da Nóbrega
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Malu Mader
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Dilma privatizou pré-sal, acusa ex-diretor da Petrobras do governo Lula
Por Leila Suwwan, no Globo Online:
Alçada ao centro do debate eleitoral, a ameaça de “privatização” do petroléo já é uma realidade, na opinião de Ildo Sauer, ex-diretor da estatal (2003-2007). Segundo ele, o modelo de concessões criado no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB) foi ampliado pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT). E mais grave: os leilões ocorreram mesmo depois da descoberta do pré-sal - o chamado “filé mignon” das reservas brasileiras - e abrangeram blocos conhecidamente promissores, como o arco do Cabo Frio.
Sauer sustenta que a candidata Dilma Rousseff, ex-presidente do Conselho de Administração da Petrobras, tinha conhecimento do que ocorria e foi conivente com o favorecimento de pelo menos uma empresa privada, a OGX, do empresário Eike Batista, que recrutou executivos estratégicos da Petrobras meses antes do leilão de 2007 (9ª rodada).
Alçada ao centro do debate eleitoral, a ameaça de “privatização” do petroléo já é uma realidade, na opinião de Ildo Sauer, ex-diretor da estatal (2003-2007). Segundo ele, o modelo de concessões criado no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB) foi ampliado pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT). E mais grave: os leilões ocorreram mesmo depois da descoberta do pré-sal - o chamado “filé mignon” das reservas brasileiras - e abrangeram blocos conhecidamente promissores, como o arco do Cabo Frio.
Sauer sustenta que a candidata Dilma Rousseff, ex-presidente do Conselho de Administração da Petrobras, tinha conhecimento do que ocorria e foi conivente com o favorecimento de pelo menos uma empresa privada, a OGX, do empresário Eike Batista, que recrutou executivos estratégicos da Petrobras meses antes do leilão de 2007 (9ª rodada).
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terça-feira, 26 de outubro de 2010
Dilma foge de debate do SBT pela 2ª vez e esnoba nordestinos
Do Estadão:
A desistência da candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff, de participar do debate promovido pelo SBT Nordeste, amanhã, causou o cancelamento do evento, comunicou na tarde de hoje a assessoria de imprensa da TV Aratu, retransmissora da rede na Bahia, que seria a sede do encontro. A campanha petista havia oficialmente descartado a presença da candidata ontem à tarde, alegando motivos de agenda de campanha, mas a TV afirmou que, diante da confirmação da presença de José Serra (PSDB), haveria uma sabatina com o tucano. Hoje à tarde, o evento foi definitivamente cancelado. O debate seria o penúltimo da campanha - na sexta-feira, está previsto o debate na Rede Globo. Em 20 de setembro, o SBT Nordeste promoveu um debate entre os presidenciáveis que concorriam ainda no primeiro turno. O evento, realizado em Recife, teve como foco os projetos dos candidatos para a região. Na ocasião, Dilma também não participou, deixando a troca de ideias para Serra, Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL).
A desistência da candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff, de participar do debate promovido pelo SBT Nordeste, amanhã, causou o cancelamento do evento, comunicou na tarde de hoje a assessoria de imprensa da TV Aratu, retransmissora da rede na Bahia, que seria a sede do encontro. A campanha petista havia oficialmente descartado a presença da candidata ontem à tarde, alegando motivos de agenda de campanha, mas a TV afirmou que, diante da confirmação da presença de José Serra (PSDB), haveria uma sabatina com o tucano. Hoje à tarde, o evento foi definitivamente cancelado. O debate seria o penúltimo da campanha - na sexta-feira, está previsto o debate na Rede Globo. Em 20 de setembro, o SBT Nordeste promoveu um debate entre os presidenciáveis que concorriam ainda no primeiro turno. O evento, realizado em Recife, teve como foco os projetos dos candidatos para a região. Na ocasião, Dilma também não participou, deixando a troca de ideias para Serra, Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL).
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Dilma engasga e perde feio debate na TV Record - fosse na Globo a eleição estaria perdida
O debate realizado essa noite da rede de televisão Record mostrou um abismo entre José Serra e Dilma Rousseff. Dilma engasgou muito, mostrou-se nervosa e insegura mais que em todos os outros debates em que participou até hoje. A impressão era até que estivesse com a saúde debilitada.
José Serra estava mais ativo que nos outros debates. Nessa edição Serra resolveu não levar o menor desaforo para casa, rebatendo firmemente cada mentira levantada por Dilma. Nunca, nessa eleição, Serra esteve tão bem e Dilma tão mal. Fosse esse o debate faltal da Rede Globo, que tem muito mais audiência e é transmitido em horário amigável ao trabalhador que precisa acordar cedo, Dilma estaria com a eleição perdida. Sua sorte é que o debate da Record começou passadas as onze horas da noite e ainda haverá tempo para que a rede de blogs financiados pela Caixa Econômica Federal, Petrobras, BNDES e Banco do Brasil soltem falsas opiniões favoráveis (como sempre) a quem lhes financia.
placar final: Serra 8 X 0 Dilma
======================================
A pergunta ainda sem resposta
Os debates anteriores informaram reiteradamente que Dilma Rousseff não precisa de ajuda para perder qualquer duelo verbal: inimiga jurada de ss e rr, quase inteiramente desprovida de raciocínio lógico, Dilma ou não diz coisa com coisa ou despeja platitudes, obviedades e rematadas cretinices. No confronto na TV Record, pela primeira vez José Serra pareceu compreender que disputa a Presidência da República contra a adversária que todo candidato pede a Deus ─ e foi à luta. No penúltimo debate da campanha, enfim ajudou a mostrar Dilma como ela é.
As perguntas que fez e as respostas que deu contribuíram para escancarar a impostura. Os espectadores com mais de 10 neurônios entenderam que a gerente de país nunca existiu: o PAC é uma piada, as obras não saem do papel, a executiva genial só conjuga no futuro verbos como fazer e construir . Entenderam que a administradora onipresente e onisciente é tão real quanto o diploma de doutora: quem ignora ou nem percebe as bandalheiras da melhor amiga na sala ao lado não pode pilotar sequer um triciclo. Entenderam que Dilma Rousseff, antes e acima de tudo, tem tanto compromisso com a verdade quanto um estelionatário vocacional.
Para desmontar a fraude, Serra não precisou ser agressivo, nem áspero, muito menos grosseiro. Bastou falar sem rodeios. Durante duas horas, respondeu com firmeza e fez as perguntas que deveria ter feito. Por isso mesmo, restou uma pergunta ainda sem resposta: por que o candidato da oposição não agiu assim desde o primeiro segundo do primeiro debate do primeiro turno?
Do sempre genial Augusto Nunes
José Serra estava mais ativo que nos outros debates. Nessa edição Serra resolveu não levar o menor desaforo para casa, rebatendo firmemente cada mentira levantada por Dilma. Nunca, nessa eleição, Serra esteve tão bem e Dilma tão mal. Fosse esse o debate faltal da Rede Globo, que tem muito mais audiência e é transmitido em horário amigável ao trabalhador que precisa acordar cedo, Dilma estaria com a eleição perdida. Sua sorte é que o debate da Record começou passadas as onze horas da noite e ainda haverá tempo para que a rede de blogs financiados pela Caixa Econômica Federal, Petrobras, BNDES e Banco do Brasil soltem falsas opiniões favoráveis (como sempre) a quem lhes financia.
placar final: Serra 8 X 0 Dilma
A pergunta ainda sem resposta
Os debates anteriores informaram reiteradamente que Dilma Rousseff não precisa de ajuda para perder qualquer duelo verbal: inimiga jurada de ss e rr, quase inteiramente desprovida de raciocínio lógico, Dilma ou não diz coisa com coisa ou despeja platitudes, obviedades e rematadas cretinices. No confronto na TV Record, pela primeira vez José Serra pareceu compreender que disputa a Presidência da República contra a adversária que todo candidato pede a Deus ─ e foi à luta. No penúltimo debate da campanha, enfim ajudou a mostrar Dilma como ela é.
As perguntas que fez e as respostas que deu contribuíram para escancarar a impostura. Os espectadores com mais de 10 neurônios entenderam que a gerente de país nunca existiu: o PAC é uma piada, as obras não saem do papel, a executiva genial só conjuga no futuro verbos como fazer e construir . Entenderam que a administradora onipresente e onisciente é tão real quanto o diploma de doutora: quem ignora ou nem percebe as bandalheiras da melhor amiga na sala ao lado não pode pilotar sequer um triciclo. Entenderam que Dilma Rousseff, antes e acima de tudo, tem tanto compromisso com a verdade quanto um estelionatário vocacional.
Para desmontar a fraude, Serra não precisou ser agressivo, nem áspero, muito menos grosseiro. Bastou falar sem rodeios. Durante duas horas, respondeu com firmeza e fez as perguntas que deveria ter feito. Por isso mesmo, restou uma pergunta ainda sem resposta: por que o candidato da oposição não agiu assim desde o primeiro segundo do primeiro debate do primeiro turno?
Do sempre genial Augusto Nunes
DILMA X JOSÉ SERRA - Compare as acusações contra ambos antes de votar
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Dilma Rousseff vem sendo alvo de várias acusações de conivência com escândalos, desvios de verbas e assessores enrolados em corrupção. José Serra por outro lado tem somente o caso "Paulo Souza" como arma da sua opositora.
As acusações contra Dilma estão na justiça, em inquéritos da Polícia Federal ou sob investigação do Ministério Público Federal (orgão do judiciário) e do TCU - Tribunal de Contas da União (orgão do legislativo para fiscalização de obras e gastos do executivo).
Já o caso de Serra é baseado apenas na fofoca dos meios políticos, sem inquérito nem acusação formal. Seria, supostamente, o desvio de dinheiro do partido (não dinheiro público), do caixa de campanha. Nenhum contribuinte da campanha deu queixa desse suposto roubo.
A campanha petista tenta colar que poderia ser dinheiro de caixa dois vindo de algumas empreiteiras, as mesmíssimas empreiteiras que fazem obras TAMBÉM para o governo federal e que também fizeram DOAÇÕES à candidatura governista.
Alega-se ainda que Paulo Souza está citado na "operação Castelo de Areia". Está sim, em uma investigação paralela da principal, onde seu nome apareceu uma única vez.
Na mesma operação Castelo de Areia o VICE DE DILMA, MICHEL TEMER, é citado 21 vezes (VINTE E UMA!)...
A lista acima mostra a quantas anda o telhado de Dilma em comparação ao de Serra. Com a diferença que o caso de Serra é com um diretor de uma empresa estatal sem o menor vínculo direto com o candidato, apenas com seu governo. Os casos de Dilma, TODOS, tem ligação DIRETA com ela, com sua pessoa. Se listássemos todos os casos envolvendo o governo que ela participou, e é candidata a dar continuidade, haveria uma lista 10 vezes maior para apresentar.
Veja, analise, reflita e decida seu voto no domingo.
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